Contato

Em 1º fim de semana, Evandro fiscaliza obras e anuncia mutirão de limpeza


Ação de zeladoria inicia nesta segunda-feira (6). Saúde e assistência social também estão entre prioridades para primeiros 100 dias do governo
O prefeito Evandro Leitão (PT), em seu primeiro final de semana na gestão do município de Fortaleza, percorreu a cidade para fiscalizar obras e ações em diversos bairros da Capital, estando acompanhado de secretários e vereadores. No sábado (4) o gestor visitou as obras de infraestrutura e drenagem na Avenida Heráclito Graça, que conecta os bairros Aldeota e Centro, e as intervenções na Vila do Mar, na Barra do Ceará.
Evandro criticou o atraso na entrega das obras e afirmou que aquelas intervenções não concluídas ou paradas serão retomadas. “É o nosso terceiro dia de gestão e estamos rodando pela cidade para conhecer os problemas nas áreas de limpeza urbana e infraestrutura. A gente sabe que essa área aqui do Vila do Mar não foi concluída, ainda está para ser finalizada”, disse Evandro.
“Além dessa intervenção, nós também podemos perceber claramente os problemas que nós temos aqui relacionados à questão de limpeza, com muita sujeira na orla. Temos algumas intervenções em mente na área do urbanismo para transformar esta região, deixando-a tão bonita quanto a Beira-Mar de Fortaleza”, completou.
O prefeito também fiscalizou ações de zeladoria, drenagem e limpeza urbana nos bairros Dom Lustosa, Lagamar e Quintino Cunha. Evandro anunciou a realização de um mutirão de limpeza a partir desta segunda-feira (6), envolvendo 550 agentes por toda a cidade. A iniciativa já visa prevenir eventuais problemas como alagamentos, ocasionados pela quadra chuvosa.
“Nós teremos 550 pessoas em toda a Fortaleza para fazer a limpeza urbana da cidade e limpar mananciais, lagoas e bueiros para que a gente possa se prevenir diante da quadra chuvosa”, anunciou Evandro.
O prefeito também divulgou um encontro com motoristas de aplicativos, em que reforçou promessas da campanha como a criação das ‘Paradinhas’, pontos de apoio para esses profissionais, e a redução de 50% no valor do IPVA para motocicletas de até 160 cilindradas. Evandro alfinetou o ex-prefeito José Sarto (PDT), que prometeu na campanha eleitoral acabar com multas por viseira levantada.
“Isso é uma legislação federal. Quem falou com vocês que acabaria com multa estava mentindo. Não é verdade. Eu não tenho ingerência sobre uma lei federal. O que posso fazer por vocês é ter um diálogo com a AMC (Autarquia Municipal de Trânsito e Cidadania) e procurar uma alternativa para que vocês não sejam tão penalizados”, disse Evandro aos motoristas.
Prioridades no início do governo
Durante reunião do secretariado municipal na última sexta-feira (3), a vice-prefeita Gabriella Aguiar (PSD) elencou as prioridades da nova gestão nos primeiros 100 dias do novo governo: saúde, zeladoria e a assistência social.
"A saúde de Fortaleza pede socorro. Ontem (2/01) mesmo o prefeito Evandro Leitão esteve na SMS, esteve no IJF, firmando o compromisso e a prioridade da saúde. Além disso, como a cidade está mal cuidada, a zeladoria será uma outra prioridade nesse momento. E um terceiro ponto que é muito importante é o cuidado com as pessoas mais vulneráveis, as pessoas que mais precisam. Eu tenho certeza que Fortaleza pode esperar ações voltadas para esses três pontos com muita força nesses primeiros cem dias", afirmou Gabriella.
A gestão ainda prepara a conclusão do relatório da transição, que irá orientar ações dos próximos 100 dias.
Por Igor Magalhães do jornal OEstadoCe

Visão europeia do Globo de Ouro

 


