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Pode até não chover, mas tá com uma carinha...Estar absolutamente macunaímico seria estar absolutamente com vontade de não arredar os quartos da rede? Se for...

MP investiga suposta ordem do CV que proíbe briga de organizadas no Ceará

 


Brigas entre torcedores de Ceará e Fortaleza aconteceram antes de clássico pelo Cearense. O Ministério Público do Ceará investiga supostas mensagens que teriam sido divulgadas pela facção criminosa Comando Vermelho e que ordenam o fim das brigas entre torcidas organizadas dentro do estado. As mensagens começaram a circular nas redes sociais após diversos registros de brigas entre torcedores de Ceará e Fortaleza no último domingo, data do primeiro clássico do ano entre eles , pelo Campeonato Cearense. Passando para comunicar a todos os componentes de torcidas organizadas que brigas de torcidas estão totalmente brecadas dentro do estado! Já que não sabem curtir sem trazer problemas para a organização e sem trazer o sistema para dentro da quebrada e ainda por cima lotando as cadeias! