Analise de vetos no COngresso


guimammma
“O Congresso Nacional realiza nesta terça-feira (5), às 19 horas, sessão para analisar vetos presidenciais a projetos de lei. A análise estava prevista para a última terça-feira (28), mas foi adiada a pedido do presidente do Congresso, senador Renan Calheiros. Um dos dispositivos vetados é relacionado à lei que restringe a fusão de partidos (13.107/15).
O trecho vetado da lei concedia prazo de 30 dias para os parlamentares mudarem para um partido criado por meio de fusão, sem a punição de perda do mandato. A justificativa da presidente Dilma Rousseff para o veto foi a de que isso daria aos partidos resultantes de fusão o mesmo caráter de partidos novos.
O tema divide opiniões na Câmara. O líder do DEM e autor do projeto que originou a Lei 13.107, deputado Mendonça Filho (PE), criticou o veto por impedir que parlamentares de outras legendas se transfiram para os partidos que surgirem de fusões.
O presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), também se manifestou contra o veto e disse que tentará derrubá-lo, por acreditar que prejudica o PMDB.
Já o líder do governo, deputado José Guimarães (PT-CE), defendeu a decisão de Dilma. “O veto moraliza, impede o troca-troca, sem abrir janela para nada. Isso fortalece o funcionamento dos partidos”, afirmou.
(Agência Câmara)
 

Observações do Brickman

Os vários Renans
Não estranhe as atitudes de Renan Calheiros, que condena seu PMDB por reivindicar nomeações e, ao mesmo tempo, vai nomeando os aliados. Como um importante personagem bíblico, Renan não é um, é legião. Há um Renan que briga com Temer e o critica em público, há um Renan que manda para Temer uma lista com a indicação de cinco nomes para bons cargos (dois ele já emplacou: um diretor da Anvisa e o presidente da Associação Nacional dos Transportes Terrestres, ANTT).

Há um Renan que condena a corrupção, há um Renan acusado em delação premiada da Operação Lava Jato por Paulo Roberto Costa. Há um Renan que briga com Eduardo Cunha por opor-se à terceirização, e um Renan que se alia a Eduardo Cunha para desgastar Dilma. Há o Renan de Collor, o Renan de Fernando Henrique, o Renan de Sarney, o Renan de Lula, o Renan de Dilma, o Renan anti-Dilma.

E todos convergem em um, o Renan de Renan.

Bom dia

Hoje é 2 de maio. Em 29 dias você começará a trabalhar para você. Até agora você está trabalhando para o governo. São cinco meses por ano pra ELES e sete pra VOCÊ. Então vá trabalhar que seu DONO é exigente.

Sobral recebe Manassés


Manassés lotou o Theatro São João, em Sobral.   
Turnê continua com novo show nesta quarta-feira, 6/5, no Centro Cultural Banco do Nordeste em Fortaleza 

A música do multi-instrumentista cearense Manassés encantou o público sobralense nesta semana. O Theatro São João ficou lotado. No show que com apoio da Prefeitura de Sobral abriu a turnê "A Música de Manassés", apoiada pelo Banco do Nordeste e pelo Ministério da Cultura, Manassés está divulgando seu 13º disco de inéditas, intitulado “Mana Mano”. O músico e seu quinteto formado por Cristiano Pinho (guitarra), Miqueias dos Santos (baixo), Adriano Azevedo (bateria), Jorge Levi (acordeom) e Jones Cabó (percussão), fizeram um show memorável, entre solos e improvisos. A música regional-universal foi apresentada em repertório marcado por composições de Manassés e clássicos do pop, sempre com muitos aplausos.
As músicas “Retirante” e “A terceira ponte” do recém-lançado disco “Mana Mano”, abriram o repertório da noite. O começo do show foi intimista. No palco, soava apenas o violão de Manassés. Aos poucos, os músicos surgiram e dominaram o palco com maestria. As composições pareciam renascer a cada instante, nas mãos rápidas e melódicas de Manassés e amigos.
Logo no início do show, Manassés fez questão de dizer o quanto estava feliz de tocar em Sobral e de apresentar os músicos. “Faz tempo que dizia que queria tocar aqui na cidade. Agora o sonho foi realizado. Faz tempo que não passava pelo Theatro São João”, comentou.
Entre outras músicas que cativaram o público está “Menino de Rua”, composição de Manassés que aparece no disco "Nômade". Como não poderia faltar, as versões de canções pop apareceram com devida força da música instrumental cearense. Na versão de “Eleanor Rigby”, dos Beatles, os solos dos músicos e a guitarra slide de Cristiano Pinho foram marcantes. Já em “Time after time”, de Cyndi Lauper, a plateia acompanhou cantando o violão de Manassés. No mesmo caminho de canções internacionais esteve “Fragile”, de Sting.
A homenagem ao mestre Luiz Gonzaga não poderia faltar. Em “Algodão”, houve espaço para solos inspirados de Adriano Azevedo e Miqueias dos Santos.
O desfecho do show foi especial. A música “Nanasalturas”, de Manassés, feita em homenagem ao percussionista Naná Vasconcelos, ganhou mais uma vez solos inspirados dos músicos. O destaque foi para a percussão criativa de Jones Cabó e para o instrumento indiano derbake tocado pelo baterista Adriano Azevedo.
Show em Fortaleza quarta, 6/5
A temporada "A Música de Manassés" continua agora em Fortaleza, nesta quarta-feira, 6/5, às 19h, no Centro Cultural Banco do Nordeste, também com entrada franca. Oportunidade para o público da capital conferir o novo espetáculo de Manassés, com destaque para a dobradinha com o guitarrista Cristiano Pinho, em uma reunião de dois dos mais aclamados instrumentistas de cordas da cena cearense.
A turnê "A Música de Manassés", apoiada pelo Banco do Nordeste e pelo Ministério da Cultura, inclui ainda apresentações em Sousa-PB (dia 20/5), Juazeiro do Norte (21/5) e novamente em Fortaleza (23/5), sempre às 19h, nas unidades do Centro Cultural Banco do Nordeste de cada cidade. A produção dos shows é da Modo Maior, do produtor e compositor Olímpio Rocha, também parceiro de Manassés.