Fernanda Torres vive momento histórico nos Globos de Ouro
A atriz venceu o Globo de Ouro de Melhor Atriz em Filme de Drama pela sua interpretação marcante em "Ainda Estou Aqui", de Walter Salles, tornando-se a primeira brasileira a conquistar o prémio.
Na madrugada desta segunda-feira, a 82.ª edição dos Globos de Ouro trouxe um momento histórico para o cinema brasileiro: Fernanda Torres foi distinguida como Melhor Atriz em Filme de Drama pela sua interpretação arrebatadora em Ainda Estou Aqui, realizado por Walter Salles. Concorrendo com gigantes de Hollywood como Angelina Jolie, Nicole Kidman, Tilda Swinton, Kate Winslet e Pamela Anderson, Torres foi a única atriz de língua não-inglesa na categoria, um feito raro que realça ainda mais a importância desta conquista.
O filme, uma adaptação do livro autobiográfico de Marcelo Rubens Paiva, transporta-nos ao Brasil da ditadura militar, entre 1964 e 1985, e foca-se na história de Eunice Paiva, interpretada por Torres. Eunice, uma mulher comum e mãe de família, vê a sua vida virar do avesso quando o marido, Rubens Paiva, um político influente, é preso, torturado e morto pelo regime. A atuação de Torres dá vida à dor, à resiliência e à luta de Eunice para preservar a memória de seu marido e manter a família unida no meio do caos. Walter Salles conduz a narrativa com sensibilidade, criando um retrato comovente e universal sobre amor, perda e resistência.
Ao subir ao palco para receber o prémio, Fernanda Torres estava visivelmente emocionada. "Meu Deus, eu não preparei nada, estava feliz só por estar aqui", começou. Num discurso sincero e tocante, a atriz agradeceu ao realizador Walter Salles (com quem já tinha feito um filme em 1985, Terra Estrangeira), a quem chamou de "meu parceiro, meu amigo", e dedicou o galardão à sua mãe, Fernanda Montenegro. A lembrança não foi casual: Montenegro foi indicada ao mesmo prémio há 25 anos por Central do Brasil, mas foi agora, com Torres, que o Brasil levou para casa este troféu tão cobiçado. "Isso é uma prova de que a arte dura na vida, mesmo durante momentos difíceis", afirmou, referindo-se tanto à luta de Eunice Paiva quanto aos desafios que o mundo enfrenta hoje.
Com um vestido elegante do estilista belga Olivier Theyskens, Fernanda Torres brilhou pela sua presença, como pela mensagem que o seu trabalho e o filme trazem ao público. Ainda Estou Aqui não é apenas uma obra cinematográfica; é uma revisitação necessária a um período sombrio da história brasileira e um tributo à força das mulheres que viveram sob a opressão da ditadura.

No governo Lula 3, Brasil volta a ser um país majoritariamente de classe média

 


