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Governo do Ceará entrega mais 900 títulos de propriedade do Papel da Casa para famílias de Caucaia nesta sexta-feira (27)
Nesta sexta-feira (27), às 17h, o Governo do Ceará realiza a entrega de mais 900 títulos de propriedade do Programa Papel da Casa às famílias de Caucaia, dos Conjuntos Nova Metrópole, Planalto Caucaia, Araturi e Vicente Arruda.
A solenidade contará com a presença do governador Elmano de Freitas, dos secretários do Planejamento e Gestão, Alexandre Cialdini, das Cidades, Zezinho Albuquerque, da liquidante da Companhia de Habitação do Ceará, Vilani Pinheiro, entre outras autoridades.
O Programa Papel da Casa beneficia cearenses com a entrega dos títulos de propriedade dos imóveis construídos pela Cohab, em regime de Mutirão habitacional, através do Sistema Financeiro da Habitação (SFH), para famílias de baixa renda, mediante a entrega das Escrituras/Títulos de suas residências. O Programa concede isenções e remissões de créditos tributários como IPTU e ITBI, além de redução de 70% nas custas cartorárias tornando o processo de regularização mais acessível e menos oneroso.
Serviço
Entrega de Títulos de Propriedade do Programa Papel da Casa em Caucaia
Data: 27/02 (sexta-feira)
Hora: 17 horas
Local: Ginásio Cazuzão – Rua 6, número 64-124 – Tabapuá / Caucaia.
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O Poder da mensagem
A pessoa que te feriu já está carregando a própria condenação. Quem trai, vive desconfiando. Quem abandona, vive com o vazio. Quem mente, vive sem paz. Você não precisa fazer nada; o universo já trabalha em silêncio. Seu único trabalho é se curar. E curar não significa esquecer. Significa que, quando você se lembrar do que aconteceu, não sangrará mais. Significa que poderá contar sua história sem que ela roube sua energia. Significa que o que antes te destruía, hoje te define com força. Perdoar também não é dar razão ao outro. É libertar-se. É jogar fora o veneno que você está tomando, esperando que o outro adoeça. O perdão não é um presente para eles; é o maior presente que você pode dar a si mesmo. Continue sua jornada sem se tornar aquilo que te feriu. Essa é a verdadeira vitória. Não permita que a dor endureça o seu coração, que a traição te torne traiçoeiro ou que o abandono te faça abandonar aqueles que te amam. A pessoa que emerge do fogo sem queimar os outros é extraordinária. Você decide hoje: gastar sua energia com vingança ou investi-la na construção da versão mais poderosa de si mesmo? O mundo não precisa de mais pessoas feridas. Precisa de curadores que, tendo batido no fundo do poço, escolheram a luz.
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Bom dia
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Coluna do Macário Batista para 26 de fevereiro de 2026
Ex-Embaixador de Portugal no Brasil e depois da França, Francisco Seixas da Costa, meu amigo estimado, escreve uma opinião sobre os encontros e desencontros "do mundo de Donald Trump". Sua perforance é lucida e seu texto é limpido e esclarecedor. Vamos ler juntos:
A doutrina da subordinação preventiva
O nosso país, seja a América o que ela for, vive subordinado a uma postura simples: nunca se colocar numa posição da qual se suspeite que possa desagradar a Washington. - Donald Trump inventou num dia aquilo a que chamou o Conselho da Paz, inicialmente centrado na sua proposta para uma solução final da questão palestina. Para tal, juntou uns quantos parceiros, cada um dos quais passou um gordo cheque para ganhar a sua boa vontade. E logo anunciou ao mundo ter feito mais uma “paz”, a caminho de um futuro Nobel. O grupo tinha gente pouco recomendável, mas não seria isso que o iria distinguir do nível ético do seu promotor. O projeto era transformar uma área deliberadamente arrasada numa Riviera de águas tépidas, a leste do Mediterrâneo. Como projeto turístico, era uma excelente ideia. Tinha, porém, um irritante, como agora se diz: havia por lá uma população que habitava aquela terra desde há séculos. A densidade populacional da área era mesmo das maiores do mundo. Verdade seja que Israel, com uma meticulosa política de liquidação intensiva dos palestinianos, por ali e na Cisjordânia, como retribuição desproporcionada pelo ataque terrorista que sofrera, vinha ajudando a atenuar a tarefa.
A frase: "A chegada de Trump 2.0 atordoou o mundo, desde logo a Europa, cuja atitude face ao conflito israelo-palestiniano era, desde há muito, uma montra de impotência e cobardia. Assumindo como se fosse sua a culpa da genocida extrema-direita nazi, os europeus haviam adotado a tibieza de não ousar enfrentar Israel, temerosos do labéu do antissemitismo, ferrete usado contra quem questiona a excecionalidade do Estado judaico. Com as administrações americanas, de qualquer cor política, de mãos atadas face à pressão do seu lobby interno, a Europa cedo optou por se subordinar a Washington."
Show diplomatico (Nota da foto)
O Conselho da Paz evoluiu, entretanto, na dinâmica retórica de Washington, para uma instituição vocacionada para operar o milagre da paz pelo mundo, sob a liderança autonomeada do próprio Donald Trump – de quem havia de ser? À margem do encontro de Davos, o Presidente americano montou um show diplomático para o qual procurou carrear os parceiros mais complacentes.Por uma vez, a Europa hesitou. Com a agressão das taxas alfandegárias e o desplante das ambições sobre a Gronelândia, a União Europeia, um tanto ofendida, distanciou-se inicialmente do projeto de Trump. Mas o que tem de ser tem muita força e, com o tempo, numa lógica clássica da flexibilidade da vontade perante os poderes fáticos, a ética foi colocada na gaveta. Discretamente, a União informou que seria “observadora” do Conselho da Paz.
Uma ONU só dele
O Conselho da Paz, para quem tenha um mínimo de literacia em relações internacionais, é nada mais, nada menos do que um órgão com a intenção óbvia de vir a substituir-se, no plano dos factos, às Nações Unidas. Trump pretende impor a sua estrutura ao mundo e desqualificar uma organização global que, sem tutelas imperiais, tem servido de plataforma de representação útil para 193 países.
Dimenções
A ONU atravessa um impasse, é certo, desde logo quando os membros permanentes do seu Conselho de Segurança, a começar pelos Estados Unidos e a Rússia, a utilizam à la carte. Mas é o que temos e importa notar que há muito mais Nações Unidas para além do seu Conselho de Segurança.


