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O dia

 


O dia - De vez em quando, com a vida ficando pesada e as esperanças tirando o ânimo das pessoas, bate uma vontade enorme de poetar. Assim acorda esta sexta feira. Sem o péssimo novo lugar comum de "sextou", vem a mente um clássico. José Régio, poeta português em meio a divina inspiração ,ou transpiração , "...a minha vida é um vendaval que se soltou/É uma onda que se alevantou/É um átomo a mais que se animou/Não sei por onde vou/Não sei para onde vou/Sei que não vou por aí.".
Pois bem: um dia fui a Vila do Conde, terra natal de José Régio. Dista meia hora de trem, um metrô de superfície, da cidade do Porto. Fiquei num hotel butique com apenas 8 quartos. Cada um tendo na porta um poema de Régio. E pra minha sorte o meu apartamento tinha o Cântico Negro, uma obra prima do poeta.

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