Contato

O poder da mensagem

 


O dia -

 


Esse ocre nos céus aponta para um descanso de Deus. Deus , quando descansa ,pinta e cedo prepara a tela com a força da luz que quer dar ao mundo. O ocre possui uma longa história de uso na arte e na pintura. Sua cor quente e terrosa é apreciada por artistas de diferentes épocas e estilos. No Renascimento, por exemplo, o ocre era utilizado como cor base para a pintura a óleo, conferindo uma tonalidade quente e natural às obras de arte. Viu aí? Deus sabe das coisas.

Hugo Motta negocia acordo sobre anistia com STF e governo para frear pressão bolsonarista

(Segundo a Folha de São Paulo)

O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), negocia com o presidente Lula (PT), lideranças políticas e ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) um acordo para encontrar uma alternativa ao projeto de lei que dá anistia aos envolvidos nos ataques de 8 de janeiro de 2023.
Motta tenta construir um consenso entre os Três Poderes para reduzir a pressão pela aprovação da proposta, que é defendida pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), mas vista como uma afronta ao Supremo e possível gatilho de uma crise institucional.
O líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (RJ), afirmou que o partido já conseguiu as 257 assinaturas necessárias na Câmara para pedir que o projeto vá direto para plenário, mas cabe a Motta a decisão.
O formato de um acordo ainda não foi definido, e o presidente da Câmara tem encontrado resistência em diversas frentes a opções como a redução de penas dos condenados. Lideranças políticas buscam, principalmente, caminhos dentro do Legislativo para dar um desfecho ao tema.
Uma das alternativas estudadas é fazer ajustes no projeto de lei da anistia para prever a redução de penas em alguns casos. Outra é alterar a legislação sobre crimes contra o Estado democrático de Direito, para reduzir as penas mínimas e abrir caminho para uma revisão das punições aplicadas pelo Supremo.
Avalia-se, entre deputados, até um indulto presidencial para resolver o imbróglio. Essa hipótese não tem boa acolhida por enquanto no Palácio do Planalto.
Hugo Motta conversou sobre o assunto com o presidente Lula durante viagem ao Japão há duas semanas, segundo um interlocutor do deputado. O tema também tem sido tratado com a ministra Gleisi Hoffmann (Relações Institucionais), enquanto Jorge Messias (Advocacia-Geral da União) aborda a questão com o Supremo.
Nesta quinta (10), ao falar de anistia ou redução de pena "em relação a algumas pessoas do 8 de janeiro", Gleisi disse ser "plenamente defensável do ponto de vista de muitos parlamentares que estão ali, talvez a gente até tenha que fazer essa discussão mesmo no Congresso". Nesta sexta (11), porém, disse que eventuais revisões de pena "cabem única e exclusivamente" ao STF.
Integrantes do Palácio do Planalto consideram que as discussões estão em estágio inicial e ainda avaliam qual deve ser sua posição. O governo alertou Motta de que qualquer solução precisa ser acertada com o Supremo.
A proposta de acordo também foi apresentada por Motta a Bolsonaro na quarta-feira (9). Réu pela trama golpista, o ex-presidente disse ser contrário à redução de penas e defendeu a anistia irrestrita aos acusados pelos ataques.
Ministros do Supremo também foram procurados por Motta para discutir uma solução para as pressões que a oposição tem feito pela votação do PL da Anistia. Segundo dois integrantes do tribunal ouvidos pela Folha, as conversas se intensificaram às vésperas do julgamento de Bolsonaro na Primeira Turma.
Alexandre de Moraes e ministros aliados resistem à revisão do modelo das condenações. Eles acreditam que a progressão de pena de muitos acusados e condenados e até a soltura de presos provisórios são suficientes para, aos poucos, esvaziar a pauta da anistia no Congresso.
Presos pelo 8 de janeiro podem progredir de regime em breve porque a legislação prevê a concessão do benefício após o cumprimento de um sexto do tempo de reclusão. No caso de condenados a 14 anos de prisão, o direito é adquirido a partir de maio.
