Quando o provedor se empolga, risca e rabisca tudo.
O dia bem acolá
É assim que tá a temperatura em Colônia, na Alemanha. Ainda bem que lá a gente bebe cachaça alemã, como remédio.
O dia
Tem uma névoa sobre Fortaleza. Dá pra ver as coisas mas tem que apurar a vista. Lembro da história que contam de Exu, na África. Aqui na frente do Ceará tem Dakar. É de lá. Diz que deram três cabeças a Exu. Na primeira tinha o mal. Na segunda tinha o bem. Exu não aceitou nenhuma. Sem ver o que tinha na terceira, Exu pegou o mal e o bem, botou dentro da terceira, balançou e soprou no mundo. Por isso, diz a lenda, temos sempre um pouco de mal e um pouco de bem dentro da gente. Os dois acabam quando aprendemos o que é bom e o que é ruim. Entendeu seu macumbeiro de meia tigela.
Romeu celebra anúncio de instalação de indústria calçadista em Granja, que vai gerar 800 empregos
Foto: Carlos Gibaja
O presidente da Assembleia Legislativa do Ceará, Romeu Aldigueri (PSB), celebrou como a maior conquista da história de Granja na geração de empregos o anúncio da instalação de uma unidade da empresa calçadista Mallei. O empreendimento vai abrir 800 vagas de trabalho no município.
A chegada da indústria é resultado de parceria com o Governo do Estado, que garantiu incentivos por meio da construção de galpões industriais, com investimento de R$ 21 milhões. As obras começam em março e, de acordo com o cronograma, as contratações terão início em novembro de 2026.
Durante o anúncio, o governador Elmano de Freitas (PT) destacou o compromisso com o desenvolvimento regional. “Hoje é um dia histórico para esse município. Nós, do Governo do Estado, estamos decidindo pelo apoio ao que é necessário para que geremos emprego e oportunidades para o nosso povo”, afirmou, ao lado de Romeu Aldigueri, do prefeito Aníbal Filho (PSB) e de sócio-administrador da Mallei, Vanderlei Monbach.
GRATO PELO PARCERIA
Romeu Aldigueri ressaltou a importância da parceria institucional para viabilizar o investimento. “Gostaria de agradecer a parceria do governador Elmano e dos investidores, que confiam no Ceará, um estado que cresce mais que o Nordeste e o Brasil. Aqui é a soma da vontade de fazer o bem, trazer investimento e gerar emprego para o nosso povo”, declarou.
Fotos: Carlos Gibaja
O presidente da Assembleia Legislativa do Ceará, Romeu Aldigueri (PSB), celebrou como a maior conquista da história de Granja na geração de empregos o anúncio da instalação de uma unidade da empresa calçadista Mallei. O empreendimento vai abrir 800 vagas de trabalho no município.
A chegada da indústria é resultado de parceria com o Governo do Estado, que garantiu incentivos por meio da construção de galpões industriais, com investimento de R$ 21 milhões. As obras começam em março e, de acordo com o cronograma, as contratações terão início em novembro de 2026.
Durante o anúncio, o governador Elmano de Freitas (PT) destacou o compromisso com o desenvolvimento regional. “Hoje é um dia histórico para esse município. Nós, do Governo do Estado, estamos decidindo pelo apoio ao que é necessário para que geremos emprego e oportunidades para o nosso povo”, afirmou, ao lado de Romeu Aldigueri, do prefeito Aníbal Filho (PSB) e de sócio-administrador da Mallei, Vanderlei Monbach.
GRATO PELO PARCERIA
Romeu Aldigueri ressaltou a importância da parceria institucional para viabilizar o investimento. “Gostaria de agradecer a parceria do governador Elmano e dos investidores, que confiam no Ceará, um estado que cresce mais que o Nordeste e o Brasil. Aqui é a soma da vontade de fazer o bem, trazer investimento e gerar emprego para o nosso povo”, declarou.
