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Nota oficial da Prefeitura de Fortaleza

A Prefeitura Municipal de Fortaleza vem a público manifestar seu repúdio ao ato criminoso que resultou no incêndio em uma das portas do prédio do Paço Municipal, além de danos a outros equipamentos e peças do patrimônio do Município.
A edificação, tombada pelo Departamento Histórico e Cultural de Fortaleza e que ainda conserva características do início do século XIX, quando foi construída, é um patrimônio da Cidade de Fortaleza e não pode ser objeto dos excessos que hoje acompanham algumas das manifestações em curso em várias cidades brasileiras.
O Código Penal Brasileiro tipifica o crime de dano ao patrimônio público, com pena de detenção de seis meses a três anos e multa, sempre que for cometido “contra o patrimônio da União, Estado, Município, empresa concessionária de serviços públicos ou sociedade de economia mista”.
Com essa fundamentação legal, a Prefeitura de Fortaleza reafirma o propósito de manter-se na defesa intransigente da preservação do patrimônio histórico e público e anuncia que já tomou todas as medidas necessárias para acompanhar o processo de apuração policial e identificação dos autores desse crime contra o patrimônio da Cidade, ao mesmo tempo em que busca a punição cabível a quem pratica esse tipo de ato criminoso.
Com a mesma determinação com que defende a livre manifestação, a Prefeitura de Fortaleza vai sempre atuar para coibir atos que violentem as nossas referencias de Nação ancorada na democracia, por entender que o regime democrático não tolera quem não se submete aos ditames das leis, das regras da convivência civilizada, do respeito à história e ao patrimônio de sua gente.

ISto está na FOlha. Tem carne debaixo desse angu.

AGITADORES COMUNISTAS ATACAM E INCENDEIAM CLUBE MILITAR NO RIO DE JANEIRO

 
Cena do centro do Rio de Janeiro esta noite desta segunda-feira (Foto do site de O Globo)
Manifestantes mascarados colocaram fogo no Clube Militar e em um ônibus no centro do Rio na noite desta segunda-feira (7). Localizado na esquina da avenida Rio Branco com rua Santa Luzia, o clube foi atingido por um coquetel molotov. Parte da sobreloja do clube está em chamas.
Na praça da Cinelândia, diante do clube, o cenário é de confronto entre manifestantes mascarados e policiais militares. Às 20h10, o grupo avançou contra os PMs atirando coquetéis molotov e fogos de artifício. Os manifestantes quebram telefônicos públicos e colocam fogo em lixo espalhado no meio da avenida.
Atualmente, o clube é local de reunião de militares da reserva e de seus familiares. Todos os anos, os sócios fazem questão de comemorar o 31 de março, dia que apontam como o início do que chamam de governo militar (1964 - 1985). Os dirigentes do clube chegaram a criar uma comissão, em 2012, para acompanhar os trabalhos da Comissão da Verdade criada pelo governo federal.
O ônibus também foi alvo de coquetéis molotov na avenida Rio Branco, próximo ao Aterro do Flamengo. Após colocar fogo no veículo, o grupo o empurrou contra um restaurante, já fechado. Bombeiros combatem as chamas no local. Principal via do Centro do Rio, a avenida Rio Branco permanece interditada ao trânsito. Do site da Folha de S. Paulo

Aualização necrológica

Fechadas as contas somaram-se 41 assassinatos no final de semana em todo o Ceará. Isso ainda não é guerra civil. É, tambem, estupidez.

No popular, Dilma recebeu Ratinho

No Ratinho, Dilma diz que cancelou visita aos EUA porque Obama não cumpriu promessas