A resistência de ministros considerados mais articulados politicamente, como Moraes e Gilmar Mendes, não é unânime no tribunal. O plenário está dividido sobre a dosimetria das penas, e a posição de Moraes tem maioria simples: 6 dos 11 votos.
A indicação do ministro Luiz Fux de que deve mudar sua posição sobre as condenações nos casos mais graves pode embaralhar ainda mais o cenário no tribunal. Na Primeira Turma do Supremo, colegiado responsável por julgar parte dos casos do 8 de janeiro, o cenário é mais favorável a Moraes.
O presidente da Câmara tem conversado com ao menos seis ministros do Supremo. Os diálogos são mais frequentes com Moraes e Gilmar, segundo relatos feitos à Folha.
Motta chegou a jantar com os dois ministros uma semana antes do julgamento de Bolsonaro no Supremo, a convite de Moraes. Em uma conversa mais recente, o presidente da Câmara avisou à dupla que levaria a decisão de pautar o projeto da anistia ao colégio de líderes caso o PL confirmasse as 257 assinaturas para o requerimento de urgência.
Com o cenário desfavorável, ministros do Supremo tentam convencer que a breve espera pela progressão das penas é o melhor caminho. Em um aceno a Motta, Moraes teria decidido mudar a condução de alguns processos.
Desde o início do ano, o ministro tinha determinado a soltura de apenas um acusado pelos ataques. Depois de 28 de março, ele soltou outras 15 pessoas.
O movimento de Moraes fez baixar para 131 o número de presos pelos ataques de 8 de janeiro �sendo 42 provisórios, 84 em prisão definitiva e 5 em prisão domiciliar.
Dados mostram que 8% dos denunciados pela PGR (Procuradoria-Geral da República) estão na prisão.
São, ao todo, 1.586 pessoas acusadas pelos crimes contra o Estado. A maior parte (1.099), composta por presos em frente ao quartel-general do Exército, foi denunciada por crimes simples. As condenações deste grupo costumam ser de um ano de reclusão, com pena substituída por prestação de serviço comunitário e obrigação de fazer um curso sobre democracia.
A outra parte (487) é de pessoas flagradas na manifestação que cometeram crimes mais graves, como golpe de Estado e deterioração do patrimônio tombado. As penas para esse grupo variam de 11 anos e 6 meses a 17 anos e 6 meses, a depender da gravidade de cada caso.
Nessa estratégia do Supremo, a soltura de presos e a progressão de penas devem ser analisadas caso a caso, de uma forma que seria vista como benevolente por parte de Moraes, segundo um interlocutor do ministro.
Gilmar Mendes disse na terça-feira (😎 que os presidentes da Câmara e do Senado estão cientes de que não há ambiente para discutir anistia e afirmou defender a apreciação de situações caso a caso, não uma revisão geral de penas.
As discussões sobre as penas do 8 de janeiro devem ser retomadas em dois momentos no Supremo. Em um dos casos, Fux liberou a retomada do caso de Débora Rodrigues dos Santos, a mulher que escreveu "perdeu, mané" na estátua em frente ao Supremo. O julgamento será reiniciado em 25 de abril.
Em outra frente, o ministro André Mendonça pediu que sejam levados ao plenário quatro julgamentos de réus envolvidos nos ataques de 8 de janeiro. A retomada desses casos não está na pauta de abril, e cabe ao presidente do STF, Luís Roberto Barroso, decidir a data do julgamento.

Jornal OEstadoCe

 


Bom dia

 


Comércio cresce e cria empregos no interior
Atacarejo Zé Paraibano lança nova sede em Icó com grande celebração
Nesta sexta-feira (11), no espaço HG Solution, aconteceu o lançamento oficial da nova sede do Atacarejo Zé Paraibano, em Icó. O evento marcou um novo capítulo na trajetória de uma marca que é símbolo de tradição e confiança no comércio regional.
"Estamos há seis décadas no comércio icoense e do Vale do Salgado, com bons preços, qualidade no atendimento e respeito aos clientes", destacou o empresário Luciano Santana,(Foto) herdeiro desse legado de trabalho e compromisso.
A manhã foi prestigiada por centenas de fornecedores, colaboradores e pela família Paraibano, que celebraram juntos mais essa conquista, fruto de dedicação e visão empreendedora.

