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Ora, ora, ora! DESCOBRIU A RODA




Caju é opção saudável e barata para substituir carne e peixes

Fruta tem textura semelhante a proteína animal
Você deve estar se perguntando: Era só o que faltava! Depois da jaca substituir o frango da coxinha chegou a vez do caju ser uma opção à proteína animal. Em tempos de a carne ser o vilão da inflação e liderar a lista dos alimentos que mais subiu em 2019, buscar soluções que cabem no bolso sem perder o sabor, o aspecto e o prazer pela comida tornou-se um desafio. O Chef Melchior Neto apostou no caju, testou, provou e aprovou uma receita de moqueca e ensina o passo a passo deste preparo especial e adequado para dias quentes!
Moqueca de Caju
Por Chef Melchior Neto
INGREDIENTES
3 cajus
1 pimentão vermelho
1 pimentão amarelo
1 pimentão verde
1 cebola roxa
2 cabeças de alho
1 lata de tomate pelado picado
200 ml de leite de coco
1 colher de azeite de dendê
2 colheres de sopa de azeite
Coentro a gosto
Sal e pimenta do reino a gosto
PREPARO
Em uma panela refogue no dendê e azeite a cebola e os pimentões fatiados em tiras, em seguida junte o alho até dourar. Coloque o molho de tomate, acerte o sal e a pimenta e deixe apurar por 5 minutos. Coloque o leite de coco mexa bem. Acomode os files de Caju e deixe cozinhar por mais 15 minutos. Desligue a panela, coloque coentro picado a gosto, tampe e deixe descansar mais 5 minutos e sirva.

Observação - faz 50 anos  que seu Aquino começou a fazer pratos com o caju aqui no Ceará. Jaime Aquino ensinou a gerações o valor da carne de caju cujos haburgueres eram generosos e os sandubas simplesmente maravilhosos.

Opinião

Leonardo Sakamoto


Com Enem à deriva, Weintraub arranja tempo para atacar Karnal e Villa

O ministro da Educação, Abraham Weintraub, insinua que o historiador Marco Antonio Villa precisa se limpar com água sanitária - Reprodução/Twitter
O ministro da Educação, Abraham Weintraub, insinua que o historiador Marco Antonio Villa precisa se limpar com água sanitária Imagem: Reprodução/Twitter
Leonardo Sakamoto
Colunista do UOL
23/01/2020 17h25
Dois historiadores foram alvos de Abraham Weintraub, na sequência, em sua conta no Twitter, nesta quinta (23).
O ministro da Educação acusou Leandro Karnal de ser chato e petulante por conta de uma declaração do professor da Unicamp no qual afirma que o ministro Sergio Moro e o procurador Deltan Dallagnol "são dotados de um certo tenentismo". Weintraub compartilhou uma postagem que diz que a "cara", o "jeito", a "voz", a "postura", o "conteúdo" de Karnal irritam.
E, frente a críticas ao Ministério da Educação, ele chamou Marco Antonio Villa de "boca de esgoto". Dedicou um vídeo inteiro, aliás, para insinuar que Villa tem mau hálito e questionou se a rádio Jovem Pan o recontratou como comentarista por pressão do governador João Doria e do PSDB.
Ele não cita diretamente o nome de Villa, mas nem precisaria. Os vídeos contra o professor aposentado da Universidade Federal de São Carlos foram gravados da Esplanada dos Ministérios em Brasília, ou seja, do local de trabalho de Abraham Weintraub.
Além de gastar tempo atacando críticos do governo, também arranjou tempo para divulgar imagem de sua ficha de apoiador da "Aliança pelo Brasil", o partido que está sendo criado por Jair Bolsonaro após sua saída do PSL. A manutenção do clima de beligerância e os afagos ao chefe através do ataque a seus críticos surte efeito a princípio e ele vai permanecendo, apesar das reclamações de alas do próprio governo.
Enquanto isso, o cabaré está em chamas.
Estudantes que se sentiram prejudicados pelos erros no Enem 2019 estão registrando representações no Ministério Público Federal, que exige revisão geral da correção da prova, auditoria transparente nos processos e suspensão da seleção pelo Sisu - o Sistema de Seleção Unificado - enquanto tudo não for resolvido. As reclamações pipocaram nas redes sociais logo após Weintraub ter dito que este foi "o melhor Enem de todos os tempos" na última sexta.
Já no sábado, o ministro gravou um vídeo no Twitter dizendo que tudo estava sob controle e que o número de afetados era relativamente minúsculo. Mas, na hora da entrevista coletiva com a imprensa, deixou o presidente do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais), Alexandre Lopes, respondendo sozinho. Preferiu ir postar um vídeo em que aparece cantando e tocando música com o irmão.
O MEC recebeu mais de 172 mil reclamações sobre a nota, mas disse que encontrou erros em menos de 6 mil.Como resposta às críticas, o ministro tem postado vídeos dizendo que o Sisu está funcionando normalmente.
Mas não é esse sistema que foi posto em xeque, mas o do Exame Nacional do Ensino Médio.
A cada dia que o MEC se nega a atender as demandas do MPF, cresce a chance de judicialização do Enem, com o consequente atraso no calendário das universidades em 2020. Ou, pior, o risco de desmoralização do exame.
O ataque sequencial a dois historiadores, com pontos de vista divergentes, pode não ter sido proposital, mas é bastante paradigmático.
O governo Bolsonaro declarou guerra à educação pública no Brasil em nome de um projeto de poder. O presidente age como se comandasse o "Ministério da Verdade" - apresentado no romance "1984", de George Orwell, com a função de ressignificar os registros históricos e qualquer notícia contrária.
Ele precisa dar outra interpretação ao passado para controlar o presente e, ao mesmo tempo, ressignificar o presente para criar um futuro que possa chamar de seu. Isso passa por castrar a liberdade de ensino conquistada desde a redemocratização, intervindo no sentido da educação pública, atacando outras versões da História e buscando calar narradores da contemporaneidade, como jornalistas, que sejam de seu desagrado.
Nesse contexto, são muitos os que desejam que seja ensinada a data em que foi assinada a Lei Áurea, mas não querem um debate que esclareça porque o 13 de maio de 1888 não garantiu liberdade e autonomia aos negros e negras deste país. Ou que defendem que uma criança aprenda que a Segunda Guerra Mundial começou quando a Alemanha invadiu a Polônia, mas reclamam se professores discutem em sala como um país livre se torna um Estado totalitário.
A disputa pela Educação no Brasil não é apenas uma questão de construir o futuro. Para a extrema direita, é refazer o passado. O problema é que, na sanha para que sua guerra cultural renda frutos e na luta pela sobrevivência, o governo deixa de lado o básico, ou seja, o funcionamento das instituições. Do combate à corrupção à educação.

