Contato

Tamos de fora

A cachaça do Ceará não entrou na lista das 20 melhores do Brasil. A
Pitú, de Pernambuco, também ficou de fora da relação. No Nordeste, a
Paraiba foi o único estado a emplacar duas marcas: a Volúpia, que
ficou em 10º lugar e a Serra Preta, em 19ª colocalção. A cachaça de
Minas Gerais, fabricada artesanalmente e envelhecida em barris de
carvalho, conseguiu ficar nas nove primeiras colocações.As 20 melhores
cachaças do Brasil foram selecionadas por um juri formado por
especialistas reunidos pela revista Playboy. A relação das 20 melhores
aguardentes do país você encontra na ediçao de agosto da Playboy.

Penso eu sobre a postagem do nosso grande Wilson Ibiapina que pega hoje um avião pra Lisboa onde vai passar férias. Não ligo a mínima Ibiapina. Esse povo da Playboy entende muito de mulher no foto shop e de homem pelado. De cachaça e de mulher, ao natural ou com limão, entendo eu.

Chegança



Chega ao blog o Jackson. O Jackson diz que gosta de umbocado de coisa, mas o mais importante é que ele se junta a um outro bocado de gente boa como seguidor do blog. Que seja bem chegado o Jackson e que o domingo sirva para que ele reflita sobre o que acabou de fazer; ser um bloguista militante destas mal traçadas linhas. Saravá!
Vamos tomar um chaire em homenagem ao Jackson.

Um domingo para pensar na vida



Show da língua portuguesa!

'Um homem rico estava muito mal, agonizando. Pediu papel e caneta.
Escreveu assim:

'Deixo meus bens a minha irmã não a meu sobrinho jamais será paga
aconta do padeiro nada dou aos pobres. '

Morreu antes de fazer a pontuação. A quem deixava a fortuna? Eram
quatro concorrentes.

1) O sobrinho fez a seguinte pontuação:
Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho. Jamais será
paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.

2) A irmã chegou em seguida. Pontuou assim o escrito:
Deixo meus bens à minha irmã. Não a meu sobrinho. Jamais será
paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.

3) O padeiro pediu cópia do original. Puxou a brasa pra sardinha
dele:
Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será
paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.

4) Aí, chegaram os descamisados da cidade. Um deles, sabido, fez
esta interpretação:

Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será
paga a conta do padeiro? Nada! Dou aos pobres.

Moral da história:
"A vida pode ser interpretada e vivida de diversas maneiras. Nós é
que fazemos sua pontuação. E isso faz toda a diferença..."

Mega-Sena paga R$ 2,3 milhões em São Paulo

Apostador de Itupeva foi o único a acertar as seis dezenas.
Caixa estima que próximo prêmio será de R$ 11 milhões.
A aposta foi a única a acertar as seis dezenas da Mega-Sena e ganhou o prêmio de R$ 2.310.563,74.

Os números sorteados foram: 03 - 15 - 16 - 22 - 25 - 54.

O concurso 1.114 foi sorteado pela Caixa Econômica Federal na cidade de Manaus (AM).
Ao todo, 65 apostas acertaram a quina e receberão 19.297,02 cada. Outras 5.054 apostas acertaram a quadra e levarão R$ 354,54.
A Caixa estima que o prêmio para o próximo concurso, que acontece na próxima quarta-feira (7), vai ser de R$ 11 milhões. E o valor acumulado para o sorteio especial de fim de ano já passa dos R$ 38 milhões. A expectativa da Caixa é que esse chegue a R$ 80 milhões até dezembro.
O último sorteio da Mega-Sena, na quarta-feira (30), pagou R$ 2 milhões para dois apostadores, um do Pará e outro de São Paulo.
O valor pode render até R$ 10 mil por mês se aplicado na poupança, segundo a Caixa Econômica Federal.

Termina prazo para troca de partidos de candidatos a 2010

Prazo vale para políticos que querem se candidatar em 2010.
Troca de domicílio eleitoral também deveria ser feita até o sábado.