  • Roberto Stuckert Filho/PR
    Presidente da República, Dilma Rousseff, é entrevistada pelo apresentador do SBT Ratinho, durante encontro no Palácio da Alvorada, em Brasília Presidente da República, Dilma Rousseff, é entrevistada pelo apresentador do SBT Ratinho, durante encontro no Palácio da Alvorada, em Brasília
Em entrevista ao apresentador Ratinho exibida nesta segunda-feira (7), a presidente Dilma Rousseff afirmou que foi obrigada a cancelar a visita oficial que faria aos Estados Unidos porque o chefe do Executivo norte-americano, Barack Obama, não cumpriu as medidas com as quais teria se comprometido para acabar com a espionagem contra o Brasil.
Telefonemas e e-mails do Ministério de Minas e Energia
O apresentador Ratinho, apelido de Carlos Massa, questionou Dilma da conversa entre ela e Obama acerca do episódio. A mandatária respondeu que foi uma conversa de "chefes de Estado", com mesmo teor do que foi dito por ela durante discurso na última Assembleia Geral da ONU (Organização das Nações Unidas).
Segundo Dilma, o Brasil cobrou dos Estados Unidos desculpas e o compromisso de que a espionagem não mais iria ocorrer. "Queria desculpas e o compromisso de que isso não iria mais acontecer. Como ele [Obama] não me garantiu isso, disse a ele que não tinha condições políticas de fazer uma visita de chefe de Estado", afirmou a presidente.
Dilma afirmou que dias antes, durante encontro do G-20 em São Petesburgo, na Rússia, Obama havia se comprometido a cessar a espionagem. "É inadmissível esse tipo de relação entre países. Afeta os direitos humanos, civis, a privacidade das pessoas, o interesse de empresas brasileiras, afeta a nossa soberania", disse.
"Que historia é essa de ficar sondando? Não tem nenhum dado de que aqui tinha atuação terrorista", questionou Dilma.
Em seguida, a presidente afirmou que o fato de as informações sobre a espionagem terem vindo à tona após as denúncias do ex-agente da NSA (agência de segurança dos EUA) Edward Snowden torna a história "desagradável".
"Sabe o que é muito desagradável nessa história toda? Quem vaza é um rapaz que não tem mais de 25 anos, um rapaz que estava na área de inteligência há quatro ou cinco meses. Como é que uma pessoa dessa consegue dados de tantos Estados?", questionou.

Protestos

Sobre os protestos ocorridos em junho, Dilma afirmou que os vê "com uma visão muito positiva". "Elas fazem parte do processo de democracia e de inclusão social". Afirmou também que, não fossem os atos, o Congresso não teria destina os royalties do pré-sal para educação.
"Essa força das manifestações levaram a gente ter muitas conquistas", disse. "Dificilmente sem a manifestação de junho conseguiríamos os royalties para a educação."

'Mais Médicos'

Dilma também credita aos protestos a implantação do "Mais Médicos", programa que inclui a contratação de médicos estrangeiros. A presidente saiu em defesa da vinda dos médicos estrangeiros, mas admitiu que o programa não resolverá os problemas da saúde pública. "O Mais Médicos não resolve o problema da saúde", afirmou. "Também é verdade que não adianta ter os locais, os equipamentos e não ter os médicos."
A mandatária disse ainda que "as pessoas pedem o atendimento humanizado" e que as doenças que acometem a maioria da população são tratadas no posto médico. "Diabetes, pressão alta, asma bronquite e diarreia, são doenças que você pode atender na atenção básica, no posto médico."

Reeleição

Dilma tergiversou ao ser indagada sobre a candidatura à reeleição no ano vem. "Olha, eu tenho uma vantagem, em relação a qualquer outra pessoa, sabe qual é? Antes de ser candidata, eu sou presidente até 31 de dezembro de 2014. Ontem, por exemplo, um repórter me perguntou se eu estou fazendo campanha eleitoral. Eu disse que não, eu sou presidente, antes de querer ser eleita, eu tenho que exercer a minha presidência."

Copa do Mundo

Questionada sobre a aplicação de recursos públicos na Copa do Mundo, Dilma afirmou que não houve uso de dinheiro do governo federal na construção de estádios. "Em todos os 12 estádios, colocamos financiamento (...) do Orçamento Geral da União, não colocamos nenhum tostão. Colocamos sim em obras de mobilidade e segurança. Tudo isso vai ficar para o país.