Capa do jornal OEstadoCe


Coluna do blog



Projeto do Aeroporto Regional de Sobral será apresentado em audiência pública
A Secretaria da Infraestrutura do Ceará vai apresentar o projeto do novo Aeroporto Regional de Sobral, em audiência pública, que será realizada pela Semace no dia 11 de fevereiro, às 10 horas, na Sala da Área de Exames da Terceira Regional do Detran de Sobral. A população da região poderá conhecer todos os detalhes da obra, incluindo os estudos e os relatórios de impacto ambiental, que já estão disponíveis no site da Seinfra.“Esse momento é importante para mostrarmos à população de Sobral e da Zona Norte como vai ser o empreendimento e quais serão os impactos, não só ambientais, mas também sociais e econômicos do novo aeroporto. A região precisa de um equipamento que possa atender as necessidades dessa área do estado, que está em franco crescimento, contando com diversas indústrias, universidades, hospitais e outros equipamentos de influência regional, além de ser um aquecido mercado imobiliário. O aeródromo que temos hoje na cidade tem capacidade limitada, por estar localizado em uma densa área urbana, confinado entre o Rio Acaraú e a Lagoa da Fazenda”, ressalta o Secretário da Infraestrutura, Lucio Gomes.O projeto, que está com o processo licitatório em andamento, prevê a implantação da pista e acessos do novo aeródromo, além de serviços complementares. O novo equipamento ficará a 13 quilômetros da área urbana de Sobral e terá pista de pouso e decolagem de 1.800m x 30m, com capacidade para receber aeronaves de porte médio, tais como Boeing B737-800, Airbus A319, Embraer EMB 190/135/120 e ATR 52/72. O aeroporto também contará com pistas de rolamento e pátio de aeronaves.
Serviço:- Audiência Pública sobre o Novo Projeto do Aeroporto Regional de Sobral. Data: 11 de fevereiro de 2020. Horário: 10 horas. Local: Sala da Área de Exames da Terceira Regional do Detran de Sobral – Av. John Sanford, 2959 – Bairro: Dr. José Euclides – Sobral/CE.

A frase: "Não vamos abrir mão de gerenciar os consórcios de saúde em nossos municípios". Prefeito engrossando pra cima do Secretário de Saúde que quer mudar o sistema puxando pra sí os comandos.

