Contato

Ampliando o leque. Isso é bom.

 

Nova lei garante orientação previdenciária a segurados do INSS em hospitais e unidades de saúde
Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil
Uma boa notícia para os beneficiários da Previdência Social entrou em vigor com a sanção da Lei nº 15.288/2025, assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em dezembro do ano passado.
A nova legislação determina que hospitais públicos e unidades de saúde que possuam assistentes sociais em seus quadros passem a orientar segurados do INSS sobre seus direitos previdenciários.
A norma alterou a Lei nº 8.213/1991, que trata dos Benefícios da Previdência Social, e amplia o acesso à informação, sobretudo sobre benefícios por incapacidade, como o antigo auxílio-doença e a aposentadoria por invalidez. A partir de agora, os assistentes sociais devem informar quais benefícios podem ser solicitados, como fazer o requerimento junto ao INSS e quais documentos são necessários para dar entrada no pedido.
A iniciativa surgiu a partir do Projeto de Lei nº 3.032/2011, de autoria do deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), aprovado pela Câmara dos Deputados em 2023. A proposta partiu da constatação de que muitos segurados desconhecem seus direitos ou enfrentam dificuldades para acessar os serviços do INSS, especialmente em situações de doença ou incapacidade temporária ou permanente, muitas vezes relacionadas ao trabalho.

Após a aprovação na Câmara, o texto foi reapresentado no Senado como PL nº 3.898/2023, mantendo o mesmo objetivo de fortalecer a proteção social dos segurados. Em novembro de 2025, a matéria foi aprovada pelos senadores e encaminhada para sanção presidencial.

Dinheiro novo. Pouco, mas novo.

 

Municípios do Ceará terão R$ 1,5 bilhão em emendas individuais em 2026; R$ 975 milhões serão liberados até julho
Os municípios cearenses vão receber, em 2026, cerca de R$ 1,5 bilhão em emendas parlamentares individuais, recursos já previstos no Orçamento da União e de pagamento obrigatório até 31 de dezembro. Os números foram apresentados pelo deputado federal Danilo Forte (União Brasil), em entrevista ao Jornal Alerta Geral.
Segundo Danilo, cada um dos 25 integrantes da bancada cearense em Brasília destinou R$ 60 milhões em emendas individuais. O Estado será contemplado, também, com as emendas impositivas de bancada.
LIBERAÇÃO MAIS CEDO
Pelas regras aprovadas pelo Congresso Nacional, 65% dessas verbas, ou seja, R$ 975 milhões, deverão ser transferidas aos municípios até o dia 3 de julho, antecipando a chegada dos recursos em pleno ano eleitoral.
Quanto mais cedo o dinheiro cai nas contas das prefeituras, maior tende a ser o impacto político para parlamentares que disputam a reeleição, já que as obras, serviços e investimentos ganham visibilidade nos municípios.
RECORDE DE EMENDAS
O Orçamento da União destina, em 2026, R$ 60 bilhões em emendas parlamentares apresentadas, em todo o Brasil, pelos 513 deputados federais e pelos 81 senadores.
Uma reportagem do Jornal O Estado de São Paulo revela, neste sábado (10), que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se tornou o chefe do Executivo que mais pagou emendas parlamentares na história. Com base nas informações do sistema Siga Brasil, do Senado Federal, o governo Lula 3 liberou R$ 119,5 bilhões em emendas entre 2023 e 2025, superando as gestões anteriores. Somente em 2025, o recorde foi de R$ 45 bilhões pagos.
PERFIL DE EMENDAS
As emendas parlamentares são recursos do Orçamento da União cuja destinação é indicada por deputados e senadores, enquanto o governo federal executa os pagamentos. Esse montante inclui diferentes modalidades, como as emendas individuais, de bancada, de comissão, além das chamadas emendas Pix e do antigo orçamento secreto — mecanismos que, nos últimos anos, foram alvo de denúncias, investigações e decisões do Supremo Tribunal Federal.
O crescimento desse instrumento é resultado da ampliação do poder do Congresso sobre o Orçamento desde a criação das emendas impositivas, em 2014, passando pela explosão do orçamento secreto a partir de 2020. Após as eleições de 2022 e a aprovação da PEC da Transição, os valores continuaram em alta, com o orçamento secreto sendo incorporado às emendas de comissão. Em 2024, o Congresso aprovou limites para o crescimento das verbas, mas preservou aumento real ano a ano, mantendo as emendas como um dos principais instrumentos de articulação política e eleitoral no país.
ANO ELEITORAL
A Lei Orçamentária de 2026 foi aprovada com um artigo que impõe ao Poder Executivo liberar, até o dia 3 de julho, 60% dos recursos das emendas parlamentares impositivas. A mudança no texto da lei enviado pelo Executivo foi considerada uma derrota para o Governo.

