País tem 37,5 mil novos casos de hepatite por ano
O primeiro levantamento feito no Brasil para identificar o número de infectados pelos quatro tipos de hepatite revelou que foram notificados, de 1999 a 2008, 374.837 casos da doença.
São cerca de 37,5 mil novos casos por ano. O estudo constatou ainda que cerca de 127 mil pessoas desenvolveram a hepatite B de aguda e crônica. Segundo o Ministério da Saúde, 25% dos casos mais graves desenvolvem doenças como cirrose e levam à morte.
A hepatite B, das mais graves, está espalhada pelo Brasil. Para estar imune à doença, é preciso tomar três doses da vacina. Crianças e adolescentes são mais suscetíveis e, se contraem o vírus, correm maior risco de desenvolver um quadro crônico. O governo considera baixa a cobertura de jovens até 19 anos: 63% foram vacinados.
— É uma cobertura baixa, e que precisa ser ampliada — disse Mariângela Simão, coordenadora do Programa DST Aids e Hepatites Virais do ministério.
Segundo o governo, os dados mostram que o índice de prevalência da doença no Brasil é menor do que o estimado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que estava próximo aos 8% da população.O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, disse que o índice da infecção de hepatite no país é inferior a 1%.
Temporão anunciou ontem protocolo para distribuir medicamentos para o tratamento da doença na rede pública. Os remédios estarão disponíveis nas unidades de saúde no primeiro trimestre de 2010.
Três novos medicamentos, já usados no combate à Aids, estarão à disposição dos médicos para serem usados no tratamento: tenofovir, entecavir e adefovir.
Deu em O Globo
oposição defende punição mais rigorosa para traficantes
Um dia após o ministro da Justiça, Tarso Genro, defender o endurecimento das punições para grandes traficantes, o senador Demóstenes Torres (DEM-GO) disse que apresentará hoje na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) parecer propondo o aumento do prazo para progressão de regime a condenados por tráfico, entre outros crimes hediondos.
Pela proposta, condenados por crimes hediondos só poderiam pleitear progressão de regime depois de cumprir pelo menos metade da pena.
Reincidentes só teriam direito ao benefício depois de cumprir dois terços da pena. Hoje, o condenado por tráfico pode pedir o benefício depois de dois quintos da pena, cerca de 40% do tempo de cadeia fixado em sentença. Ou seja, se for condenado a dez anos, após quatro já tem direito à progressão para regime semi-aberto.
O povo corajoso
Um dia após o ministro da Justiça, Tarso Genro, defender o endurecimento das punições para grandes traficantes, o senador Demóstenes Torres (DEM-GO) disse que apresentará hoje na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) parecer propondo o aumento do prazo para progressão de regime a condenados por tráfico, entre outros crimes hediondos.
Pela proposta, condenados por crimes hediondos só poderiam pleitear progressão de regime depois de cumprir pelo menos metade da pena.
Reincidentes só teriam direito ao benefício depois de cumprir dois terços da pena. Hoje, o condenado por tráfico pode pedir o benefício depois de dois quintos da pena, cerca de 40% do tempo de cadeia fixado em sentença. Ou seja, se for condenado a dez anos, após quatro já tem direito à progressão para regime semi-aberto.
O povo corajoso
A história do veado
Explica o locutor da madrugada na Rádio Verdes MAres, a origem desse negócio de viado. Diz ele, Moreira Brito, que leu em algum lugar que um veado, que aos 24 anos de idade não tiver coberto uma corsa, será devidamente coberto por outro veado. Aí a negrada no Brasil trocou o "e" pelo "i", chamou todo mundo de viado e deu ao numero 24, no jogo do bicho, o título máximo.
Por isso Falcão, o nosso letrista maior canta:
Menino é menino
Ladrão é ladrão e
Viado é viado...
E vivam todos os baitolas, enrustidos, ou não!
Por isso Falcão, o nosso letrista maior canta:
Menino é menino
Ladrão é ladrão e
Viado é viado...
E vivam todos os baitolas, enrustidos, ou não!
Tá no Claudio HUmberto de hoje
Faltou ‘sensibilidade’
O cargo de ministro da Cultura de Itamar Franco inflou o ego do diplomata José Jerônimo Moscardo de Souza, que certa vez achou de criticar a “falta de sensibilidade social” do ministro da Fazenda, Fernando Henrique. No dia seguinte, FHC topou com o espaçoso Jerônimo na ante-sala do presidente.