Celebração antecipada


Dia Internacional do Trabalhador é celebrado na AL


A Assembleia Legislativa celebrou, em sessão solene, na noite desta quinta-feira (30/04), o Dia Internacional do Trabalhador, comemorado amanhã, 1º de maio. Presidido pelo deputado Elmano Freitas (PT), o evento aconteceu no Plenário 13 de Maio

Sessão de aprovação de mensagem do Governo para Polícias é adiada


Comissões aprovam oito emendas à mensagem sobre promoções

Reunião das Comissões Conjuntas Reunião das Comissões Conjuntas Foto: Marcos Moura
 Em reunião conjunta ocorrida na tarde desta quinta-feira (30/04), no Complexo de Comissões Técnicas da Assembleia Legislativa, as comissões de Trabalho, Administração e Serviço Público, de Orçamento, Finanças e Tributação e a de Defesa Social aprovaram sete emendas modificativas e uma aditiva à mensagem 7.734/2015, que trata da promoção dos militares estaduais.
A mensagem governamental recebeu 100 emendas de autoria dos parlamentares, sendo que, além das aprovadas, 38 foram retiradas de pauta pelo autor, quatro prejudicadas e 50 rejeitadas. As matérias foram aprovadas também pela Comissão de Constituição Justiça e Redação.
Uma das emendas modificativas aprovadas foi a de nº 01/2015, do deputado Tin Gomes (PHS), que reduz de 16 para 15 anos o prazo para o capitão ser promovido ao posto de major.
As de autoria do líder do Governo, deputado Evandro Leitão (PDT), nº 40/2015, 75/2015 e 95/2015, tratam, respectivamente, de correção redacional; da incorporação do período de licença gestante ao tempo de serviço da militar gestante, para efeito de promoção, e do estabelecimento de três exceções a uma regra segundo a qual o militar afastado por um período igual ou superior a três meses contínuos não pode ascender na carreira. Pela alteração proposta, estão isentos dessa regra aqueles afastados por enfermidades decorrentes da atividade militar, militares de licença-maternidade ou licença para tratamento pós-parto e afastados para tratamento pós-cirurgia ou de doenças crônicas.
A emenda nº100/2015, do deputado Roberto Mesquita (PV), prevê que o militar que, ao tentar promoção, for identificado como usuário de entorpecentes poderá passar a concorrer no futuro novamente, desde que ele seja submetido a tratamento psicossocial e apresente um laudo comprovando estar apto.
O deputado Capitão Wagner (PR) teve duas emendas modificativas aprovadas. A 09/2015 estabelece que o militar, ao atuar em uma ação policial, mesmo estando em folga, não será prejudicado para efeito de promoção e a nº 19 prevê que, para o subtenente ascender ao posto de segundo-tenente, pela promoção requerida (quando vai para a reserva), deve ter comportamento considerado bom. A redação anterior exigia comportamento excepcional.
Também de autoria do parlamentar, foi aprovada a emenda aditiva 47/2015, estabelecendo que a passagem do praça para o quadro de oficiais será exigido a conclusão do Curso de Habilitação de Oficiais (CHO). Metade dos promovidos será por critério de antiguidade e a outra metade por seleção interna.
Participaram das reuniões os deputados Tin Gomes (PHS), Antônio Granja (Pros), Júlio César Filho (PTN), Evandro Leitão (PDT), Roberto Mesquita (PV), Elmano Freitas (PT), Robério Monteiro (Pros), Moisés Braz (PT), Walter Cavalcante (PMDB), Heitor Férrer (PDT), Renato Roseno (Psol), Capitão Wagner (PR), Zé Ailton Brasil (PP), Rachel Marques (PT), Welington Landim (Pros), Roberto Mesquita (PV), Gony Arruda (PSD), Dra. Silvana (PMDB) e Leonardo Pinheiro (PSD).

Penso eu - Este blog avisou: emendas vão atrasar aprovação das melhorias de vida das polícias.

Deu no Josias

Temer para Renan: ‘não uso cargo para agredir’

Josias de Souza

Conforme já comentado aqui, o PMDB tornou-se a mosca de sua própria sopa. Na penúltima investida do partido contra si mesmo, Renan Calheiros referiu-se ao correlegionário Michel Temer como uma espécie de chefe do departamento de RH do governo, um gerente de “cargos e boquinhas”. Em resposta elegante, Temer anotou: “Não usarei meu cargo para agredir autoridades de outros Poderes.”
Investigado por suspeita de receber propinas na Petrobras, Renan leu na resposta de Temer o vocábulo “ética”. O vice-presidente escreveu: “Respeito institucional é a essência da atividade política, assim como a ética, a moral e a lisura.”
Incomodado com o rebaixamento do pé-direito do PMDB, Temer insinuou que Renan é menor do que os desafios que o assediam: “Não estimularei um debate que só pode desarmonizar as instituições e os setores sociais. O país precisa, neste momento histórico, de políticos à altura dos desafios que hão de ser enfrentados.”
De resto, Temer deu a entender que tem coisas mais relevantes a fazer do que ficar batendo boca. “Trabalho hoje com o objetivo de construir a estabilidade política e a harmonia ensejadoras da retomada do crescimento econômico em benefício do povo brasileiro. Se outros querem sair desta trilha, aviso que dela não sairei.”