Levantamento do TCE Ceará avalia combate à crise climática pelo Governo estadual
Levantamento realizado pelo Tribunal de Contas do Estado do Ceará revelou que o Governo estadual possui uma base institucional sólida para enfrentar a emergência climática, mas ainda precisa desenvolver áreas, como a defesa civil e o rastreamento de investimentos públicos. O relatório final deste Levantamento foi homologado pelo Pleno do TCE Ceará, durante sessão virtual de julgamento. A decisão foi por unanimidade, acompanhando o voto da relatora do processo nº 19510/2025-2, conselheira Patrícia Saboya.
O Colegiado do Tribunal recomendou que a Secretaria de Controle Externo (Secex) do Tribunal utilize os resultados do Levantamento para guiar a definição de prioridades em futuras fiscalizações. Além disso, serão comunicados os entes estaduais avaliados sobre os resultados, os quais estão disponíveis para consulta pública no site Painel ClimaBrasil (https://sites.tcu.gov.br/painelclimabrasil/)
O estudo utilizou a metodologia do Painel ClimaBrasil, iniciativa nacional que avalia as ações governamentais relacionadas à mudança do clima, sob a perspectiva dos Tribunais de Contas brasileiros, focando em três eixos essenciais: Governança, Políticas Públicas e Financiamento, e foi conduzido pela Diretoria de Fiscalização de Obras, Serviços de Engenharia e Meio Ambiente, unidade da Secex do TCE Ceará.
De acordo com a unidade técnica do Tribunal, ao considerar a crescente urgência das mudanças climáticas e seus impactos diretos no território cearense – marcado por secas prolongadas, vulnerabilidade hídrica e desafios ambientais estruturais – este Levantamento foi motivado pela necessidade de avaliar o grau de preparo do Estado do Ceará frente a agenda climática.
Foi verificado no trabalho que o Governo estadual apresenta avanços relevantes na institucionalização da agenda climática, com destaque para um marco legal atualizado, articulação intersetorial e protagonismo em energias renováveis. Contudo, persistem fragilidades em áreas essenciais como a integração de sistemas de defesa civil, o rastreamento dos gastos climáticos e a garantia de justiça climática. A transparência e o monitoramento dos investimentos – públicos e privados – ainda demandam aprimoramentos, assim como a transversalização efetiva do tema nos setores mais vulneráveis.
Este levantamento foi tema de mais uma edição do Controle em Ação, publicação que visa informar toda a sociedade sobre as ações de fiscalização, produzida pela Secretaria de Controle Externo, por meio da Assessoria de Qualidade de Inovação.
As iniciativas relacionadas às Mudanças Climáticas estão alinhadas à Agenda ESG 2025 do TCE Ceará, que reúne também outros eixos prioritários do Tribunal: Primeira Infância, Saneamento Básico, Acessibilidade e Inclusão. Nesse contexto, a Corte de Contas estimula a atenção da gestão pública às práticas de governança socioambiental.
Lula celebra ouro inédito de Lucas Pinheiro nas Olimpíadas de Inverno: “O esporte brasileiro não tem limites”
Lucas segura o inédito ouro no pódio em Bormio, na Itália: brasileiro volta à pista de neve na segunda-feira em busca de outro resultado histórico - Foto: Rafael Bello/COB
Presidente destaca conquista histórica no slalom gigante em Milão-Cortina 2026 e afirma que vitória amplia o horizonte do esporte nacional
“Éourooooooooooooooooooooo!” Foi assim, vibrando como tantos brasileiros ligados na televisão neste sábado, 14 de fevereiro, que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva celebrou a conquista da primeira medalha da história do Brasil em Jogos Olímpicos de Inverno. O feito inédito foi protagonizado pelo esquiador Lucas Pinheiro Braathen, na pista de Bormio, na Itália, ao vencer a prova de slalom gigante nos Jogos de Milão-Cortina 2026.
Nas redes sociais, o presidente parabenizou o atleta e destacou o simbolismo da vitória, que transcende as pistas de neve e amplia os horizontes do esporte brasileiro. “O resultado inédito mostra que o esporte brasileiro não tem limites. É o reflexo de talento, dedicação e do trabalho contínuo de fortalecimento do esporte em todas as suas dimensões. Parabéns, Lucas Pinheiro, e toda a equipe envolvida nessa conquista histórica, que inspira novas gerações e amplia o horizonte do esporte nacional.”
