Contato

Filiações

Esta manhã, no Comitê de Imprensa da Assembleia do Estado abriga dois eventos. O PEN-Partido Ecologico Nacional, fará filiações de novos "verdes", esperando por uma posição de Marina Silva. Logo em seguida, as 10 horas, o Solidariedade receberá Lucilvio Girão e Fernando Hugo. Por enquanto os tucanos só perdem.

Política na FIEC


Beto Studart destaca consenso para sucessão da presidência

“O consenso é pontualmente hoje”. A declaração é do empresário Beto Studart, com relação a sua candidatura à presidência da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec). Acrescentou que esse consenso precisa ser continuado por mais dez meses, aproximadamente, para que fique mais próximo do pleito para a direção da entidade. “A situação no momento está favorável, mas vamos ver se os amigos continuam com a mesma convicção daqui para frente até chegar o dia da eleição”, reforça. Ele reconhece que o atual presidente da Fiec, Roberto Macêdo, tem feito um bom trabalho que, continuando, vai fazer bem a economia cearense.
RECONHECIMENTO
O empresário reconhece que Roberto tem uma grande capacidade de reunificar a Federação em todos empresários. Acrescenta que, na Federação, existe apenas um bloco unificado, que tem como preocupação o crescimento da economia cearense. “Esse bloco mostra a importância que a entidade tem na sociedade cearense”, ponderou Studart.
Falando sobre a economia brasileira, ele disse que está sujeita a “trovões e trovoadas”, porque alguns indicadores são bons, mas outros são ruins. “Eu, particularmente, analiso a economia brasileira mais para pior do que melhor, com crescimento em torno de 1,5 %, podendo chegar a dois, mas até agora uma dúvida”, prevê o empresário. Ele observa que o desemprego não é dos piores, mas opina que os empregos precisam crescer muito mais, e que a presidente Dilma Rousseff precisa ter mais preocupação com o social.

DEixa a vida te levar

Um relacionamento é baseado em dois atributos; beleza e paciencia. Se der certo, beleza!  Se não der, paciência!

Liberado ao beijo


Sheik, o jogador corintiano alvo de polêmica por causa do beijo que deu no empresário Isaac Azar, comprou dois andares da futura Torre Lidador que está sendo construída na Rua da Assembleia, no Rio.
Coisa de uns R$ 10 milhões.

O super barulho da Praia de Iracema e da Aerolandia

Chegou a 100% o mapeamento dos indicadores sonoros de Fortaleza. Idealizada desde 2006, a Carta Acústica da Capital, instrumento inédito no Brasil, mediu os pontos críticos da Cidade levando em conta as diferentes fontes sonoras, como tráfego de veículos, indústrias e zonas de lazer. No mapeamento, apresentando, ontem, na Secretaria de Urbanismo e Meio Ambiente (Seuma), Praia de Iracema e Aerolândia são apontados como pontos de elevada poluição sonora. Ruídos causados pelo trânsito e o fluxo de decolagem e pouso dos aviões justificam o cenário negativo nestes locais.
“Não temos um bairro ou uma região mais silenciosa, por que os ruídos são inerentes ao meio urbano, no entanto, o bairro José Walter e a Lagoa Redonda, por exemplo, possuem ‘lados’, relativamente mais confortáveis”, comentou o coordenador do trabalho, Francisco Aurélio Chaves Brito. A nova análise, apresentada ontem, diz respeito ao monitoramento de ruído ambiental na região próxima ao Aeroporto Internacional Pinto Martins e busca caracterizar o cenário acústico e avaliar a contribuição dos diversos tipos de fontes sonoras presentes no entorno.
PONTOS CRÍTICOS
A Carta Acústica que servirá para a Prefeitura de Fortaleza avaliar o impacto dos ruídos urbanos na população, além de nortear, objetivamente, o planejamento urbano e de tráfego na Cidade, está em fase de validação e tem 40% dos mapas da Capital já representados. Segundo Aurélio, o estudo será utilizado como instrumento estratégico para mostrar as possibilidades de intervenções a ser utilizadas por diferentes órgãos, no âmbito municipal e estadual, a fim de minimizar estas interferências.