Hospital Martiniano terá atendimento dividido entre SUS e ‘específico’ para policiais, dizem secretários

 
O secretário-chefe da Casa Civil do Ceará, Chagas Vieira, negou nessa quinta-feira (10) que o Governo do Estado possa fechar ou reduzir as atividades do Hospital e Maternidade José Martiniano de Alencar, conhecido como Hospital da Polícia Militar do Ceará. Em vídeo gravado com a secretária estadual de Saúde, Tânia Mara, Chagas afirma que o Estado “não vai reduzir um serviço sequer” da unidade.

Chagas lembrou que o hospital passou 72 anos sob a gestão da PMCE, até 2011, passando a integrar a rede estadual de saúde do Ceará. No entanto, o Governo do Estado passou a avaliar devolver a gestão do hospital para a Polícia Militar.

“O governador Elmano, reconhecendo o trabalho das nossas forças de segurança, a singularidade dessa profissão, desses guerreiros que arriscam a vida para proteger a população cearense, justamente para que eles pudessem ter um tratamento ou um atendimento específico, no Hospital Martiniano, que a gestão voltaria para os profissionais de saúde da Polícia, mas parte do atendimento do Hospital continuará sendo SUS, uma boa parte desse atendimento”, diz Chagas.

A titular da Sesa-CE complementou afirmando que o Hospital vai retornar à gestão da PM, mas ressaltou que “não vamos fechar as portas para a população. Dos 80 leitos do Hospital Martiniano, nenhum será reduzido e teremos atendimento para a população através do SUS e atendimento específico para os policiais”.

No vídeo,  Chagas fez referência ao protesto que contou com a participação do ex-prefeito de Fortaleza, Roberto Cláudio (PDT), e de deputados de oposição contra o suposto “fechamento” do Hospital Geral César Cals (HGCC). A cobrança pela manutenção de hospitais em funcionamento virou uma pauta da oposição no estado em meio à abertura de novos hospitais estaduais, como o Hospital Universitário do Ceará.

Chagas disse ser “fake news” o suposto fechamento de hospitais. “Outro dia estavam lá na porta do César Cals alguns políticos que fazem da mentira e do ódio a sua prática diária, dizendo que seria fechado o César Cals. Mentira! Nós provamos que era mentira e, agora, como eles não convenceram, eles estão com outra mentira. É dizer que o Governo do Estado vai fechar as portas para a população do Hospital Martiniano. Não é verdade!”.


Bolsonaro chega de ambulância ao hospital Rio Grande, em Natal (RN)


Bolsonaro não tem previsão de alta e segue internado no RN, diz médico

Luccas Lucena e Alisson Almeida

Do UOL, em São Paulo, e colaboração para o UOL, em Natal

 ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) segue internado sem previsão de alta e não deverá ser transferido para São Paulo, segundo a equipe médica do hospital Rio Grande, de Natal (RN), em entrevista coletiva realizada hoje.

O que aconteceu

Não há previsão de alta do ex-presidente, que permanece em observação, segundo o doutor Élio Barreto, cirurgião geral e  oncológico. "Permanece estável, com melhoras no humor e na distensão abdominal", disse.

Bolsonaro não será transferido para São Paulo por opção da família, disse o médico. "O paciente apresenta condições de transferência, mas, por opção da família e da equipe que o assiste, foi optado pela permanência dele no hospital. Não há previsão de alta.".

A tomografia apontou sinais de suboclusão intestinal —uma obstrução parcial do intestino que dificulta, mas não impede completamente, a passagem de gases e fezes. A equipe médica afirmou que Bolsonaro chegou ao hospital com "forte desconforto abdominal". "Não apresenta sinais de maiores gravidades no momento. Ele precisa ficar internado e continuar o tratamento. As avaliações periódicas é que definirão melhor.". 

