Os Estados Unidos resolveram partir para o tudo ou nada para relançar a sua combalida economia, com o Federal Reserve (Fed, banco central americano) disposto a inundar o País de dólares. Com a atual interligação financeira global, o resultado é que o resto do mundo terá de pagar a conta, com grande valorização das moedas em geral ante o dólar.
Mas se fosse só isso, não seria tão mal. A dor de cabeça adicional é que a China só permite uma valorização mínima do yuan em relação ao dólar. Dessa forma, países emergentes como o Brasil veem suas moedas se valorizar não só ante a americana, mas também contra a da China, o mais temível competidor em produtos industriais
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