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GREVE NO IJF É ILEGAL E GERA MULTA DE R$ 100 MIL POR DIA

Uma possível greve de servidores do Instituto Dr. José Frota (IJF) é ilegal e deve gerar uma multa diária de R$ 100 mil contra o Sindicato dos Servidores e Empregados Públicos do Município de Fortaleza (SINDIFORT) e Associação dos Servidores do Instituto Dr. José Frota – ASSIJF.

O Tribunal de Justiça do Estado do Ceará confirmou que a decisão da Desembargadora Maria Gladys Lima Vieira, da 7ª Câmara Cível, datada do dia 16 de junho de 2014, encontra-se em pleno vigor. A decisão da desembargadora relatora concedeu o pedido de antecipação de tutela para determinar ao Sindicato dos Servidores e Empregados Públicos do Município de Fortaleza – SINDIFORT e Associação dos Servidores do Instituto Dr. José Frota – ASSIJF) que se abstenham de promover, liderar ou apoiar, qualquer movimento de paralisação parcial ou total das atividades do Instituto Dr. José Frota, bem como se abstenham de realizar piquetes ou assembleias a menos de 500 (quinhentos metros) da sede da Unidade Hospitalar, até ulterior decisão deste Tribunal, sob pena de aplicação de multa diária no valor de R$ 100.000,00 (cem mil reais).

A Superintendência do IJF reforçou, mais vez, que sempre está disposta a buscar entendimento com os representantes dos Sindicatos, como vem fazendo na mesa de negociação.

Começou o assédio a Cid Gomes

Para Haddad, Cid Gomes manterá quadros técnicos na Educação

Agência Brasil
“Pega a situação de Sobral. O que aconteceu chegou a figurar nos relatórios internacionais da Unesco. Não é pouca coisa. Como prefeito, o que ele plantou em Sobral, ele já colheu”, disse. Para o ex-ministro da Educação, conquistas históricas do magistério, como o piso salarial dos professores, serão mantidas.
Quanto à mudança de legenda, Haddad comentou que a interpretação de que o PT perdeu espaço é uma “conta miúda” e que depende da política que for levada. Segundo ele, essas ações não serão descontinuadas e a composição da equipe por Cid Gomes será técnica e suprapartidária, mantendo com “certeza” quadros históricos na pasta, ex-reitores e professores com longa trajetória no ministério desde a posse do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Já sobre Henrique Paim, que deixa o comando do ministério, o prefeito paulista disse que ele pode ocupar  qualquer posição na Esplanada e “certamente” Dilma o aproveitará. “Depois de um ciclo, você até por uma regra básica de oxigenar, mexer nas gavetas, tirar o pó. Você tem que fazer uma troca, mantendo alguns cargos. O Paim prestou serviço reconhecido por todos educadores do país, é um nome celebrado no país como quadro técnico e político muito respeitado”.