Dor que levou o ex-presidente ao hospital é "difusa", sem localização específica. O diretor-geral do hospital Rio Grande, Dr. Luiz Roberto Fonseca, afirmou mais cedo que dores "sem um ponto focal" em pacientes que já foram submetidos a múltiplas cirurgias, como é o caso de Bolsonaro, geram preocupação com a possível formação de hérnias internas, quando rotações prendem o intestino e aumentar a dor. Ele destacou, porém, que, por ora, não há evidências de que isso tenha acontecido com o ex-presidente.

Bolsonaro sentiu fortes dores na região do abdômen e buscou atendimento médico. O problema seria em decorrência do atentado do qual foi vítima, quando levou uma facada em 2018. Segundo pessoas próximas a Bolsonaro, ele não dormiu bem durante a noite e começou a sentir o mal-estar por volta das 5h. O desconforto começou durante um tour pelo Nordeste, na cidade de Santa Cruz (RN).

Bolsonaro sentiu fortes dores na região do abdômen e buscou atendimento médico. O problema seria em decorrência do atentado do qual foi vítima, quando levou uma facada em 2018. Segundo pessoas próximas a Bolsonaro, ele não dormiu bem durante a noite e começou a sentir o mal-estar por volta das 5h. O desconforto começou durante um tour pelo Nordeste, na cidade de Santa Cruz (RN).

Ex-presidente chegou a ir à primeira agenda do tour, mas o mal-estar teria se intensificado. O ex-ministro Gilson Machado informou que, nas primeiras horas da manhã, ligou para o médico para obter mais informações, mas Bolsonaro teria insistido para ir a essa primeira agenda. Ele passou mal entre a primeira e a segunda agenda, segundo o ex-ministro que o acompanhava.

Pessoas próximas ao ex-presidente informaram que ele estava com a barriga inchada. Segundo aliados, Bolsonaro relatou que sentia muitas dores no momento em que deu entrada no hospital em Santa Cruz.

Durante a manhã, ex-presidente foi transferido para Natal com um helicóptero disponibilizado pela governadora do estado, Fátima Bezerra (PT). Segundo o médico que atendeu Bolsonaro no hospital municipal Aluízio Bezerra, em Santa Cruz, Evandro Carvalho, ele estava com muita dor abdominal quando chegou a unidade. "Prontamente, a gente já preparou a equipe do hospital, com todos os profissionais", disse Evandro.

Governo confirma Pedro Lucas como novo ministro das Comunicações

O deputado federal Pedro Lucas Fernandes (União Brasil-MA) será o novo ministro das Comunicações, no lugar de Juscelino Filho, que deixou o cargo. O anúncio foi feito pela ministra da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência, Gleisi Hoffmann, após a reunião entre Lula e Pedro Lucas, ocorrida, ontem à tarde, no Palácio da Alvorada, residência oficial.

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), além do próprio Juscelino Filho, participaram da conversa. Pedro Lucas é o atual líder da bancada do União Brasil na Câmara dos Deputados, e foi a indicação do partido para a pasta.
“O União Brasil apresentou o nome do Pedro Lucas para substituir o ministro Juscelino nas Comunicações. O presidente aceitou e fez um convite também ao líder para assumir [o cargo]”, informou Gleisi a jornalistas no Alvorada.
Segundo a ministra, a nomeação e posse devem ocorrer após o dia 21 de abril, depois dos feriados de Páscoa e Tiradentes, para que Pedro Lucas acerte detalhes da licença no mandato e a indicação de um novo líder da legenda. O União Brasil possui uma das maiores bancadas na Câmara, com 59 deputados.
O agora ex-ministro Juscelino Filho pediu desligamento da função no dia anterior, após ter sido denunciado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) por supostos desvios em emendas parlamentares quando era deputado federal.

Papa Francisco faz aparição surpresa na Basílica São Pedro após crise de saúde


No mesmo dia, o Vaticano divulgou o telegrama em que o pontífice “oferece orações pelo eterno repouso dos falecidos” no trágico desabamento da discoteca Jet Set, em Santo Domingo, na República Dominicana, e expressou condolências às famílias das vítimas. A tragédia deixou pelo menos 218 mortes, segundo balanço das autoridades.