- Olá, meu querido! – exclamou o diplomata, de pouca sensibilidade política.
- “Meu querido” uma ova! – reagiu FHC – estou aqui pra pedir a sua cabeça!
Pediu e Itamar a entregou na bandeja: Jerônimo foi despachado para a Unesco. FHC não ficou satisfeito: já presidente, transferiu-o para Bucareste (Romênia), considerado o pior posto da diplomacia, na Europa.
Penso eu: Agora entendo porque que o Messias Pontes só chama Efe Agá Ce de "COISAA RUIM'. O cara além de tudo é rancoroso.
O cargo de ministro da Cultura de Itamar Franco inflou o ego do diplomata José Jerônimo Moscardo de Souza, que certa vez achou de criticar a “falta de sensibilidade social” do ministro da Fazenda, Fernando Henrique. No dia seguinte, FHC topou com o espaçoso Jerônimo na ante-sala do presidente.
- Olá, meu querido! – exclamou o diplomata, de pouca sensibilidade política.
- “Meu querido” uma ova! – reagiu FHC – estou aqui pra pedir a sua cabeça!
Pediu e Itamar a entregou na bandeja: Jerônimo foi despachado para a Unesco. FHC não ficou satisfeito: já presidente, transferiu-o para Bucareste (Romênia), considerado o pior posto da diplomacia, na Europa.
Penso eu: Agora entendo porque que o Messias Pontes só chama Efe Agá Ce de "COISAA RUIM'. O cara além de tudo é rancoroso.
Tasso já admite mudar o parecer contra a Venezuela

Relator do protocolo sobre o ingresso da Venezuela no Mercosul, o senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) começou a flertar com o recuo.
Há 15 dias, posicionara-se contra a admissão da Venezuela no mercado comum. Alegara razões políticas, não econômicas.
Fizera restrições ao modelo “bolivariano” de Hugo Chávez, que considera antidemocrático. Nesta terça (26), o grão-tucano piscou.
Pela primeira vez, admitiu rever o seu parecer. Deu-se na esteira de um depoimento do prefeito de Caracas, Antonio Ledezma (na foto).
Maior expoente da oposição a Chávez, Ledezma disse aos senadores brasileiros que, acima do governo do seu desafeto, está o Estado venezuelano.
A exemplo de Tasso, Ledezma era contrário ao ingresso da Venezuela no Mercosul. Em carta enviada a José Sarney, defendera, em março, a rejeição do protocolo.
Mudou de idéia. “Creio na necessidade da Venezuela retomar suas relações nas comunidades de nações", disse.
O tema vai a voto no Senado nesta quinta (29). Primeiro na Comissão de Relações Exteriores. Depois, no plenário.
Majoritário nos dois colegiados, o governo dá como favas contadas a aprovação do protocolo, já referendado pela Câmara.
Assim, ou Tasso negocia ou será vencido. Líder de Lula no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR) já providenciou um relatório paralelo. Sarney continua pregando contra.
Deu no Josias de Souza
Penso eu: Será que o Galego corre do pau?
As manchetes desta quarta
- Globo: Apreensão de crack sobe 542% em um ano no Rio
- Estadão: Bancos voltam a aumentar os juros
- JB: Rio seguro exige verbas urgentes
- Correio Braziliense: Apagões em série irritam brasiliense
- Valor: Pacote de Lula tenta pôr fim à disputa do Código Florestal
- Estadão: Bancos voltam a aumentar os juros
- JB: Rio seguro exige verbas urgentes
- Correio Braziliense: Apagões em série irritam brasiliense
- Valor: Pacote de Lula tenta pôr fim à disputa do Código Florestal
Serra quer Aecinho de vice
Em público, José Serra esquiva-se de assumir a candidatura presidencial. E nega o desejo de compor com Aécio Neves uma chapa puro sangue do tucanato.
Em privado, o governador de São Paulo desdiz tudo o que afirma sob holofotes. Sua posição foi acomodada em pratos asseados há oito dias.
Serra reuniu-se em Brasília com dois aliados –um grão-tucano e um dirigente do DEM. Foi à mesa o desconforto dos ‘demos’ com as hesitações do governador.
O interlocutor do DEM foi ao ponto:
— O partido sente insegurança na sua candidatura. Não sabemos se você é o candidato ou não. Você é o candidato?