Questões íntimas

Na entrevista, a presidente, provocada pelo apresentador, falou também de questões de foro íntimo. Disse se sentir sozinha quando está recolhida no Alvorada e afirmou que sente falta de andar na rua. "A gente fica [sozinha] sim, Ratinho. Se há um prazer na vida que todo mundo tem é andar na rua"
Dilma citou um episódio em que pediu ao general Marcos Antônio Amaro, que chefia sua segurança, para caminhar na praça da Liberdade, no centro de Belo Horizonte. A mandatária contou que gosta de comer "mexidão" e ir ao cinema, o que evita "para não incomodar as pessoas."
A presidente afirmou ainda gostar de ler até "bula de remédio" e disse que prefere "livro com papel e cheiro" aos e-books. "O dia que falarem pra mim 'vai acabar o livro', vou lutar para não acabar."
Ao final da entrevista, a presidente percorreu as dependências do Alvorada com o apresentador.

Não tolde a água que um dia vai beber

Há seis meses, Marina afirmou não ver diferenças entre Campos, Dilma e Aécio

  • Ueslei Marcelino/Reuters
    Marina Silva e Eduardo Campos, durante ato de filiação da ex-senadora ao PSB Marina Silva e Eduardo Campos, durante ato de filiação da ex-senadora ao PSB
A ex-senadora Marina Silva, recém-filiada ao PSB após o fracasso na criação do seu partido, o Rede Sustentabilidade, afirmou, em entrevista ao jornal "O Estado de S. Paulo" em março deste ano, que o governador de Pernambuco e pré-candidato à Presidência da República, Eduardo Campos, com quem articulou seu ingresso na legenda, não apresentava diferenças com relação à presidente Dilma Rousseff e ao tucano Aécio Neves.
A afirmação foi feita no momento em que Marina criticava a precocidade do debate eleitoral. "Antecipação da eleição leva para uma agenda do imediatismo que não nos dá o tempo para colocar termos de referência claros. Qual a diferença se for Aécio Neves, Eduardo Campos ou a Dilma? Tem diferença em relação ao modelo de desenvolvimento? Me parece que até agora todos estão no mesmo diapasão."
No último sábado (5), durante a assinatura de sua filiação ao PSB, Marina se confundiu e afirmou que se tratava de uma "coligação pragmática". A ex-senadora prontamente corrigiu a afirmação e disse tratar-se se uma "coligação programática". Acrescentou, na sequência, que a ideia da Rede não estava abandonada.
Além de Marina, outras figuras de peso que iriam aderir à Rede se filiaram ao PSB, como os deputados federais Walter Feldman (ex-PSDB-SP) e Alfredo Sirkis (ex-PV-RJ).
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O ex-senador piauiense Heráclito Fortes, ex-DEM, ingressou no PSB Alan Marques/Folhapress - 20.mar.2009

Código florestal

As regras de filiação da Rede vetavam o ingresso no partido de quem votou a favor do novo Código Florestal, aprovado pelo Congresso em 2012. Encabeçada por ruralistas, a proposta encontrou forte rejeição nos movimentos sociais e ambientalistas, entre eles Marina Silva, que se engajou na campanha pela rejeição da medida.
Na primeira votação da matéria na Câmara, em março de 2011, 27 dos 30 deputados federais do PSB foram favoráveis ao projeto do deputado Aldo Rebelo (PC do B-AL). Apenas o PV, partido de Marina na época, o PSOL votaram integralmente contra o texto –no PT, 37 dos 43 deputados foram contrários.
O Senado votou um texto considerado mais equilibrado, em dezembro de 2011, com relatoria do senador Jorge Viana (PT-AC), Três dos quatro senadores socialistas votaram a favor da matéria --novamente apenas PV e PSOL foram contrários.
Já em segunda votação na Câmara, a matéria foi alterada e passou a englobar mais elementos defendidos pelos ruralistas. Desta vez, nove deputados do PSB foram favoráveis ao texto e 16 contrários.

Alianças nos Estados

O ingresso de políticos do DEM ao PSB, como o ex-senador Heráclito Fortes (PI) e o ex-deputado federal Paulo Bornhausen (SC) --filho de Jorge Bornhausen--, também pode atrapalhar as relações dos egressos da Rede e inviabilizar alianças nos Estados.
Questionada, Marina afirmou que seu ingresso no partido não significa a fusão da Rede com o PSB e que o apoio às candidaturas no Estados será analisado caso a caso.
"A Rede não está se fundindo, está se dispondo à construção de um processo para mudar o Brasil. Não está dizendo que vai apoiar candidatura X, Y ou Z nesse ou naquele estado. Em 2010 eu apoiei candidatos do PSB, PT, PC do B e vários partidos."

