
Tinha uma coisa antiga,que ganhei aí pelos idos de 1964. Ficava debaixo do vidro do meu biro na velha e saudosa Rádio Tupinambá de Sobral, no Departamento de Esportes, a Casa Amarela dos Esportes, conforme batisou o Ely Ellery. Era um cartão, mais ou menos duas coluans por 10 de altura, na linguagem de jornal. Estava escrito:
Sorria sempre, mesmo que seu sorriso seja triste
Porque mais triste que um sorriso triste
É a tristeza de são saber sorrir.
Agora como é que eu vou lembrar de um negócio
desses em plena tres e meia da manhã pra escrever
pra abrir seu sorriso é que não sei.
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