Alemães em Pentecoste (Nota da foto)
Representantes da empresa alemã Green Enesys foram recebidos na manhã desta segunda-feira (20) pelo reitor da Universidade Federal do Ceará, Prof. Cândido Albuquerque, em seu gabinete. Na ocasião, a UFC fez a entrega à empresa do termo de referência no qual a Universidade detalha as exigências que devem constar no plano executivo para implantação do Parque Fotovoltaico na Fazenda Experimental do Vale do Curu da UFC, no município de Pentecoste, a 92 quilômetros de Fortaleza.

Prevenindo a hanseníase
Durante todo o mês de janeiro, a Sociedade Brasileira de Dermatologia realiza a campanha nacional de combate e prevenção da hanseníase. Conhecida como Janeiro Roxo, a iniciativa busca melhorar o controle da doença

Triste estatística
Em 2017, segundo a OMS, 26.875 casos novos de hanseníase foram registrados no Brasil, que oferece, por meio do Sistema Único de Saúde (SUS), tratamento gratuito contra o problema.

Segurando no pincel
Até onde a vista dá, seis capitais majoraram os peços das passagens de onibus urbano no Brasil neste começo de ano. Fortaleza está se segurando no pincel para evitar que a população leve mais uma paulada.

Heitor Ferrer lembrou
"No dia 17 de janeiro de 1799, o Ceará conquistou sua autonomia da Capitania de Pernambuco e tornou-se administrativamente independente. Hoje, 221 anos depois, lutamos para ver nosso querido estado livre das amarras das grandes desigualdades sociais que tanto maltratam o povo cearense".

Triste partida
Morreu esta semana uma das personalidades queridas da vida cearense. Judicael Sudário de Pinho, mestre em direito do trabalho, excepcional servidor da Justiça, terá sempre,na lembrança, o respeito e a admiração de todos. Deste seu amigo,saudades eternas.

Bom dia

Uma desculpa não pedida é uma confissão antecipada.

O dia


Vai esquentar. Agora tá em 28 graus.

Deu no 247

Irmão de Bolsonaro já intermediou mais de R$ 100 milhões em verbas federais

Irmão de Bolsonaro atua como lobista de prefeituras do Estado de São Paulo e já obteve a liberação de R$ 110 milhões em verbas federais. Ele diz que não recebe nada para obter a liberação das verbas. As prefeituras dizem que nada pagam a ele. Ele não explica quem arca com os custos de suas viagens a Brasília e seu serviço de lobista
Renato Bolsonaro e Jair Bolsonaro
Renato Bolsonaro e Jair Bolsonaro (Foto: Reprodução | Marcos Corrêa/PR)
247 - Renato Bolsonaro, irmão de Bolsonaro, é um atuante nos bastidores do Planalto. Ele já viabilizou liberação de ao menos R$ 110 milhões para prefeituras de São Paulo, participa de solenidades de anúncio de obras, assina como testemunha contratos de liberação de verbas, mas não possui cargo público algum. 
Reportagem do jornal Folha de S.Paulo apurou a participação do irmão do presidente na liberação de dinheiro para ao menos quatro municípios do litoral e do Vale do Ribeira, região de origem da família Bolsonaro.
A reportagem acrescenta que Renato nega ser pago nesse trabalho e não responde se alguém custeia seus gastos, que incluem viagens pelo estado de São Paulo. 
O diretor da Faculdade de Direito do Largo São Francisco, Floriano Peixoto de Azevedo Marques Neto, declarou a reportagem que existe "um problema político" na ação de Renato: "Ele está postulando verba no lugar de um agente público. A princípio, este é um trabalho que deveria ser feito por um parlamentar".

Trabalhando no recesso

Reunião do Pacto pelo Saneamento Básico define grupos de trabalho 

Reunião do Pacto pelo Saneamento Básico define grupos de trabalho  
Foto: Maximo Moura
 