O fato da Aerolândia está entre os bairros mais críticos, segundo o coordenador, deve-se a proximidade com a BR-116 e o Aeroporto. Já a Praia de Iracema justifica-se pelo intenso fluxo de veículos e os estabelecimentos comerciais como bares e boates, segundo a Seuma.  No bairro, o Centro Cultural Dragão do Mar é considerado um ponto barulhento. Além dessas regiões, o levantamento indicou que apresentam índices preocupantes às áreas próximas ao Aeroporto, o Centro de Messejana e a Avenida Godofredo Maciel, na Maraponga.
MEDIDAS
“A Carta é um instrumento, um meio de mostrar as regiões mais impactadas e os riscos que a poluição sonora oferece a população. Mas essa é uma tarefa difícil, pois será preciso haver “vontade política”, já que o mapeamento acústico das cidades é um processo que exige tempo e investimentos e representa apenas o primeiro passo para o início de um processo de Gestão de Ruídos Urbanos”, explicou.
A ideia é que o documento seja uma ferramenta de diagnóstico e estratégias para o controle da poluição sonora. A partir dele, é possível identificar por meio de mapas e cores os pontos onde os ruídos são mais ou menos constantes e quais os tipos de fontes desses barulhos, como os aéreos, os de trânsito e os de equipamentos de som.

SERVIÇO
Carta Acústica de Fortaleza, informações disponíveis: cartaacusticadefortaleza.com
Disque Silêncio: 0800-285-0880/ (85) 3452-6927

A rede nem balançou

Maioria de aliados quer Marina em outro partido

A decisão do TSE de negar registro à Rede Sustentabilidade mergulhou num dilema a estrela da legenda, Marina Silva. A maioria dos seus correligionários defendia na noite passada que ela se filiasse a outro partido para se manter no jogo presidencial. Em privado, Marina não chegou a afastar essa hipótese em termos categóricos. Mas hesitava. Para virar candidata, Marina terá de se portar como uma anti-Marina.
Marina desfila em cena enrolada na bandeira do “novo modo de fazer política”. Se optar por permanecer na briga, terá de fazer política à moda antiga. Dispõe de menos de menos de 48 horas para se filiar a um partido com o qual não se identifica e providenciar um discurso que justifique a adesão a práticas que diz abominar.
Ao deixar o plenário do TSE, Marina alteou a fronte. “Já somos um partido”, ela declarou (veja no vídeo). Os ministros “disseram que nós temos um programa, representação social e ética.” A voz de um repórter soou ao fundo: Qual é o plano B? E Marina: “Eu tenho um plano A. E continuo no plano A.”
Um dos seguidores de Marina contou ao blog que ela de fato não elaborou um Plano B. Mesmo longe dos refletores não admitia que prosperassem as conversas sobre o que fazer caso o Plano A não desse certo. A imprevidência levou alguns deputados que seguem Marina a improvisar, em cima da perna, seus próprios planos de contingência. Um já negocia o ingresso no recém-fundado Solidariedade. Outro flerta com o PSB. Um terceiro espera por uma palavra final da ‘líder’.
As conversas que se seguiram ao Waterloo do TSE foram inconclusivas. Marina deve decidir o que fazer após encontro a se realizar nesta sexta-feira. Presidente do PPS, um dos sete partidos que cobiçam Marina, o deputado Roberto Freire (SP) disse que, em respeito ao pedaço do eleitorado que a mantém na segunda colocação das pesquisas eleitorais, ela deveria buscar uma filiação partidária.
“Se Marina quer transformar a política, precisa fazer política” disse Freire, que espera por um sinal da ex-senadora. Um correligionário de Freire tocou o telefone para dois amigos que gravitam ao redor do enigma da Rede. Ambos contaram que é grande a torcida para que Marina não repita agora o que fez em 2010.
Naquele ano, após obter quase 20 milhões de votos na sucessão de Lula, Marina se trancou em seus rancores e se absteve de apoiar um dos candidatos que passaram para o segundo turno: José Serra e Dilma Rousseff. Agora, os aliados rogam para que Marina dê uma chance a si mesma. Imagina-se que o eleitor que pende para ela vai preferir um ajuste na estratégia a vê-la fora da disputa.
Embora o Ibope tenha informado na semana passada que a taxa de intenção de votos de Marina caiu de 22% para 16%, ela não é uma competidora qualquer. Permanece no segundo lugar, à frente de Aécio Neves e Eduardo Campos. E a eventual ausência do nome de Marina na urna eletrônica diminui as chances de um segundo turno