Opinião

Feliz Ano Novo! O Brasil  não é feito só de ladrões

Mauro Santayana
Tais referências cronológicas ajudam a lembrar que nem o mundo, nem o Brasil, foram feitos em um dia, e que estamos aqui como parte de longo processo histórico que flui em velocidade e forma muitíssimo diferentes daquelas que podem ser apreendidas e entendidas, no plano individual, pela maioria dos cidadãos brasileiros.
Ao longo de todo esse tempo, e mesmo antes do nascimento de Cristo, já existíamos, lutávamos, travávamos batalhas, construíamos barcos e pirâmides, cidades e templos, nações e impérios, observávamos as estrelas, o cair da chuva, o movimento do Sol e da Lua sobre nossas cabeças, e o crescimento das plantas e dos animais.
Em que ponto estamos de nossa História ?
Nesta passagem de ano, somos 200 milhões de brasileiros, que, em sua imensa maioria, trabalham, estudam, plantam,  criam, empreendem, realizam, todos os dias.
Nos últimos anos, voltamos a construir navios, hidrelétricas, refinarias, aeroportos, ferrovias, portos, rodovias, hidrovias, e a fazer coisas que nunca fizemos antes, como submarinos - até mesmo atômicos - ou trens de levitação magnética.
Desde 2002, a safra agrícola duplicou - vai bater novo recorde  este ano -  e a produção de automóveis, triplicou.
Há 12 anos, com 500 bilhões de dólares de PIB, devíamos 40 bilhões de dólares ao FMI, tínhamos uma dívida líquida de mais de 50%, e éramos a décima-quarta economia do mundo.
Hoje, com 2 trilhões e 300 bilhões de dólares de PIB, e 370 bilhões de dólares em reservas monetárias,  somos a sétima maior economia do mundo. Com menos de 6% de desemprego, temos uma dívida líquida de 33%, e um salário mínimo, em dólares, mais de três vezes superior ao que tínhamos naquele momento.
De onde vieram essas conquistas?
Do suor, da persistência, do talento e da criatividade de milhões de brasileiros. E, sobretudo, da confiança que temos em nós mesmos, no nosso trabalho e determinação, e no nosso país.
Não podemos nos iludir.
Não estamos sozinhos neste mundo. Competimos com outras grandes nações, que conosco dividem as 10 primeiras posições da economia mundial, por recursos, mercados, influência política e econômica, em escala global.
Não são poucos os países e lideranças externas, que torcem para que nossa nação sucumba, esmoreça, perca o rumo e a confiança, e se entregue, totalmente, a países e regiões do mundo que sempre nos exploraram no passado - e ainda continuam a fazê-lo -  e que adorariam ver diminuída a projeção do Brasil sobre áreas em que temos forte influência geopolítica, como a África e a América Latina.
Nosso espaço neste planeta, nosso lugar na História, foi conquistado com suor e sangue, por antepassados conhecidos e anônimos, entre outras muitas batalhas, nas lutas coloniais contra portugueses, holandeses, espanhóis e franceses; na Inconfidência Mineira, e nas revoltas que a precederam como a dos Beckman e a de Filipe dos Santos; nas Conjurações Baiana e Carioca, na Revolução Pernambucana; na Revolta dos Malês e no Quilombo de Palmares; na Guerra de Independência até a expulsão das tropas lusitanas; nas Entradas e Bandeiras, com a Conquista do Oeste, da qual tomaram parte também Rondon, Getúlio e Juscelino Kubitscheck; na luta pela Liberdade e a Democracia nos campos de batalha da Europa, na Segunda Guerra Mundial.
As passagens de um ano para outro, deveriam servir para isso: refletir sobre o que somos, e reverenciar patriotas do passado e do presente.
Brasileiros como os que estão trabalhando, neste momento, na selva amazônica, construindo algumas das maiores hidrelétricas do mundo, como Belo Monte, Jirau e Santo Antônio; como os que vão passar o réveillon em clareiras no meio da floresta, longe de suas famílias, instalando torres de linhas de alta tensão de transmissão de eletricidade de centenas de quilômetros de extensão; ou os que estão trabalhando, a dezenas de metros de altura, em nossas praias e montanhas, montando ou dando manutenção em geradores eólicos; ou os que estão construindo gigantescas plataformas de  petróleo com capacidade de exploração de 120.000 barris por dia, no Rio de Janeiro e no Rio Grande do Sul, como as 9 que foram instaladas este ano; ou os que estão construindo novas refinarias e complexos petroquímicos, como a RENEST e o COMPERJ, em Pernambuco e no Rio de Janeiro; ou os que estão trabalhando na ampliação e reforma de portos, como os de Fortaleza, Natal, Salvador, Santos, Recife, ou no término da construção do Superporto do Açu, no Rio de Janeiro; ou os