Terminou neste sábado (3) o prazo para a troca de domicílio eleitoral e o de filiação em partidos para os políticos que queriam se candidatar nas eleições de 2010. Os cartórios funcionaram em regime de plantão, em horários fixados pelos juízes de cada município, com autorização do Tribunal Superior Eleitoral.

Terminou também o prazo para que os partidos políticos que pretendam participar das eleições de 2010 obtivessem o registro de seus estatutos no Tribunal Superior Eleitoral.

O dia ficou marcado como a primeira data do calendário eleitoral de 2010, e as últimas semanas, pela troca de partido por ocupantes de cargos no Congresso e nos ministérios.

Nas eleições de 2010 serão eleitos o novo presidente da República, governadores dos estados, senadores, deputados federais, estaduais e distritais. O primeiro turno acontece no dia 3 de outubro de 2010. Se nenhum candidato aos cargos do Executivo alcançar a maioria absoluta dos votos, haverá segundo turno no dia 31 de outubro.

Rola na rede

FRANGA SOLTA
NA TERRA DE LAMPIÃO
Miguezim de Princesa

I
Quem tem o seu pode dar
A quem quiser ou entender.
Quem não quiser dar de graça,
Pode dar preço e vender.
Todos são livres pra amar
Do jeito que escolher.

II
Há, porém, nos dias modernos
Uma grande exibição:
Nas praças, nos shopping-centers,
Só se vê esfregação,
Um motel a céu aberto
De gente passando a mão.

III
Garotos de 12 anos
Se beijando no salão;
Coroas com bucho de chopp
Procurando azaração;
Mulheres se alisando
Numa bolha de sabão.

IV
É neste novo cenário
Onde reina a confusão,
Que o movimento gay
Aproveita a ocasião
Para ir soltar a franga
Na terra de Lampião.

V
É lá em Serra Talhada,
No coração do Sertão,
Cafundó de Pernambuco,
A terra de Lampião,
E de Inocêncio Oliveira,
Um deputado machão.

VI
Soube que André Pucinelli,
Do Mato Grosso do Sul,
Vai estar na passeata
Com uma regata azul,
Promete com Carlos Minc
Fazer grande sururu.

VII
Luiz Mott da Bahia
Já comprou um pistolão,
Uma botina de couro,
Dois punhais e um facão,
Para puxar o desfile
Vestido de Lampião.

VIII
A muié de Jaquevague
Se encheu de laços de fita,
Combinou com uma amiga,
Por sinal muito bonita,
Pra se vestir de Dadá,
Ela de Maria Bonita.

IX
Vamos ter muitos artistas
E até político arisco.
Uma fonte me contou,
Assumindo todo o risco,
Que Caetano, Gal e Gil
Vão desfilar de Corisco.

X
O dia 3 de outubro
Vai ficar assinalado,
Nos anais da nossa história,
Como o dia indigitado
Em que a terra sertaneja
Virou terra de viado.

Como se a gente não conhecesse o Lula




Numa das entrevistas, Lula disse: no ano da Olimpiada, “não serei mais presidente”. Vai ajudar, segundo disse, como cidadão brasileiro.

Será? Entre este 2009 e o 2016 dos Jogos há um 2014 de permeio. Quem conhece Lula acha que será difícil resistir.

Para o DEM, Cesar Maia trouxe Olimpíada para o Rio



Oposição faz ginástica para sair na foto do pódio olímpico

Num dia em que o triunfo do Rio de Janeiro e o prestígio internacional de Lula se fundiram no noticiário, a oposição se pôs em alerta.

PSDB, DEM e PPS apressaram-se em levar à web textos nos quais suas principais lideranças aparecem enroladas na bandeira nacional.

Em nota oficial, o DEM escreveu: “A vitória do Rio é resultado de muita luta, muita persistência, visão política e competência administrativa”.

Luta, persistência, visão e competência de quem? Ora, “do Democratas”. Mais especificamente de Cesar Maia.