Alguem foi ouvir o senador derrotado


Tasso: a política do Ceará está apodrecida
Com pouca presença da população militante e em uma sala repleta de jornalistas e recém-agregados ao PSDB cearense, o ex-senador, Tasso Jereissati e o presidente estadual da sigla no estado, também ex-senador, Luiz Pontes, anunciaram, ontem, as novas filiações e rumos do partido.
O encontro aconteceu na sede, localizada no Meireles, em Fortaleza e reuniu lideranças tucanas e alguns correligionários. Entre estes, a secretária geral do partido, Kamyla Castro, que durante sua fala prestou homenagens ao ex-senador mencionando-o como “grande líder”. “Um político comum só pensa nas próximas eleições, um estadista pensa nas próximas gerações, e foi como muita honra que me filiei ao partido com 16 anos de idade e ainda não cheguei aos 36 anos de filiação como o senhor [Tasso], mas você continua sendo o nosso mestre”, tributou Kamyla.
POLÍTICA CEARENSE
“A política do Brasil e do Ceará, está vencida, está apodrecida, e não existe mais política com “p” maiúsculo no sentido original da palavra [...] Nós, aqui no Brasil, e especialmente no Ceará, estamos encontrando o limite do desaparecimento e do aniquilamento do homem público, que virou grande moeda de troca para a parlamentação, para maneiras de serem reintegrados ao parlamento ou ao poder executivo, para que a sua vida pessoal fique mais garantida, mais tranquila e mais confortável”, repreendeu Tasso.
“BOA SORTE!”
Sobre os últimos abandonos do ninho - quando na última segunda-feira, 30, o deputado estadual, Fernando Hugo deixou o partido e no dia seguinte foi a vez do ex-presidente da Assembleia Legislativa do Ceará e ex-presidente estadual do PSDB, Marcos Cals – Tasso desejou “boa sorte”. Jereissati criticou a escolha de alguns políticos [sem citar nomes] por determinados partidos pelo número de coeficiente eleitoral e outras questões numéricas e monetárias, em detrimento da ideologia considerando as ações como “jogatina de interesses”.
“Estamos vendo esse grotesco cenário de trocas e surgimento de novos partidos e percebemos que alguns políticos perderam o pudor, porque em outra época eles diziam que estavam ‘indo’ por um ideal, e agora não existe ideal, eles mudam porque é mais conveniente e quem não gostou que se dane!”, disse.
Ainda sobre as recentes desfiliações, Tasso afirmou que se contenta em retirar “o que está podre”. “Vá e seja feliz! Se depender de mim, eu prefiro que a gente passe uma régua e comece tudo de novo [...] eu não consigo conviver com esse tipo de política, confesso que estou fora de moda e confesso que não estou por dentro da jogada por não conseguir entender”, lamenta o ex-senador sobre a nova cena política.
INÍCIO DO FIM
Embora ainda não confirmados, o Solidariedade deverá acolher Fernando Hugo e Marcos Cals. Além deles, o deputado estadual, Téo Menezes também estaria de saída neste momento de perda de força do partido que começou, principalmente, após Tasso ter sido derrotado na disputa pelo Senado, em 2010.
Após ser desbaratado, Tasso, perdeu a aliança com o governador Cid Gomes, que apoiou Eunício Oliveira (PMDB) e José Pimentel (PT) (eleitos). Durante o evento de ontem, ao ser questionado se o partido enfraqueceu, Jereissati respondeu, duramente, que não.
PALANQUE E RETROCESSO
Tasso confirmou figurar como palanque para Aécio Neves, mas não confirmou interesse pelos cargos de senador ou governador do Ceará.  “Considero um retrocesso me candidatar ao governo do Ceará, pois já fui doze anos governador e depois doze anos com a família Gomes, onde um dos fundamentos da gente entrar em política há 25 anos era [promover] um estado moderno e de rotatividade, e não fazer política se perpetuando como foi ano passado e, nesse sentido, eu digo que o ideal é que apareça gente nova e novos ideais”. Sobre um possível cargo no Senado, o ex-senador mencionou que essa seria uma decisão para o próximo ano.

Daniel Negreiros
negreiros@oestadoce.com.br
Portal O Estado Online
 
Penso eu - Ouvi de lider político, abandonado no sol e depois na chuva por Tasso: Se tá podre, ele inoculou o vírus.

Manchetes desta sexta feira

- Globo: Dança eleitoral – TSE rejeita Rede e sete partidos assediam Marina
- Folha: TSE veta Rede; Marina tem até amanhã para aderir a partido
- Estadão: Maioria do TSE vota contra criação do partido de Marina
- Correio: Sem Rede, Marina diz hoje se sai candidata
- Valor: Defesa contra rebaixamento inclui maior esforço fiscal
- Estado de Minas: Como a educação engole seu salário
- Jornal do Commercio: Taxa d’água fixa para condomínios
- Zero Hora: TSE nega criação de Rede e Marina decide futuro hoje
- Brasil Econômico: Dólar alto é ônus e bônus para a indústria nacional

Primeira página do jornal O Estado


Bode

A Internet está dando problema desde cedo, daí os atrasos nas postagens. Desculpem.