Francisco passou mais de cinco semanas internado por causa de uma bronquite que se transformou em pneumonia, condição especialmente grave para ele, que teve parte de um pulmão removido quando jovem. Por recomendação médica, ele deve cumprir dois meses de repouso, sem atividades públicas nem contato direto com os fiéis, para evitar recaídas.

Mesmo assim, tem surpreendido com breves aparições. A primeira ocorreu no último domingo (6), quando saudou a multidão na praça São Pedro. Ontem, um vídeo verificado pela agência de notícias Reuters mostra o papa acenando para os visitantes da basílica enquanto os assistentes empurram sua cadeira de rodas. O pontífice apareceu com uma pequena mangueira nasal em que recebe oxigênio suplementar.
“Estávamos visitando a Basílica São Pedro e vimos alguns guardas passando e abrindo caminho. Então, fomos ver o que era, e era o papa. Poucas pessoas notaram, foi muito rápido, mas ele parou para conversar com uma família com um bebê”, disse Luiz Gil, que gravou o vídeo.
A reaparição ocorre em meio ao período mais intenso do calendário católico. Com a contagem regressiva para a Páscoa, a Igreja celebra a Semana Santa, que relembra a paixão, morte e ressurreição de Jesus Cristo.

Não tendo briga, não é PT



Filiados ao PT do Ceará lançam novo coletivo partidário, Campo Popular
Grupo reúne parlamentares, representantes de movimentos sociais e sindicais, além de militantes de diversas correntes internas do PT

Um grupo de filiados ao Partido dos Trabalhadores (PT) no Ceará preparam para este sábado (12) um ato para o lançamento do Campo Popular, novo coletivo partidário que reúne parlamentares, representantes de movimentos sociais e sindicais, além de militantes de diversas correntes internas do PT.

O evento está marcado para ocorrer no Ginásio Poliesportivo da Parangaba, em Fortaleza, a partir das 8h30. Integram esse grupo nomes como a senadora Augusta Brito, o deputado federal José Airton, os deputados estaduais Guilherme Sampaio, Missias do MST e Acrísio Sena e os vereadores Aglaylson e Dr. Vicente.

Formado por nomes próximos ao prefeito Evandro Leitão, ao governador Elmano de Freitas e ao ministro Camilo Santana, integrantes do novo coletivo defendem a unidade no partido, o fortalecimento da militância e do diálogo com as bases populares, a defesa de democracia, o combate à extrema-direita e o apoio às gestões do PT em Fortaleza, no Ceará e no Brasil.

Segundo Guilherme Sampaio, atual presidente do PT Fortaleza e líder do governo Elmano no Legislativo estadual, o Campo nasce na aliança entre a atuação partidária com os militantes de base e os movimentos sociais.

“O Campo Popular reúne correntes, movimentos e lideranças partidárias com uma grande motivação: dialogar e construir unidade com as demais forças que organizam nossa vida partidária. Cada vez mais próximos das nossas bases, queremos um PT forte, que atue nos governos e nos parlamentos, mas também nos movimentos e nas ruas. Um partido preparado para dialogar com o povo e sustentar o projeto popular que orienta nossas gestões em Fortaleza, no Ceará e no Brasil.”

Augusta Brito também destaca o fortalecimento das bases do PT por meio do Campo. “O PT é, hoje, o partido com maior presença territorial e o mais comprometido com as lutas da classe trabalhadora. O Campo Popular vem para fortalecer essa presença, com protagonismo da base, das mulheres, da juventude, das lideranças negras e periféricas. Queremos ampliar a formação política e a participação ativa de novos quadros que seguem transformando a política com coragem, consciência e compromisso com a democracia no Ceará e em todo o país.”

A formação do Campo Popular resulta de um processo iniciado em 15 de março, em um seminário que contou com a participação de diversos militantes do PT, incluindo parlamentares. No ato de sábado, será lançado manifesto do grupo, além de uma agenda para a atuação partidária.