“Foi Cesar Maia, ex-prefeito do Rio, que enxergou, batalhou e viabilizou esta vitória maravilhosa”, anota o partido.

O ‘demo’ Cesar Maia não estava em Copenhaque. Mas seu partido tenta, por meio de uma ginástica retórica, inseri-lo no pódio:

“O ex-prefeito e sua equipe foram à luta e fizeram do Pan a grande vitrine para garantir a vitória do Rio para as Olimpíadas 2016...”

“...Deu certo. E todos nós ganhamos”. Chama-se Rodrigo Maia o signatário da nota do DEM. Além de deputado e presidente do partido, Rodrigo é filho de Cesar, o grande.

Os 'demos' esqueceram de combinar a estratégia com o PPS, parceiro de oposição. Em sua nota, Roberto Freire também fez menção aos Jogos Pan-Americanos de 2007.

Enxergou no evento, realizado na época em que Cesar Maia era prefeito, não uma “vitrine”, mas um cenário de práticas que “devem ser varridas para sempre”.

Presidente do PPS, Freire escreveu: “Somente naquele evento, segundo o TCU, o povo arcou com um prejuízo de R$ 2,740 bilhões...”

“...Dinheiro que foi parar no bolso de corruptos”. No dizer de Freire, os malfeitos do Pan “não podem se repetir nos Jogos Olímpicos” de 2016.

Na sequência, Freire como que exclui Lula da organização da Olimpíada: “O próximo governo tem de administrar com essa preocupação...”

Tem de “coordenar a preparação dos jogos com competência e honestidade”. Antes, na abertura do texto, Freire rejubilara-se: “Parabéns, Rio! Parabéns, Brasil!”

O PSDB realçou no portal que mantém na internet a opinião de seus dois presidenciáveis. Primeiro, o governador mineiro Aécio Neves:

"É uma vitória extraordinária não só do Rio, mas uma vitória maior ainda do Brasil”.

Depois, o governador paulista José Serra: "Fiquei muito feliz. Essa vitória é muito importante para o Brasil como nação".

Ambos mencionaram os efeitos benfazejos que os jogos exercerão sobre a economia do país: investimentos estrangeiros, obras, empregos...

O choro compulsivo de Lula, suas declarações triunfalistas em Copenhague, a ginástica vocabular do DEM, o jogo de lábios do tucanato...

Levando-se tudo ao caldeirão, chega-se a uma receita incômoda. Uma maçaroca em que a política se mistura ao remo, à bola, à vela, ao tatame...

Qual o problema? O problema é que, submetida à movimentação dos atletas da urna, a galera já não pode nem torcer em paz.

- PS.: Ilustração via Correio Popular.

Escrito por Josias de Souza às 06h08

Penso eu: Tem um amgio meu, lá em MInas, ce num conhece, não, que chama isso de canaiáda. Pois num é que é mesmo.

A oposição exagera no chá de sumiço e fica bêbada




Os conservadores brasileiros, como se sabe, depuseram as lanças. Tanto que, para 2010, já foi baixado um decreto: não haverá “trogloditas de direita” na cédula.



Na esfera empresarial, sucumbiu o Paulo Skaf. Porta-estandarte do bloco anti-CPMF, último herói da resistência, o ex-capitalista é agora um neosocialista.



Na arena política, o PSDB revela-se capaz de tudo. Menos de se contrapor à gestão Lula. Dedica-se a outras prioridades.



Cuida dos cotovelos ralados de FHC. Zela para que Serra e Aécio, em meio ao lufa-lufa interno, não se biquem além do necessário.



De resto, o tucanato mata o tempo apartando brigas de vizinhos no interior e promovendo seminários temáticos nas capitais.



São encontros de grande utilidade. Já resultaram, por exemplo, na confecção de uma cartilha sobre o Bolsa Família. Anota: “É coisa nossa!”



Como política e vazio são irreconciliáveis, o papel de oposição mudou de mãos. No Brasil dos dias que correm, é exercido por dois personagens inusitados.