Agora a Febem poderá fazer a pós-graduação das mini-agressoras


Polícia apreende adolescentes que assaltaram e esfaquearam jovem médica

A polícia prendeu na tarde desta segunda-feira (7), as três adolescentes que assaltaram e esfaquearam uma médica de 23 anos, na Praia do Futuro, em Fortaleza. A jovem foi abordada quando saía de uma barraca de praia e seguia em direção ao carro. A ocorrência foi registrada na tarde do último sábado (5).

As adolescentes apreendidas possuem 11, 13 e 14 anos de idade. A menor que esfaqueou a médica confessou o crime, em seguida, as mesmas foram encaminhas para fazer exame de corpo de delito.

A propósito de refinaria...como este blog anunciou...

 Presidente da Petrobras volta a confirmar instalação da Refinaria Premium II, no Ceará

Durante visita à Câmara dos Deputados e audiência com o líder da bancada do PT, o cearense José Guimarães, na manhã desta segunda-feira, 07, a presidente da Petrobras, Graça Foster, voltou a confirmar a realização das licitações para instalação da Refinaria Premium II, no Ceará.
Para acompanhamento do projeto serão realizados encontros semanais entre Petrobras e governos estadual e federal. Na última sexta-feira, após encontro com o governador Cid Gomes, a ministra do Planejamento, Orçamento e Gestão, Míriam Belchior, afirmou que o governo trabalha para que o investimento seja feito “o mais rápido possível”.
Ainda nesta segunda-feira, o deputado Guimarães confirmou encontro entre a presidente da estatal e a bancada federal cearense para tratar do tema. “Faremos um debate sobre o projeto, com o comando da Petrobras e os deputados cearenses, que também têm se empenhado na defesa desse grande avanço para o nosso Estado”, disse, sem confirmar a data do encontro, que acontecerá na sede da empresa no Rio de Janeiro.

Graça, não esqueça a minha Calói aqui no Ceará

Operação-enxuga
A informação é de Graça Foster, presidente da Petrobras, na nova edição da revista Brasil Energia, Petróleo e Gás: até 2015, a estatal vai fechar 38 de seus escritórios e empresas fora do país. A intenção é concentrar esforços (e verbas) na exploração do Pré-Sal.

A candidata do Jô Soares

Nunca antes nesse país se viu uma ex-senadora e ex-candidata ao Planalto (pelo menos, até agora) usar tanto duas expressões como Marina Silva: pragmática e programática. Para o grande eleitorado, pouco significam, mesmo porque a grande massa brasileira não sabe o que significam. Muitos socialistas já usam as mesmas expressões, com um certo tom jocoso. Os petistas fazem muito mais do que isso.

Refinaria no Ceará só com a segunda Petrobras?


Graça: ‘Estamos construindo uma 2ª Petrobras’

Realizou-se no Senado, nesta segunda-feira, uma sessão festiva em homenagem ao aniversário de 60 anos da Petrobras. A presidente da estatal, Graça Foster, disse em discurso que vem aí uma nova companhia. Começou a ser erigida em 2003, sob Lula. “Estamos ao mesmo tempo, paralelamente, ao longo dos últimos dez anos, construindo uma segunda Petrobras, que fica pronta daqui a pouco.”
Graça não disse palavra sobre a crise financeira que grassa ao seu redor. Ao deixar o plenário do Senado, foi assediada pelos microfones. Perguntaram-lhe o que achou da decisão da agência de risco Modddy’s, que acaba de rebaixar a nota da Petrobras. E ela: “É um alerta”. Ou: “Ninguém gosta de ganhar nota baixa.” Ou: a empresa “vai passar a cuidar ainda melhor de seus indciadores.” Por fim: “Será superado”.
Um incauto que observasse a cena ficaria tentado a perguntar de si para si: “Tudo bem que a dona Graça anuncie a construção de ‘uma segunda Petrobras’. Mas será que dá para devolver a primeira?”