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Lula diz que ataques à Venezuela e prisão de Maduro são 'inaceitáveis'


Mariana Durães-Do UOL, em São Paulo
O presidente Lula comentou e repudiou os ataques à Venezuela. Sem citar os Estados Unidos, ele disse que os bombardeios e a prisão de Maduro e sua esposa "ultrapassam uma linha inaceitável".
O que aconteceu
Ataque é "afronta gravíssima" à soberania da Venezuela, afirma Lula. Segundo o brasileiro, ação é "mais um precedente extremamente perigoso para toda a comunidade internacional".
Atacar países, em flagrante violação do direito internacional, é o primeiro passo para um mundo de violência, caos e instabilidade, onde a lei do mais forte prevalece sobre o multilateralismo.
Lula, em publicação no X
Presidente brasileiro diz que ação ameaça a preservação da região "como zona de paz". "Lembra os piores momentos da interferência na política América Latina e Caribe"
Os bombardeios em território venezuelano e a captura do seu presidente ultrapassam uma linha inaceitável. Esses atos representam uma afronta gravíssima à soberania da Venezuela e mais um precedente extremamente perigoso para toda a comunidade internacional.
Atacar países, em?
-- Lula (@LulaOficial) January 3, 2026
Lula ressalta que condena ataque de hoje assim como casos recentes em outros países. "A comunidade internacional, por meio da Organização das Nações Unidas, precisa responder de forma vigorosa a esse episódio. O Brasil condena essas ações e segue à disposição para promover a via do diálogo e da cooperação", finaliza.
Em dezembro, Lula ligou para Maduro
No início de dezembro, Lula conversou com o presidente da Venezuela por telefone. O telefonema não foi divulgado previamente pelo Planalto nem constou na agenda oficial.
O principal assunto da conversa foi a "paz na América do Sul e no Caribe", segundo o Planalto. O diálogo foi revelado pelo jornal O Globo e confirmado pelo UOL. Ainda segundo a Presidência, foi uma conversa rápida.
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Há duas semanas, Lula havia alertado para o risco de "catástrofe humanitária". Sem citar nominalmente os EUA, ele fez discurso lamentando interferência externa na América do Sul. "Uma intervenção armada na Venezuela seria uma catástrofe humanitária para o hemisfério e um precedente perigoso para o mundo", disse o presidente.
Governo Lula fará reunião emergencial
Mauro Vieira interrompeu suas férias para voltar a Brasília e participar de uma reunião emergencial sobre o ataque. Ele se ausentou do cargo no dia 21 de dezembro e voltaria a trabalhar no dia 6, segundo publicação no Diário Oficial da União.
Conversa com ministros brasileiros será sediada no Palácio do Itamaraty. Não há detalhes sobre como o presidente Lula, que está no Rio de Janeiro, participará da reunião.
Trump diz que Maduro foi capturado
Segundo o presidente dos EUA, o venezuelano e sua esposa foram capturados e "levados para fora do país". A vice-presidente do país, Delcy Rodriguez, pediu uma "prova de vida" dos dois.
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Diante dessa situação brutal e diante desse ataque brutal, nós desconhecemos o paradeiro do presidente Nicolás Maduro e da primeira-dama, Cilia Flores
Drelcy Rodríguez, em áudio transmitido pela televisão
Primeiras explosões foram ouvidas em Caracas por volta das 3h da madrugada (horário de Brasília). Além da capital Caracas, há registros de ataques nos estados de Miranda, Aragua e La Guaira, segundo o governo local. Em comunicado oficial, estado venezuelano diz que as explosões atingiram áreas civis e militares.
Vice de Maduro diz que "planos de defesa da nação" permanecem ativos. A vice-presidente chamou de "gravíssima agressão militar" a ação dos EUA.
Lula diz que ataques à Venezuela e prisão de Maduro são 'inaceitáveis'
Mariana DurãesDo UOL, em São Paulo
O presidente Lula comentou e repudiou os ataques à Venezuela. Sem citar os Estados Unidos, ele disse que os bombardeios e a prisão de Maduro e sua esposa "ultrapassam uma linha inaceitável".
O que aconteceu
Ataque é "afronta gravíssima" à soberania da Venezuela, afirma Lula. Segundo o brasileiro, ação é "mais um precedente extremamente perigoso para toda a comunidade internacional".
Atacar países, em flagrante violação do direito internacional, é o primeiro passo para um mundo de violência, caos e instabilidade, onde a lei do mais forte prevalece sobre o multilateralismo.
Lula, em publicação no X
Presidente brasileiro diz que ação ameaça a preservação da região "como zona de paz". "Lembra os piores momentos da interferência na política América Latina e Caribe"
Os bombardeios em território venezuelano e a captura do seu presidente ultrapassam uma linha inaceitável. Esses atos representam uma afronta gravíssima à soberania da Venezuela e mais um precedente extremamente perigoso para toda a comunidade internacional.
Atacar países, em?
-- Lula (@LulaOficial) January 3, 2026
Lula ressalta que condena ataque de hoje assim como casos recentes em outros países. "A comunidade internacional, por meio da Organização das Nações Unidas, precisa responder de forma vigorosa a esse episódio. O Brasil condena essas ações e segue à disposição para promover a via do diálogo e da cooperação", finaliza.
Em dezembro, Lula ligou para Maduro
No início de dezembro, Lula conversou com o presidente da Venezuela por telefone. O telefonema não foi divulgado previamente pelo Planalto nem constou na agenda oficial.
O principal assunto da conversa foi a "paz na América do Sul e no Caribe", segundo o Planalto. O diálogo foi revelado pelo jornal O Globo e confirmado pelo UOL. Ainda segundo a Presidência, foi uma conversa rápida.
Há duas semanas, Lula havia alertado para o risco de "catástrofe humanitária". Sem citar nominalmente os EUA, ele fez discurso lamentando interferência externa na América do Sul. "Uma intervenção armada na Venezuela seria uma catástrofe humanitária para o hemisfério e um precedente perigoso para o mundo", disse o presidente.
Governo Lula fará reunião emergencial
Mauro Vieira interrompeu suas férias para voltar a Brasília e participar de uma reunião emergencial sobre o ataque. Ele se ausentou do cargo no dia 21 de dezembro e voltaria a trabalhar no dia 6, segundo publicação no Diário Oficial da União.
Conversa com ministros brasileiros será sediada no Palácio do Itamaraty. Não há detalhes sobre como o presidente Lula, que está no Rio de Janeiro, participará da reunião.
Trump diz que Maduro foi capturado
Segundo o presidente dos EUA, o venezuelano e sua esposa foram capturados e "levados para fora do país". A vice-presidente do país, Delcy Rodriguez, pediu uma "prova de vida" dos dois.
Diante dessa situação brutal e diante desse ataque brutal, nós desconhecemos o paradeiro do presidente Nicolás Maduro e da primeira-dama, Cilia Flores
Drelcy Rodríguez, em áudio transmitido pela televisão
Primeiras explosões foram ouvidas em Caracas por volta das 3h da madrugada (horário de Brasília). Além da capital Caracas, há registros de ataques nos estados de Miranda, Aragua e La Guaira, segundo o governo local. Em comunicado oficial, estado venezuelano diz que as explosões atingiram áreas civis e militares.
Vice de Maduro diz que "planos de defesa da nação" permanecem ativos. A vice-presidente chamou de "gravíssima agressão militar" a ação dos EUA.

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