Um deles é o TCU. O outro, o presidente golpista de Honduras, Roberto Micheletti. A propósito, dissemina-se pelos subterrâneos do Planalto uma teoria conspiratória.



O TCU e o Micheletti teriam firmado um pacto. Um, agindo desde o exterior, tenta provar que quem manda no Brasil é o Hugo Chávez, não Lula.



Outro trama aqui dentro. Varre a cozinha da administração pública à procura de encrenca. Joga luz sobre os malfeitos das obras. Já mira o Rio-2016.



Auxiliares de Lula receberam uma informação bombástica: a parceria entre TCU e Micheletti teria sido firmada num encontro secreto realizado em Tegucigalpa.



A reunião teria sido registrada em vídeo. Num trecho, Micheletti exibe ao TCU uma fita em que Hugo Chavez declara que sua candidata é a Dilma.



Noutro pedaço, o vídeo mostra o instante em que o TCU entrega a Micheletti cópia de seu último relatório sobre as irregularidades do PAC.



A Abin foi acionada para tentar obter uma cópia da peça. De resto, os espiões do governo perscrutam o passado de Micheletti.



O TCU é velho conhecido. Mas sabe-se pouco, quase nada, da vida pregressa do gopista hondurenho. Diz-se que é filho de uma cruza de italiano com índia.



Na juventude, a Abin já está levantando, Micheletti teria militado num grupo de skinheads. Consta que foi visto tirando meleca do nariz num restaurante.



Mais e pior: manteria no quintal de casa um viveiro de tucanos. Diz-se que teriam sido contrabandeados da Amazônia. Para a Abin, foram capturados em Brasília.



No curso da operação montada para desnudar a conexão TCU-Micheletti, a Abin esbarrou num terceiro personagem: Ciro Gomes.



Um agente secreto flagrou-o numa encruzilhada, realizando um ritual de quimbanda. Acomodava uma galinha preta e um charuto ao lado de uma foto.



A fotografia estava apinhada de lideranças da tribo dos petês e da etnia dos pemedebês. Ciro girava ao redor do despacho.



Trazia o cenho crispado. Pingavam-lhe dos lábios duas expressões intercaladas: 1) “Aliança espúria”; 2) “Frouxidão moral”.



O espião só se acalmou no instante em que Ciro retirou do bolso da túnica que lhe recobria os ombros um boneco de pano com a cara do Serra.



Ele espetava agulhas no fantoche. E gritava: “É feio pra caramba. Mais na alma do que na cara!” A Abin decidiu excluir Ciro do rol de suspeitos.



A Agência verificaria o acerto da providência ao constatar, dias depois, que Ciro é, em verdade, um candidato multiuso a serviço de Lula.



Pode virar, a qualquer momento, um agente de Brasília infiltrado na São Paulo de Serra, o feio. Os espiões passaram a se referir a Ciro com carinho: “É gente nossa”.



A Agência Brasileira de Inteligência já produziu um primeiro esboço de seu relatório. O texto não deixa margem à dúvida.



Eis a conclusão: exceto pelo TCU e por Micheletti, a oposição brasileira sumiu. Há os ‘demos’ e a turma do Roberto Freire, o texto ressalva. Mas ninguém lhes dá ouvidos.


Escrito por Josias de Souza às 16h47

Grande Prêmio do Japão



Vettel vence GP de Suzuka, mas Button fica a um 3º lugar do título

Rubens Barrichello chegou a Suzuka com objetivo de evitar que Jenson Button fosse campeão e, se possível, diminuir a vantagem para o líder da temporada. Apesar de conseguir cumprir a sua tarefa, quem roubou a cena neste domingo foi Sebastian Vettel. Em um fim de semana impecável, o piloto da Red Bull saiu na pole position, venceu o GP do Japão de ponta a ponta, e voltou a ter um pingo de esperança de conquistar o título da Fórmula 1.


Vettel venceu o GP de Suzuka, seguido por Trulli e Lewis Hamilton

Mesmo chegando em oitavo, Button precisa de um 3º lugar para vencer

"Está bem melhor agora e ainda é possível. É uma pena que restam apenas duas corridas, mas a vida é assim", comentou Vettel, logo após a sua vitória em Suzuka.