A liberação dos recursos será feita poucos dias antes da abertura do prazo das convenções partidárias que irão indicar os candidatos às eleições de outubro. Com verbas liberadas, os deputados federais e senadores ganham mais visibilidade e atraem mais apoio na corrida pela reeleição.

Pra pensar no domingo


Nunca desista do sonho, se não encontrar na padaria, procure na próxima.

O Poder da Mensagem

 


Bom dia

 


O dia - Aqui pra nós; tá uma converseira doida nos bastidores da política no Ceará. Agora vem a fase de proclamar conquista de territórios. Depois virão outras etapas até a véspera da eleição, aquela onde o safado do eleitor fica a noite toda sentado nas calçadas esperando o coitado do candidato passar e comprar os votos que geralmente não são entregues, ou, se entregues, pela metade isto é , um pedaço pra um outro pra outro dependendo do que foi recebido.

O Brasil ouve rádio, antes de ver internet

 


Governo do Brasil sanciona lei que padroniza carteira profissional de radialista
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, nesta sexta-feira (9), uma nova lei que muda as regras para quem trabalha no rádio. A Lei nº 15.335/2026 garante que todos os radialistas poderão tirar a carteira profissional de forma mais simples e com validade em todo o país.
Antes, a carteira era emitida apenas por sindicatos. Agora, ela poderá ser feita pelo Ministério do Trabalho, pela Federação dos Trabalhadores de Radiodifusão e TV (Fitert) e pelos sindicatos da categoria.
A carteira deverá conter o número da Carteira de Trabalho e Previdência Social, fotografia, número do registro profissional e cargo específico, entre outras informações pessoais.
Os radialistas não sindicalizados poderão emitir a identidade profissional desde que estejam registrados no órgão regional do ministério.
A nova norma é um avanço para a categoria, já que padroniza a identificação do profissional, dá segurança jurídica e assegura igualdade no acesso ao documento, seja o trabalhador filiado a sindicato ou não.
Relevância, audiência e credibilidade
Pesquisa divulgada no segundo semestre de 2025 aponta que o rádio segue sendo um dos veículos de maior relevância no Brasil.
O levantamento, realizado pela Kantar IBOPE Media nas 13 maiores regiões metropolitanas do país, mostra que o rádio é consumido por 80% da população brasileira.
Outra pesquisa, publicada pelo jornal Valor Econômico, revelou ainda que o rádio lidera o ranking de credibilidade dos veículos para obtenção de informação, com 81% de confiança.

O Poder da Mensagem

 


Bom dia

 



O dia - Canários. Os nossos bons e conhecidos cantores de gogos afiados, plumagem amarelo, sumidos daqui, reencontrei em Minas Gerais. Cantos alegres, saltitantes. Em paz diria. Terá sido ter virado canário de briga que os fez catar as montanhas ao invés de alegrar a caatinga? Até parece que a natureza anda triste como os ipês que cada vez mais buscam a mata pra fugir do homem?