Aumento do emprego e da renda fez com que mais de 50% das famílias esteja nas classes A, B e C.
O Brasil volta a despontar como um país majoritariamente de classe média graças ao crescimento do emprego e aos ganhos de renda durante o terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. De acordo com um estudo da Tendências Consultoria, reportado pelo jornal O Globo, o número de domicílios nas classes C, B e A — rendimentos domiciliares acima de R$ 3,4 mil — atingiu 50,1% em 2024, superando pela primeira vez desde 2015 a marca de metade das famílias.
No último trimestre, o desemprego caiu a 6,1%, segundo dados do IBGE, configurando o menor patamar da série histórica. Esse cenário favorável tem sido determinante para promover o avanço social das famílias brasileiras. “Desde 2023 houve migração importante das famílias da classe D/E para a classe C, decorrente da melhora significativa do mercado de trabalho no pós-pandemia”, afirma a economista Camila Saito, da Tendências.
Ascensão social sob o efeito do emprego e da renda
Tipicamente, as classes C e B são consideradas a base da classe média, com a renda do trabalho como principal fonte de sustento. Nos dois primeiros anos do governo Lula 3, o país viveu uma retomada econômica marcada por políticas de valorização do salário mínimo. Em 2023 e 2024, houve reajustes acima da inflação, o que ajudou a impulsionar a massa salarial: “Isso acarretou melhor desempenho dessas classes em relação às demais”, destaca Camila.
A massa de renda total, que inclui salários, benefícios sociais e outras fontes (como juros de investimentos), subiu em média 7% em 2024. Entre as famílias com rendimento de R$ 3,5 mil a R$ 8,1 mil (classe C), o avanço foi de 9,5%, enquanto a classe B (R$ 8,1 mil a R$ 25 mil) cresceu 8,7%. Para 2025, a Tendências prevê que a mobilidade social continue, mas em ritmo mais lento, devido a um cenário econômico mais moderado. “Nossas estimativas consideram uma tendência de lenta mobilidade social das famílias para classes de renda superiores. A mobilidade social das classes D e E deve ser reduzida nos próximos anos, acompanhando um fenômeno típico de países com alta desigualdade”, explica a economista.
Ela salienta ainda que a conquista de um emprego não basta para vencer a pobreza extrema, em função das “baixas remunerações, elevadas desigualdades entre grupos de população ocupada, altas taxas de informalidade e marcante heterogeneidade entre os setores produtivos.”
Queda histórica do desemprego e redução da desigualdade
Além do incremento salarial, o Brasil viu o desemprego atingir o menor nível já registrado pelo IBGE, de 6,1% no trimestre encerrado em novembro de 2024. O nível de ocupação (total de pessoas com trabalho em relação à população total) chegou a 58,8%, superando a marca de 2019.
O economista Marcelo Neri, diretor da FGV Social, avalia que os resultados recentes são “bastante alvissareiros” e comparáveis ao melhor período de geração de empregos até então, em 2014, mas com um diferencial: no último ano, também houve queda na desigualdade. “Nos nossos estudos da nova classe média, três componentes estavam presentes: crescimento do PIB (Produto Interno Bruto), como está havendo nos últimos dois anos; crescimento da renda do trabalho bem acima do PIB, que está acontecendo também; e agora, em 2024, a queda na desigualdade”, afirma.
Segundo Neri, até o terceiro trimestre de 2024, a renda média domiciliar per capita em 12 meses subiu 6,98%, mas entre os 50% mais pobres, o avanço foi de 10,2%. “A causa principal dessa alta maior veio da queda do desemprego, que respondeu por 40% do aumento da renda das famílias”, explica. Esse aquecimento também se reflete na criação de vagas formais: foram 3,6 milhões de novos postos com carteira assinada de janeiro de 2023 a setembro de 2024.

Reflexão

 


O dia

 


Tem aparecido um chove-não-molha nos últimos dias. É como uma chaleira que nas beiradas de ferver o fogo acaba. Faz calor, a Globo despenca de audiência, o sereno só serena e não passa disso. ,Mas se você gritar "pega ladrão" vai ser uma correria...

Já viram os noticiários?

Audiência da Globo despenca e atinge menor média mensal da história em dezembro de 2024
Queda de programas como a novela "Mania de Você" e "a revista eletrônica Fantástico" contribuiu para o pior desempenho da emissora em décadas.
A Globo enfrentou, em dezembro de 2024, o mês com a pior audiência média de sua história. De acordo com dados do Ibope divulgados pelo site Teleguiado, a emissora alcançou 9,9 pontos na Grande São Paulo, marcando sua primeira vez abaixo dos dois dígitos. O resultado representa uma queda em relação a dezembro de 2023, quando registrou 10,3 pontos, destaca o Metrópoles.
Outras emissoras, como Band e RedeTV!, também apresentaram quedas de audiência no mesmo período, com retrações de 0,2 e 0,1 ponto, respectivamente. No entanto, o desempenho da Globo chamou mais atenção devido a sucessivos recordes negativos de seus principais programas, especialmente a novela Mania de Você.
Escrita por João Emanuel Carneiro, a novela Mania de Você foi apontada como um dos principais fatores para o declínio da audiência da Globo. No dia 31 de dezembro, o folhetim atingiu o pior índice da história do horário nobre, marcando apenas 13,2 pontos na Grande São Paulo, segundo o site Notícias da TV.
O desempenho derrubou o recorde anterior de menor audiência no horário, que pertencia à novela Travessia, que havia registrado 14,5 pontos no mesmo período em 2022. A má performance de Mania de Você ao longo de dezembro foi consistente, refletindo a dificuldade do produto em captar a atenção do público.
Outro programa afetado pela queda nos números foi o dominical Fantástico, que em 29 de dezembro alcançou sua pior marca de 2024, com apenas 13,5 pontos. O desempenho abaixo do esperado reforça o desafio da emissora em manter a liderança e a relevância de atrações tradicionais no cenário televisivo.