— Eu sou o candidato, Serra respondeu.
O dirigente ‘demo’ emendou uma segunda pergunta:
— Posso dizer isso à minha tropa?
— Pode dizer, Serra completou, em timbre categórico.
Na sequência, sem que ninguém o provocasse, Serra disse que, a depender do seu desejo, Aécio Neves vai à chapa de 2010 na condição de vice.
Serra foi lembrado acerca do óbvio: é preciso combinar com os russos. No caso do PSDB, o "russo" é mineiro.
Recordou-se a Serra que o governador Aécio Neves recusa o papel secundário na chapa. Prefere ser protagonista no Senado a coadjuvante no Planalto.
Serra concordou. Mas deu a entender que não jogou a toalha. Espera que a conjuntura quebre as resistências de Aécio.
Nesta terça (27), de passagem por Brasília, Aécio foi à mesa de almoço com o presidente do DEM, Rodrigo Maia (RJ).
O mesmo Rodrigo que, nos últimos dias, destila irritação com Serra nas páginas dos jornais. Um veneno que revigorou Aécio.
Conversaram sobre a antecipação do calendário eleitoral. Coisa imposta por Lula, que corre o país com a presidenciável oficial Dilma Rousseff.
Aécio repisou uma tecla que vem pressionando há semanas: acha que o PSDB precisa se definir, no máximo, até janeiro de 2010.
Na reunião reservada de uma semana atrás, Serra dissera que não contempla a hipótese de levar a candidatura à vitrine antes de março de 2010.
Trata-se de grave erro, na opinião de Rodrigo Maia, endossada por um pedaço expressivo do DEM.
No almoço com o presidente ‘demo’, o “russo” de Minas disse que não abre mão do menos elástico.
Aécio deu a entender que, à falta de uma definição no tempo que considera razoável, vai cuidar da vida. Significa dizer que voltará os olhos para o Senado.
Além de avistar-se com Rodrigo Maia, Aécio desperdiçou um pedaço do seu tempo em Brasília em conversas com lideranças do seu partido.
Repetiu ao tucanato: não será vice de Serra. Para usar as palavras do governador mineiro: não vai a 2010 “na garupa de ninguém”.
Também nesta terça (27), o senador Eliseu Resende (DEM-MG) revelou, numa reunião da bancada ‘demo’, uma suspeita.
Coisa recolhida nos subterrâneos da política de Minas: descartado como alternativa presidencial, Aécio tentaria emplacar um outro candidato a vice mineiro.
Segundo Eliseu, Aécio trabalharia para empurrar para dentro da chapa de Serra o atual vice-presidente do PPS, Itamar Franco. Uma ideia que deixa a tribo 'demo' de cabelos hirtos.
Do Josias de Souza
Em privado, o governador de São Paulo desdiz tudo o que afirma sob holofotes. Sua posição foi acomodada em pratos asseados há oito dias.
Serra reuniu-se em Brasília com dois aliados –um grão-tucano e um dirigente do DEM. Foi à mesa o desconforto dos ‘demos’ com as hesitações do governador.
O interlocutor do DEM foi ao ponto:
— O partido sente insegurança na sua candidatura. Não sabemos se você é o candidato ou não. Você é o candidato?
— Eu sou o candidato, Serra respondeu.
O dirigente ‘demo’ emendou uma segunda pergunta:
— Posso dizer isso à minha tropa?
— Pode dizer, Serra completou, em timbre categórico.
Na sequência, sem que ninguém o provocasse, Serra disse que, a depender do seu desejo, Aécio Neves vai à chapa de 2010 na condição de vice.
Serra foi lembrado acerca do óbvio: é preciso combinar com os russos. No caso do PSDB, o "russo" é mineiro.
Recordou-se a Serra que o governador Aécio Neves recusa o papel secundário na chapa. Prefere ser protagonista no Senado a coadjuvante no Planalto.
Serra concordou. Mas deu a entender que não jogou a toalha. Espera que a conjuntura quebre as resistências de Aécio.
Nesta terça (27), de passagem por Brasília, Aécio foi à mesa de almoço com o presidente do DEM, Rodrigo Maia (RJ).
O mesmo Rodrigo que, nos últimos dias, destila irritação com Serra nas páginas dos jornais. Um veneno que revigorou Aécio.