Países da UE devem aprovar assinatura de acordo comercial com Mercosul



Policiais ao lado de tratores bloqueando uma estrada perto da Torre Eiffel, enquanto agricultores franceses protestam contra a gestão do governo em relação ao acordo de livre comércio UE-Mercosul, em Paris, França, 8 de janeiro de 2026. REUTERS/Gonzalo Fuentes
Policiais ao lado de tratores bloqueando uma estrada perto da Torre Eiffel, enquanto agricultores franceses protestam contra a gestão do governo em relação ao acordo de livre comércio UE-Mercosul, em Paris, França, 8 de janeiro de 2026. REUTERS/Gonzalo Fuentes
© Thomson Reuters
BRUXELAS, 9 Jan (Reuters) - Espera-se que os países da UE aprovem nesta sexta-feira a assinatura do maior acordo de livre comércio da história do bloco com o Mercosul, mais de 25 anos após o início das negociações e após meses de disputas para garantir o apoio dos principais Estados-membros.
A Comissão Europeia, que concluiu as negociações há um ano, e países como a Alemanha e a Espanha argumentam que o acordo é uma parte vital do esforço da UE para abrir novos mercados, a fim de compensar as perdas comerciais decorrentes das tarifas dos EUA e reduzir a dependência da China, garantindo o acesso a minerais essenciais.
Os opositores, liderados pela França, o maior produtor agrícola da União Europeia, afirmam que o acordo aumentará as importações de produtos alimentares baratos, incluindo carne bovina, aves e açúcar, prejudicando os agricultores nacionais. Os agricultores iniciaram protestos em toda a UE, bloqueando estradas francesas na quinta-feira.
Embaixadores dos 27 estados-membros do bloco europeu devem indicar as posições de seus governos na sexta-feira, sendo que 15 países, que representam 65% da população total do bloco, são necessários para a aprovação. As capitais da UE confirmariam por escrito a decisão ainda na sexta-feira ou na segunda-feira.
Vídeo relacionado: Acordo UE-Mercosul deve ser assinado em 12 de janeiro (Dailymotion)
Isso abrirá caminho para que a presidente da Comissão, Ursula von der Leyen, assine o acordo com os parceiros do Mercosul - Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai. O Parlamento Europeu também precisará aprovar o acordo antes que ele possa entrar em vigor.
FRANÇA DIZ QUE A BATALHA AINDA NÃO TERMINOU
O acordo de livre comércio seria o maior da União Europeia em termos de redução tarifária, eliminando 4 bilhões de euros em impostos sobre suas exportações. Os países do Mercosul têm tarifas altas, como 35% sobre peças automotivas, 28% sobre laticínios e 27% sobre vinhos.
A UE e o Mercosul esperam expandir o comércio de mercadorias divididas igualmente no valor de 111 bilhões de euros em 2024. As exportações da UE são dominadas por maquinário, produtos químicos e equipamentos de transporte, enquanto as do Mercosul se concentram em produtos agrícolas, minerais, celulose e papel.
Para convencer os céticos em relação ao acordo, a Comissão Europeia implementou instrumentos de salvaguardas que permitem suspender as importações de produtos agrícolas sensíveis. Reforçou os controles de importação, principalmente no que diz respeito aos resíduos de pesticidas, criou um fundo de crise, acelerou o apoio aos agricultores e comprometeu-se a reduzir os direitos de importação sobre os fertilizantes.
As concessões não foram suficientes para conquistar a Polônia ou a França, mas a Itália parece ter mudado de um "não" em dezembro para um "sim" na sexta-feira.
A ministra da Agricultura da França, Annie Genevard, disse que a batalha ainda não terminou e prometeu lutar pela rejeição na assembleia da UE, onde a votação poderá ser apertada. Grupos ambientalistas europeus também se opõem ao acordo.
O social-democrata alemão Bernd Lange, presidente do comitê de comércio do Parlamento, expressou confiança de que o acordo seria aprovado, com uma votação final provavelmente em abril ou maio.
(Reportagem de Philip Blenkinsop)

Parece conversa fiada

 

Leia com calma
Passagem aérea nacional teve redução de 20% em novembro
Cerca de um terço dos bilhetes vendidos em todo o país, no penúltimo mês do último ano, custou menos de R$ 300, segundo levantamento do Ministério de Portos e Aeroportos
Preço médio das passagens caiu no Brasil em 2025, em comparação com o ano anterior - Foto: Divulgação/MPor
O preço médio das passagens aéreas caiu 20% em novembro de 2025, em comparação com o mesmo período do ano anterior. De acordo com levantamento do Ministério de Portos e Aeroportos (MPor), com base em dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), o preço médio do bilhete aéreo caiu de R$ 758,87, em novembro de 2024, para R$ 607,85, em novembro de 2025.
Na comparação com dados apurados em novembro de 2022 – último ano do governo anterior, quando o tíquete aéreo foi comercializado por valor médio de R$ 727,98 – a queda no indicador foi superior a 16%.
“Mais da metade dos bilhetes aéreos do país foram vendidos, em novembro, por valor abaixo de R$ 500, e quase um terço por até R$ 300. Essa queda consistente ao longo dos últimos anos é fruto do trabalho intenso do Ministério em pautas sensíveis ao setor e em conjunto com a Petrobras para a redução do custo do querosene de aviação (QAv), que representa cerca de 35% dos gastos das companhias aéreas”, afirmou o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho. "Custo mais baixo significa tarifa aérea menor e mais acessível ao povo brasileiro", complementou.
De acordo com o levantamento, os bilhetes vendidos a menos de R$ 300 correspondem a 28,2% de todas as passagens vendidas. Os dados também mostram que 55,6% das passagens custaram menos de R$ 500 e que apenas 6% foram vendidas acima de R$ 1.500. Em novembro de 2024, 17% dos bilhetes aéreos foram comercializados por até R$ 300 e 41,9% por até R$ 500, com 10% deles custando acima de R$ 1.500.
“A redução do preço médio das tarifas aéreas é resultado do aumento de competitividade do setor aéreo brasileiro. O Governo Federal tem trabalhado para criar um ambiente regulatório compatível com as melhores práticas internacionais. Nosso objetivo tem sido estimular a realização de investimentos e atrair novas empresas para o nosso mercado. Isso se traduz em passagens mais acessíveis e em mais brasileiros podendo voar”, declarou o secretário de Aviação Civil, Daniel Longo.
A queda no preço das passagens é um resultado conjunto entre planejamento, confiabilidade do mercado e esforços do Ministério para a redução no preço do QAv, que caiu 4% na comparação entre novembro de 2024 – quando custava R$ 3,72, em média – e novembro de 2025, quando estava cotado a R$ 3,57.

No acumulado de 2025 (janeiro a novembro), a redução no preço das passagens foi de 3%; passando de R$ 658,94, em 2024, para R$ 639,22, em 2025.