Apesar de ter chegado em oitavo lugar e marcado apenas um ponto, o pior resultado entre os postulantes ao título, Button segue com larga vantagem para ser campeão. Para não depender de nenhum resultado dos seus adversários, basta o piloto inglês da Brawn GP chegar na terceira colocação no GP do Brasil, que acontecerá no próximo dia 18.

Barrichello, que foi o sétimo, chegou a 71 pontos e ficou 14 atrás do seu companheiro de equipe.

"Sofri com o acerto do carro, estava duro. Acho que fui agressivo. Tive uma certa melhora e terminei na frente do Button, mas o safety car ainda deu uma posição ao Rosberg. É assim que tem que ser", analisou Rubinho, em entrevista à TV Globo.

Já Vettel, que conquistou a sua quarta vitória na carreira, somou mais dez pontos na competição e foi aos 69.

Logo na largada, Vettel mostrou que seu carro estava bem ajustado, ao segurar a ponta com tranquilidade. Da mesma forma, Rubens Barrichello, que depois de ser punido e ter "parte" da sua penalidade retirada, largou na sexta posição e conseguiu se manter na mesma colocação.

Na 17ª volta, Button foi para os boxes e, na seguinte, foi a vez de Barrichello e Vettel. As paradas, no entanto, não surtiram maiores efeitos na pista, já que o alemão da Red Bull continuou na frente.

Realizando uma corrida sem muitos riscos, Barrichello demonstrava rendimento abaixo dos seus rivais diretos pela posição, entre eles Button.

Quando Barrichello foi para os boxes, o brasileiro foi ultrapassado por Rosberg e caiu para a sétima posição. Logo depois, Alguersuari sofreu um acidente e o safety car foi acionado. O piloto da Williams, então, foi para o pit stop e, quando retornou, seguiu à frente do piloto da Brawn GP.

Após cinco voltas com o safety car, e restando seis para o fim da prova, Barrichello passou a ser pressionado por Button, que estava na oitava colocação. Mesmo assim, o brasileiro conseguiu segurar a sua posição e terminou o GP do Japão à frente do seu companheiro de equipe. Vettel acabou na frente, seguido por Trulli e Hamilton.

ANÁLISES DOS ESPECIALISTAS
"Ficou (muito mais) difícil para Barrichello. O Mundial, mais uma vez, deve terminar no Brasil".
"Foi uma corrida muito chata."

BLOG DO FÁBIO SEIXAS
PODCAST DO TÉO JOSÉ
Resultado final:

1°. Sebastian Vettel (ALE/Red Bull), 67 voltas em 1h28min20s443
2°. Jarno Trulli (ITA/Toyota), a 4s877
3°. Lewis Hamilton (ING/McLaren), a 6s472
4°. Kimi Raikkonen (FIN/Ferrari), a 7s940
5°. Nico Rosberg (ALE/Williams), a 8s793
6°. Nick Heidfeld (ALE/BMW), a 9s509
7°. Rubens Barrichello (BRA/Brawn), a 10s641
8°. Jenson Button (ING/Brawn), a 11s474
9°. Robert Kubica (POL/BMW), a 11s777
10°. Fernando Alonso (ESP/Renault), a 13s065
11°. Heikki Kovalainen (FIN/McLaren), a 13s735
12°. Giancarlo Fisichella (ITA/Ferrari), a 14s596
13°. Adrian Sutil (ALE/Force India), a 14s959
14°. Vitantonio Liuzzi (ITA/Force India), a 15s734
15°. Kazuki Nakajima (JAP/Williams), a 17s973
16°. Romain Grosjean (FRA/Renault), a 1 volta
17°. Mark Webber (AUS/Red Bull), a 2 voltas

Não completaram:

Jaime Alguersuari (ESP/Toro Rosso), 43 voltas/batida
Sébastien Buemi (SUI/Toro Rosso), 10 voltas/abandono