FEITO PARA A HISTÓRIA – A medalha de ouro de Lucas veio na exigente prova de slalom gigante do esqui alpino, modalidade em que o brasileiro registrou o melhor tempo somado nas duas descidas, superando atletas de países tradicionais nos esportes de inverno. No pódio, a prata e o bronze ficaram com os suíços Marco Odermatt e Loic Meillard, dois dos principais nomes do esqui alpino mundial.
Filho de mãe brasileira, Lucas nasceu em Oslo, na Noruega, e optou por defender o Brasil em competições internacionais. A decisão o levou a escrever uma página inédita na história olímpica nacional, transformando sua trajetória de dedicação, talento e superação em inspiração para atletas e cidadãs e cidadãos em todo o país.
Para o Ministério do Esporte, a conquista reforça a importância de políticas públicas voltadas ao desenvolvimento esportivo em todas as suas manifestações, ampliando oportunidades e horizontes para atletas brasileiros, independentemente da modalidade ou das condições climáticas.
“O ouro conquistado por Lucas Pinheiro é motivo de orgulho para todo o Brasil. É a prova de que o esporte brasileiro não tem limites e que nossos atletas podem competir e vencer em qualquer cenário”, afirmou o ministro do Esporte, André Fufuca.
PARTICIPAÇÃO BRASILEIRA EM EVOLUÇÃO – O Brasil participa dos Jogos Olímpicos de Inverno desde 1992, em Albertville, na França. Desde então, o país esteve nas edições de Lillehammer-1994, Nagano-1998, Salt Lake City-2002, Turim-2006, Vancouver-2010, Sochi-2014, PyeongChang-2018 e Pequim-2022. Até este sábado, os melhores resultados do país haviam sido o 9º lugar de Isabel Clark em Turim, no snowboard; e o 13º lugar de Nicole Silveira, no skeleton, em Pequim. Antes de Milão-Cortina, 40 atletas brasileiros, sendo 27 homens e 13 mulheres, representaram o Brasil na competição, em nove modalidades.
Sudene autoriza nova liberação do FDNE para avançar implantação de parques solares no Ceará
Diretoria Colegiada da Autarquia se reuniu
Elvis Aleluia/ Sudene
Segunda parcela de R$ 17 milhões para os empreendimentos Bom Jardim Energia Solar 1 e 3 reforça investimentos em energia limpa e desenvolvimento regional.
Recife (PE) - A Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene) autorizou, em reunião da Diretoria Colegiada realizada nesta quinta-feira (12), a liberação da segunda parcela de recursos do Fundo de Desenvolvimento do Nordeste (FDNE) para a implantação dos parques fotovoltaicos Bom Jardim Energia Solar 1 e 3, no Ceará. O desembolso soma R$ 17 milhões e integra o conjunto de investimentos estratégicos da Autarquia voltados à expansão da infraestrutura energética e ao fortalecimento da transição para fontes renováveis na Região.
Os empreendimentos, localizados no município de Icó, fazem parte da estratégia de consolidação da matriz energética limpa no Nordeste, ampliando a capacidade de geração solar e contribuindo para a atração de novos investimentos produtivos. Iniciativas dessa natureza reforçam o papel do FDNE como instrumento estruturante para reduzir gargalos de infraestrutura e estimular o desenvolvimento sustentável regional.
De acordo com o diretor de Gestão de Fundos e Incentivos Fiscais da Sudene, Heitor Freire, o valor total do FDNE para os dois parques de energia solar é R$ 123,8 milhões. “A Sudene já liberou R$ 88,7 milhões, sendo cerca de R$ 44 milhões para cada unidade, representando a primeira parcela do financiamento, que cobre 32% do valor total do investimento no projeto”, afirmou.