Base de Evandro na CMFor tem 32 vereadores e mais quatro podem apoiar governo



O número de vereadores compondo a base do prefeito Evandro Leitão (PT) na Câmara Municipal de Fortaleza (CMFor) está atualmente em 32 e mais três ou quatro participam de conversas, podendo entrar nesse grupo e ampliar o apoio ao novo governo no Poder Legislativo. As informações são do líder do governo Evandro na CMFor, vereador Bruno Mesquita (PSD). Ao todo, são 43 parlamentares na Câmara de Fortaleza.
A coligação pela qual Evandro foi eleito - formada por PT, PCdoB, PV, PP, PSB, PSD, Republicanos e MDB - elegeu 14 vereadores. No segundo turno da eleição, subiu para 23 o número de vereadores apoiando o petista. Além disso, desde a conclusão do processo eleitoral, mais parlamentares vêm aderindo à base do novo governo.
O líder preferiu não revelar quais os vereadores que participam dessas conversas: “Alguns (vereadores) vieram do outro governo, estão consultando suas bases, consultando seus amigos (...). E a gente está aguardando e respeitando o momento de cada um. Para muitos, é uma virada de chave maior, para outros é apenas uma composição já que tem um lado mais parecido com o nosso. (...) Eles estão conversando com as suas bases para saber o que é melhor para os mandatos de cada um”.
Um desses vereadores que podem ir para a base do governo seria PPCell (PDT). Com isso, quase a totalidade da bancada pedetista seria da base de Evandro. Com oito vereadores eleitos, o partido tem a maior bancada partidária na Câmara. A exceção seria Jânio Henrique (PDT). Conforme Bruno Mesquita, ele vai fazer parte da oposição.
Além disso, o União Brasil também terá membros na base de Evandro. O vereador Márcio Martins vai assumir uma pasta na gestão municipal, a Secretaria Executiva Regional X. Com isso, o suplente René Pessoa vai ocupar a vaga e compor a base do governo.

De saída do PDT, deputados aliados de Cid devem se filiar ao PSB em 3 de fevereiro

Os deputados estaduais liderados pelo senador Cid Gomes (PSB) e que ainda estão filiados ao PDT devem oficializar a mudança partidária para o PSB no próximo dia 3 de fevereiro, segundo informou um desses deputados, Osmar Baquit(foto). A data está pré-agendada e agora é aguardada a confirmação dos demais integrantes do grupo. “Vou para o PSB, está definido. A filiação deverá ser no dia 3 de fevereiro. Estou conversando com o senador Cid. Acho que eu e outros (deputados) vão se filiar nesta data”, revelou Baquit na última sexta-feira (3).
Questionado se todos os deputados do grupo vão acompanhar esse movimento e se filiar ao PSB, seguindo a liderança de Cid, Baquit disse acreditar que a maioria deve seguir esse caminho. “Eu iriei, se estiver realmente confirmado o dia 3, eu irei. Os outros, não posso falar por eles, eles é que vão decidir, mas acredito que a grande maioria ou quase todos irão”.
Integram esse grupo os 14 deputados estaduais do PDT, entre titulares e suplentes, que ficaram ao lado do senador Cid Gomes (PSB) em meio ao racha no PDT estadual iniciado em 2022. Os deputados são os seguintes: Tin Gomes; Antônio Granja; Bruno Pedrosa; Guilherme Bismarck; Guilherme Landim; Helaine Coelho; Salmito Filho; Jeová Mota; Lia Gomes; Marcos Sobreira; Oriel Nunes; Osmar Baquit; Romeu Aldigueri; Sérgio Aguiar.
No final do ano passado, o grupo obteve uma vitória na Justiça para poder deixar o PDT. Em novembro, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) negou o último recurso apresentado pelo PDT Nacional e manteve a decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Ceará (TRE-CE), permitindo a desfiliação dos parlamentares sem risco de perda de mandato. Com dez vagas de titulares na Assembleia Legislativa do Estado do Ceará (Alece), esse grupo representa a maior bancada partidária na Casa.