técnicos, oficiais e engenheiros da iniciativa privada e da Marinha que trabalham em estaleiros, siderúrgicas e fundições, para construir nossos novos submarinos convencionais e atômicos, em Itaguaí; os técnicos da AEB - Agência Espacial Brasileira, e do INPE - Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, que acabam de lançar, com colegas chineses, o satélite CBERS-4, com 50% de conteúdo totalmente nacional; os que trabalham nas bases de lançamento espacial de Alcântara e Barreira do Inferno; os oficiais e técnicos da Aeronáutica e da Embraer, que se empenham para que o primeiro teste de voo do cargueiro militar KC-390, o maior avião já construído no Brasil, se dê com sucesso e dentro dos prazos, até o início de 2015; os operários da linha de montagem dos novos blindados do Exército, da família  Guarani, em Sete Lagoas, Minas Gerais, e os engenheiros do exército que os desenvolveram; os que trabalham na linha de montagem dos novos helicópteros das Forças Armadas, na Helibras, e os oficiais, técnicos e operários da IMBEL, que estão montando nossos novos fuzis de assalto, da família IA-2, em Itajubá; os que produzem novos cultivares de cana, feijão, soja e outros alimentos, nos diferentes laboratórios da EMBRAPA; os que estão produzindo navios com o comprimento de mais de dois campos de futebol, e a altura da Torre de Pisa, como o João Candido, o Dragão do Mar, o Celso Furtado, o Henrique Dias, o Quilombo de Palmares, o José Alencar, em Pernambuco e no Rio de Janeiro; os que estão construindo navios-patrulha para a Marinha do Brasil e para marinhas estrangeiras como a da Namíbia, no Ceará; os engenheiros que desenvolvem mísseis de cruzeiro e o Sistema Astros 2020 na AVIBRAS; os que estão na Suécia, trabalhando, junto à Força Aérea daquele país e da SAAB, no desenvolvimento do futuro caça supersônico da FAB, o Gripen NG BR, e na África do Sul, nas instalações da DENEL, e também no Brasil, na Avibras, na Mectron, e na Opto Eletrônica, no projeto do míssil ar-ar A-Darter, que irá equipá-los; os nossos soldados, marinheiros e aviadores, que estão na selva, na caatinga, no mar territorial, ou voando sobre nossas fronteiras, cumprindo o seu papel de defender o país, que precisam dessas novas armas;  os pesquisadores brasileiros das nossas universidades, institutos tecnológicos e empresas privadas, como os que trabalham ITA e no IME, no Laboratório Nacional de Luz Síncrotron, ou no projeto de construção e instalação do nosso novo Acelerador Nacional de Partículas, no Projeto Sirius, em São Paulo;   os técnicos e engenheiros da COPPE, que trabalham com a construção do ônibus brasileiro a hidrogênio, com tubinas projetadas para aproveitar as ondas do mar na geração de energia, com a construção da primeira linha nacional de trem a levitação magnética, com o MAGLEV COBRA; nossos estudantes e professores da área de robótica, do Rio de Janeiro, São Paulo, Mato Grosso, Minas Gerais, várias vezes campeões da Robogames, nos Estados Unidos.  
Neste momento, é preciso homenagear  esses milhões de compatriotas, afirmando,  mostrando e lembrando - e eles sabem e sentem profundamente isso - que o Brasil é muito, mas muito, muitíssimo maior que a corrupção.
É esse sentimento, que eles têm e dividem entre si e suas famílias, que  faz com que saíam para trabalhar, com garra e determinação, todos os dias, cheios de  orgulho pelo que fazem e pelo nosso país.
E é por causa dessa certeza, que esses brasileiros estão se unindo e vão se mobilizar, ainda mais, em 2015, para proteger e defender as obras, os projetos e programas em que estão trabalhando, lutando, no Congresso, na Justiça, e junto à opinião pública, para que eles não sejam descontinuados,  destruídos, interrompidos, colocando em risco seus empregos, sua carreira, e a  sobrevivência de suas famílias.
Eles não têm tempo para ficar teclando na internet, mas sabem que não são bandidos, que não cometeram nenhum crime e que não merecem ser punidos, direta ou indiretamente, por atos  dos quais não participaram, assim como a Nação não pode ser punida pelos mesmos motivos.
Eles têm a mais absoluta certeza de que a verdadeira face do Brasil pode ser vista nesses projetos e empresas - e no trabalho de cada um deles - e não na corrupção, que se perpetua há anos, praticada por uma ínfima e sedenta minoria. E intuem que, às vezes, na História, a Pátria consegue estabelecer seus próprios objetivos, e estes conseguem se sobrepor aos interesses de grupos e segmentos daquele momento, estejam estes na oposição ou no governo.