Os parques solares Bom Jardim Energia Solar 1 e 3 estão entre os projetos apoiados pela Sudene para ampliar a produção de energia renovável no Nordeste, contribuindo para a segurança energética, a geração de empregos e o dinamismo econômico local. O apoio do Fundo também fortalece cadeias produtivas associadas à transição energética e à economia de baixo carbono.
Com a nova liberação, a Sudene mantém o ritmo de execução financeira do projeto, assegurando condições para a continuidade das obras e para a entrada gradual dos empreendimentos em operação, ampliando a oferta de energia limpa e reforçando a competitividade do Nordeste no cenário energético nacional.
Benefícios
A Diretoria Colegiada também aprovou a concessão de incentivos fiscais para três empresas, sendo duas localizadas no Espírito Santo e uma em Pernambuco. Todos eles se referem à modalidade na modalidade de Reinvestimento de 30% Imposto de Renda de Pessoa Jurídica. No total, os pedidos de liberação somam R$ 2,8 milhões, tendo sido informados 4.267 empregos mantidos.
Petroleiros e movimentos sociais articulam campanha Petróleo para Cuba junto à Petrobrás
Organizações sociais, movimentos populares e petroleiros articulam a campanha Petróleo para Cuba, a fim de pressionar o governo brasileiro e a Petrobrás pelo envio emergencial de combustível ao país caribenho, asfixiado por sanções adicionais impostas pelo governo Trump.
Com o apoio de federações nacionais dos petroleiros, a iniciativa reúne o Movimento Brasileiro de Solidariedade com Cuba e às Causas Justas, a Associação Cultural José Martí, entidades populares, centrais sindicais e partidos políticos.
Estão em curso conversações com a diretoria da Petrobrás e representantes da Federação Única dos Petroleiros (FUP) e da Federação Nacional dos Petroleiros (FNP) para a construção de entendimento conjunto, em busca de alternativas capazes de viabilizar o embarque de petróleo brasileiro.
No final de janeiro último, os Estados Unidos aprovaram decreto que impõe tarifas contra países que forneçam petróleo a Cuba, ampliando, assim, o cerco econômico aos cubanos e comprometendo o abastecimento de energia na ilha.
“A FUP se solidariza com o povo cubano, contra o embargo econômico e energético promovido pelo governo Trump. A diplomacia brasileira já se manifestou acertadamente sobre o tema. Contudo, precisamos de ações concretas, urgentes, e de caráter humanitário. A Petrobrás, na condição de empresa pública de um país soberano, precisa se envolver para garantir o abastecimento de petróleo para o país caribenho”, destacou o diretor da FUP, Paulo Neves.
O Brasil mantém relações comerciais com Cuba, exportando principalmente produtos agrícolas e alimentícios, além de alguns bens industriais. A balança comercial geral entre os dois países apresenta superávit para o Brasil.
Bom dia
Coluna do Macário Batista em 15 de fevereiro de 2026
Segurança das mulheres no Carnaval exige ação coletiva; conheça 5 formas de intervir em situações de assédio
- Enquanto foliões de todo o país se preparam para o Carnaval e são divulgadas campanhas de conscientização sobre assédio e abuso sexual durante festas e blocos, o Índice de Conscientização sobre Violência contra as Mulheres, lançado no final de 2025 pelo Instituto Natura e Avon, chama a atenção para a falta de informação sobre intervenção de terceiros em situações de violência contra mulheres. O Índice, baseado na escuta de brasileiros das cinco regiões do país, revela um cenário contraditório e preocupante: embora 96% das pessoas reconheçam ter responsabilidade diante do problema social que é a violência contra mulheres, 62% não sabem identificar e/ou agir diante de casos do tipo e 50% já deixaram de intervir em situações reais por medo de serem prejudicados. Essa omissão, segundo Beatriz Accioly, antropóloga e líder de Políticas Públicas pelo Fim da Violência Contra Meninas e Mulheres no Instituto Natura, pode potencializar os riscos de escalada da violência, além de colaborar para a normalização de abusos. Esta normalização, inclusive, é o que torna o crime de importunação sexual comum no Brasil não só no Carnaval, mas durante todo o ano. “Violência contra mulheres no Carnaval não é exceção, nem ‘desvio de festa’: é expressão de desigualdades estruturais que atravessam o espaço público, o lazer e o corpo das mulheres. O Carnaval não cria a violência, mas amplifica práticas já naturalizadas, e é preciso reforçar que a suspensão simbólica das regras sociais não suspende direitos”, diz a especialista.