Do Piaui

 

Irmãs de senadora suplente de Wellington Dias recebem Bolsa Família

Jussara Lima enfrenta questionamentos sobre elegibilidade e vínculos familiares com a gestão do program

Senadora Jussara Lima ft ag senado

A senadora Jussara Lima, esposa do deputado federal Júlio César Lima e mãe do deputado estadual Georgiano Neto, tem duas irmãs cadastradas como beneficiárias do Bolsa Família. Magaly Gomes Alves de Sousa e Suely Gomes Alves de Sousa, residentes em Fronteiras, Piauí, recebem R$ 600 mensais desde março de 2023. As informações foram reveladas pelo jornalista José Ribas Neto, do Portal AZ.

Além disso, em Fronteiras (PI), Conceição Alves, irmã de Jussara, ocupa o cargo de secretária municipal de Cultura, enquanto Eudinar Agripino, cunhada de Jussara, é secretária de Assistência Social. O vice-prefeito, Dr. Norberto Pereira, é casado com outra irmã da senadora. Essas conexões familiares ampliam as dúvidas sobre a elegibilidade das beneficiárias do Bolsa Família.

Jussara Lima assumiu o mandato no Senado em fevereiro de 2023, na vaga de Wellington Dias, atual ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome. Essa proximidade política levanta preocupações sobre a imparcialidade na concessão de benefícios do programa.

Orgulho de quem fez primário bem feito


Fernanda Torres Vence Globo de Ouro de Melhor Atriz em Filme de Drama

Brasileira faz história ao conquistar prêmio inédito para o país por sua atuação em "Ainda Estou Aqui"; atriz concorria com alguns dos maiores nomes de Hollywood

Depois de levar Globo de Ouro inédito para o Brasil, Fernanda Torres pode ser indicada ao Oscar de Melhor Atriz

Fernanda Torres fez história ao receber o Globo de Ouro de Melhor Atriz em Filme Dramático por sua atuação em “Ainda Estou Aqui”, dirigido por Walter Salles.

Improvisando o discurso durante a cerimônia em Los Angeles, neste domingo (5), Torres agradeceu ao diretor (“Que história, Walter!”), sua família, seu marido, Andrucha Waddington, e a Selton Mello, e dedicou o prêmio à sua mãe, Fernanda Montenegro, também indicada ao Globo de Ouro há 25 anos, por “Central do Brasil”.

Essa é a primeira vitória do Brasil no Globo de Ouro desde 1999, quando o longa também dirigido por Salles venceu como Melhor Filme em Língua Não-Inglesa. “Isso é prova de que a arte permanece na vida das pessoas mesmo em momentos difíceis, como os que Eunice Paiva viveu”, disse Fernanda Torres, citando sua personagem, que buscou a verdade sobre o desaparecimento e a morte do marido Rubens (Selton Mello) durante a ditadura militar no Brasil.

“Com tanto medo no mundo, esse é um filme que nos ajuda a pensar em como sobreviver em tempos difíceis como esse.”

Fernanda Torres