Mauro Santayana é jornalista e meu amigo.


No Brasil vaia-se até minuto de silêncio


Nelson Rodrigues escreveu: “No Maracanã, vaia-se até minuto de silêncio e, se quiserem acreditar, vaia-se até mulher nua.” Pois no Palácio do Planalto, sob Dilma Rousseff, sucedeu algo ingualmente inusitado. Ali, três ministros escolhidos por Dilma Rousseff —George Hilton (Esporte), Gilberto Kassab (Cidades) e Kátia Abreu (Agricultura)— foram vaiados em plena cerimônia de posse.

O dia nasce em Fortaleza

Da janela do meu tugúrio.

Novos secretários apontam desafio de suas pastas

Novos secretários do governo de Camilo Santana (PT), dentre estes o ex-senador Inácio Arruda (Ciência, Tecnologia e Educação Superior - Secitece) e Maurício Holanda (Educação), apontam as expectativas e desafios de suas pastas e da importância do alinhamento político com o governo federal para que as políticas públicas sejam desenvolvidas logrando êxito.
Ao jornal O Estado, o novo secretário do Secitece ressaltou que, em qualquer governo, a área de Ciências e Tecnologia é uma área estratégica, tendo em vista que permite que o Estado e o Brasil deflagrem o desenvolvimento. Para isso, ressalta Inácio, é fundamental investir nas universidades. “O Brasil vem em uma tentativa muito grande de investir na área de pesquisa, tanto com empresas, como em universidades. A produção científica tem aumentado muito, e temos que aproveitar esse bom momento da Ciência e Tecnologia em nosso Brasil e no Estado”, reverberou.
De acordo o secretário, há um desafio pela frente: “Trabalhar bem com as três universidades (UVA, Urca e Uece) e ampliar a extensão e a pesquisa, esforço que vai significar mais formação, mais preparo para poder gerar os grandes núcleos de pesquisas”, frisa.
Inácio esclarece que sua pasta é ainda responsável pelo cinturão digital, energia eólica, além da empresa Fiocruz que está se instalando no Estado. “Nós temos condições de ter um bom alinhamento nacional, porque temos um ministro de Ciência e Tecnologia com quem, partidariamente, estamos muito aliados, e nós temos o ministro da Educação que é do Estado do Ceará”, afirmou dando conta de que, “às vezes, santo de casa não obra milagre, mas nesse caso, vai ter que obrar, porque precisamos aproveitar estas influências para trazer mais investimentos para o Ceará”, concluiu.

EDUCAÇÃO
Já o secretário de Educação, Maurício Holanda, também afirma que, em sua área, “muita coisa tende a melhorar”. “Primeiro que a gente pode falar de resultados relevantes de melhorias no 1º ao 5º ano, mas a gente tem uma tarefa de melhorar todos os níveis”, diz. Segundo Maurício, será necessário um esforço concentrado, diário, para mudar o cenário da educação pública em todo o Ceará.
“É preciso trabalhar todos os dias, persistentemente, e ter a consciência de que as coisas não se transformam em passe de mágica. Elas modificam-se gradativamente e como fruto de um esforço consistente e duradouro”, afirmou.
Para o novo titular da pasta, a educação brasileira e de nenhuma sociedade melhora apenas com a ação do Estado, mas de reforço federal, além da necessidade de ampliação das possibilidades de participação cidadã dos pais dos alunos, bem como dos próprios jovens, onde destaca serem cidadãos e eleitores, donos de suas vontades e opiniões.

Salmito assume e pauta Plano Fortaleza 2040

O vereador Salmito Filho (Pros), que obteve 41 votos em eleição realizada no último dia 2 de dezembro de 2014, Tomou posse na manhã de ontem, da nova Mesa Diretora da Câmara Municipal de Fortaleza, que administrará os trabalhos do Legislativo Municipal durante os próximos dois anos. A posse foi pouco prestigiada, haja vista que a posse do governador Camilo Santana (PT), na Assembleia Legislativa, e a solenidade de transmissão de cargos no Palácio da Abolição, roubaram a atenção no dia de ontem, além da presença de muitos vereadores. Salmito deverá propor mudanças no Parlamento, com o intuito de aproximar a Casa da população.
Entre as pautas que deverão ser destacadas na Casa, segundo o novo presidente, será o Plano Fortaleza 2040, que visa a elaborar um projeto estratégico para Fortaleza, integrando o desenvolvimento físico-territorial ao desenvolvimento social e econômico. Segundo ainda o parlamentar, sua gestão será norteada pelo respeito, transparência e altivez para com a população e instituições de controle.
“Esses projetos permitirão que a Câmara possa, verdadeiramente, estar nos bairros, nas comunidades, nas praças, perto da população, ouvindo-a, sentindo-a”, complementou, dando conta de que as pessoas não aguentam mais o político aparecer apenas em época de eleição. “Então, nós faremos isso nos quatro cantos da cidade de Fortaleza, na periferia, nas praças, nos terminais, nos bairros”, reafirmou.

NOVA COMPOSIÇÃO
Os demais vereadores que compõem a nova Mesa Diretora são: 1º vice-presidente José do Carmo (PSL); 2º vice-presidente Adail Júnior (Pros); 3° vice-presidente Dr. Adelmo (Pros); o 1º secretário Benigno Júnior (PSC); 2ª secretária Cláudia Gomes (PTC); 3ª secretária Magaly Marques (PMDB); e os vereadores suplentes (vogais): Alípio Rodrigues (PTN), Ziêr Férrer (PMN) e Marcos Aurélio (PSC).
É de responsabilidade da Mesa Diretora tomar todas as medidas necessárias à regularidade dos trabalhos administrativos da Câmara Municipal; propor projetos de lei que criem ou extingam cargos nos serviços da Câmara; apresentar projetos de lei dispondo sobre abertura de créditos suplementares ou especiais; promulgar as emendas à Lei Orgânica; designar vereadores para sessão oficial de representação da Câmara, dentre outras.