Para Beatriz, focar em como a mulher pode se proteger de situações de violência no Carnaval, como evitar ficar sozinha em meio à multidão, é um equívoco. "Não é o álcool, nem o figurino, nem o 'clima de festa' que causa a violência. Ao focar no comportamento individual da vítima, ignoramos que a segurança da mulher na folia depende, na verdade, de infraestrutura urbana, serviços públicos preparados e uma mudança cultural sobre o consentimento”, destaca.
A frase: "Neste Carnaval, o Índice de Conscientização sobre Violência Contra Mulheres do Instituto Natura reforça que campanhas pelo fim da violência contra mulheres são importantes: apesar de recorrentes neste período do ano, 40% dos brasileiros dizem que não se lembram de terem visto campanhas sobre o tema nos últimos 12 meses (o questionário foi aplicado entre junho e agosto de 2025)". O foco deve ir além do que é ou não violência e como evitá-la, chegando ao debate sobre como ajudar mulheres nesta situação.
Baixo nivel de informação (Nota da foto)
Somente 29% dos participantes da primeira pesquisa para o Índice, que deve ser atualizado anualmente, demonstraram conscientização “alta” ou “muito alta” sobre leis, serviços de apoio e conduta adequada em situações de violência contra mulheres, enquanto 28% demonstraram conscientização “baixa” ou “muito baixa” a respeito. “O foco tem que sair da vítima e ir para a testemunha ativa”, afirma Beatriz Accioly. “Intervir não é só confrontar, é também ativar a rede e apoiar”, resume a especialista.
Formas de intervir
Conheça formas de intervir em situações de violência contra a mulher em ambientes de festa sem agravar riscos:Saiba reconhecer e divulgue para seus amigos os sinais para pedir ajuda discretamente, como o gesto de abrir e fechar a mão com o polegar centralizado à palma.
Como deixar a festa
Organize saídas coletivas, pontos de encontro e redes de cuidado entre amigos. Utilize a técnica da distração: ao ver uma mulher em situação suspeita, finja que conhece a vítima e ofereça ajuda para se afastar do suposto agressor de maneira discreta, abordado-a com algo como "Oi, amiga, estava te procurando! Vamos ao banheiro juntas?" ou “Oi, prima, estamos indo para outro local. Vamos juntos?”;
Acione seguranças ou policiais
Atenção ao consentimento vulnerável: se a mulher está visivelmente embriagada, ela não pode consentir. Amigos e desconhecidos devem atuar como barreira de proteção, evitando o contato de estranhos à mulher. Segundo a especialista, é preciso também compreender o limite entre paquera e importunação ou assédio, assim como distinguir as manifestações de violência. O "não é não" é uma conquista cultural recente que precisa ser reforçada por políticas públicas, diferenciando que:
Paquera é consentida
Importunação sexual é o "beijo roubado", a “mão boba” ou toques não autorizados em espaços públicos e configura crime; Estupro de vulnerável é quando a vítima não tem capacidade de consentir um ato sexual.
Por fim...
Beatriz Accioly explica que diferentes tipos de violência continuam ocorrendo durante o Carnaval. "É um erro focar apenas no assédio que pode acontecer em espaços públicos - no bloco, no clube, na avenida - e esquecer que a violência doméstica, infelizmente, continua ocorrendo entre quatro paredes, mesmo durante todos os dias de festa", conclui.
Sair da omissão
As situações podem acontecer tanto no espaço público quanto no ambiente privado, por isso, a recomendação da especialista é que, ao testemunhar qualquer ato violento, todas as pessoas saiam da posição de omissão e passem a intervir de forma ativa - mas sem se arriscar ou confrontar o agressor - na proteção e acolhimento das mulheres.
Assinar:
Comentários (Atom)