Conversaram sobre a antecipação do calendário eleitoral. Coisa imposta por Lula, que corre o país com a presidenciável oficial Dilma Rousseff.
Aécio repisou uma tecla que vem pressionando há semanas: acha que o PSDB precisa se definir, no máximo, até janeiro de 2010.
Na reunião reservada de uma semana atrás, Serra dissera que não contempla a hipótese de levar a candidatura à vitrine antes de março de 2010.
Trata-se de grave erro, na opinião de Rodrigo Maia, endossada por um pedaço expressivo do DEM.
No almoço com o presidente ‘demo’, o “russo” de Minas disse que não abre mão do menos elástico.
Aécio deu a entender que, à falta de uma definição no tempo que considera razoável, vai cuidar da vida. Significa dizer que voltará os olhos para o Senado.
Além de avistar-se com Rodrigo Maia, Aécio desperdiçou um pedaço do seu tempo em Brasília em conversas com lideranças do seu partido.
Repetiu ao tucanato: não será vice de Serra. Para usar as palavras do governador mineiro: não vai a 2010 “na garupa de ninguém”.
Também nesta terça (27), o senador Eliseu Resende (DEM-MG) revelou, numa reunião da bancada ‘demo’, uma suspeita.
Coisa recolhida nos subterrâneos da política de Minas: descartado como alternativa presidencial, Aécio tentaria emplacar um outro candidato a vice mineiro.
Segundo Eliseu, Aécio trabalharia para empurrar para dentro da chapa de Serra o atual vice-presidente do PPS, Itamar Franco. Uma ideia que deixa a tribo 'demo' de cabelos hirtos.
Do Josias de Souza
STF mantém liberdade a acusado de desviar R$ 70 milhões no governo Rosinha
O STF (Supremo Tribunal Federal) manteve nesta terça-feira a decisão que libertou da prisão Itamar Guerreiro, ex-subsecretário de Infraestrutura da Secretaria de Saúde do Estado do Rio de Janeiro, acusado de desviar R$ 70 milhões do governo fluminense durante a gestão da ex-governadora Rosinha Garotinho (PMDB), atual prefeita de Campos dos Goytacazes (RJ).
A decisão é da Segunda Turma do STF ao julgar o mérito do habeas corpus concedido em agosto de 2008 pelo ministro Celso de Mello. A decisão também beneficia os demais réus acusados no mesmo processo.
O ex-subsecretário foi acusado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro pelos crimes de formação de quadrilha, uso de documentos falsos, falsidade ideológica, dispensa indevida de licitação e peculato (quando um funcionário público usa o cargo para obter algum bem ou valor).
Quando concedeu a liminar, o ministro ressaltou que, para decretar a prisão, a juíza de primeira instância "apoiou-se em elementos insuficientes, destituídos de base empírica idônea".
Na avaliação do ministro, a justificativa da magistrada --necessidade de garantia da ordem pública, sem a devida fundamentação-- não se ajusta aos critérios adotados pelo STF para justificar uma medida tão séria como é a da privação da liberdade.
E teria o que comentar?
A decisão é da Segunda Turma do STF ao julgar o mérito do habeas corpus concedido em agosto de 2008 pelo ministro Celso de Mello. A decisão também beneficia os demais réus acusados no mesmo processo.
O ex-subsecretário foi acusado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro pelos crimes de formação de quadrilha, uso de documentos falsos, falsidade ideológica, dispensa indevida de licitação e peculato (quando um funcionário público usa o cargo para obter algum bem ou valor).
Quando concedeu a liminar, o ministro ressaltou que, para decretar a prisão, a juíza de primeira instância "apoiou-se em elementos insuficientes, destituídos de base empírica idônea".
Na avaliação do ministro, a justificativa da magistrada --necessidade de garantia da ordem pública, sem a devida fundamentação-- não se ajusta aos critérios adotados pelo STF para justificar uma medida tão séria como é a da privação da liberdade.
E teria o que comentar?
Construtor do Ano é da Marquise

O empresário Erivaldo Arraes é o Construtor do Ano. A escolha foi feita pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Ceará (Sinduscon), que marcou a festa de entrega da premiação para 27 de novembro, no La Maison Dunas.
O presidente da entidade, Roberto Sérgio, acrescenta que a Marquise, comandada por Erivaldo e José Carlos Pontes, é a Construtora do Ano.
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