O Pacto pelo Saneamento Básico, coordenado pelo Conselho de Altos Estudos e Assuntos Estratégicos da Assembleia Legislativa, se reuniu, na manhã desta quarta-feira (22/01), no anexo II da Casa, com a coordenação técnica composta por mais 15 instituições.
Segundo a coordenadora técnica do Pacto pelo Saneamento Básico, Rosana Garjulli, na reunião de hoje foi definido que serão formados cinco grupos de trabalhos: abastecimento de água e esgotamento sanitário, gestão de resíduos sólidos, drenagem, saneamento rural e educação ambiental para o saneamento. “De acordo com cada especialidade e área de interesse, as pessoas escolhem um dos nichos para começar a construir o diagnóstico do cenário atual do saneamento”, disse.
Rosana Garjulli informou ainda sobre a realização de uma oficina, prevista para março, que vai buscar integrar mais entidades interessadas para fortalecer os grupos de trabalho. “No meio do ano, não apenas um diagnóstico do cenário atual deve ser apresentado, mas também informações sobre dados, desafios e estratégias para o saneamento no Ceará”, afirmou.
A coordenadora técnica também assinalou a importância de envolver os municípios nas ações de saneamento básico. “Essa é uma responsabilidade de cada prefeitura e, portanto, cada município precisa entender os seus desafios para buscar soluções”, explicou.
O secretário Executivo do Conselho de Altos Estudos, Antonio Balhmann, destacou que, ao longo do ano, cada setor deve ter reuniões com desdobramentos importantes para as diversas especialidades que constituem o Pacto pelo Saneamento. “Cada setor é de grande importância para que o objetivo de um diagnóstico seja elaborado e, a partir desse documento, ações e estratégias sejam trabalhadas”, assinalou.
A coordenação técnica do Pacto pelo Saneamento Básico é composta por representantes de mais 15 instituições: Secretaria de Meio Ambiente do Estado (Sema); Sistema Integrado de Saneamento Rural (Sisar); Secretaria de Recursos Hídricos (SRH);Secretaria de Saúde do Estado;  Serviço Autônomo de Água e Esgoto (Saae); Secretaria das Cidades; Secretaria de Desenvolvimento Agrário (SDA), Articulação no Seminário Brasileiro (ASA); Companhia de Água e Esgoto do Ceará (Cagece); Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos (Cogerh); Fundação Nacional de Saúde/Ceará (Funasa/CE); Agência Reguladora do Estado (Arce); Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (Abes); Associação dos Municípios do Estado (Aprece) e Autarquia de Regulação, Fiscalização e Controle dos Serviços Públicos de Saneamento Ambiental (ACFor).
O Pacto pelo Saneamento Básico tem o objetivo de promover a integração institucional e fortalecer a política pública de saneamento básico, visando à universalização dos serviços. O pacto está sendo desenvolvido por etapas, tendo sido a primeira já realizada, ou seja, a elaboração do documento intitulado “Iniciando o Diálogo”.
O próximo passo agora é a criação do “Cenário Atual do Saneamento Básico no Ceará” e por último a fase de constituição do “Plano Estratégico de Saneamento Básico” e “Cadernos por Eixos Temáticos”.

O fim da estupidez do cerol


Cerol em arraias pode ser proibido no Ceará

A utilização de material cortante para empinar pipa ou raia pode ser proibida no Estado do Ceará. É o que estabelece proposta em tramitação na Assembleia Legislativa (AL), de iniciativa do deputado do deputado estadual Delegado Cavalcante (PSL), com coautoria dos deputados André Fernandes (PSL) e Walter Cavalcante (MDB).

O projeto de lei n° 232/19 proíbe a utilização de fio com cerol ou cortante, da linha chilena ou qualquer outro instrumento cortante que, ao ser usado para empinar pipa ou papagaio, possa colocar em risco a vida das pessoas. Na matéria, entende-se como cerol ou cortante o nome dado a uma mistura de cola, com vidro moído ou limalha de ferro (pó de ferro), que é aplicado nas linhas que são utilizadas para erguer as pipas ou papagaios.
“Essa ‘brincadeira’ pode ser extremamente perigosa, pois quando a linha está totalmente esticada, dificilmente tem-se a visão da mesma e, ao passar em velocidade (ou não) por ela, funcionará como uma perfeita ‘guilhotina’”, justifica Delegado Cavalcante. Segundo o parlamentar, são inúmeros os casos de lesões corporais e até mortes de motociclistas, ciclistas, transeuntes e até mesmo animais. Para ele, a prática enseja, portanto, uma análise jurídico-penal.

Conforme o texto da matéria, em caso onde não houver acidente comunicado, o uso após a aprovação da lei acarretará em recolhimento de todo o material e multa no valor mínimo de R$ 100,00 e máximo de R$ 1 mil. Caso haja acidente, a multa mínima passa a ser de R$ 500 e a máxima de R$ 5 mil, ainda havendo recolhimento. Os valores arrecadados deverão ser destinados ao Fundo para Criança e Adolescência do Ceará (Feca). Sendo o acidente fatal, o responsável também deverá, logicamente, responder por crime de homicídio – além da penalidade relativa ao uso do material cortante –, conforme prevê o Código Penal.

O projeto de lei foi tema de audiência pública na Assembleia Legislativa em agosto do ano passado. Promovido pela Comissão de Defesa Social da Casa, o debate foi solicitado do deputado Delegado Cavalcante e subscrito pelos parlamentares Acrísio Sena (PT), Augusta Brito (PCdoB) e André Fernandes.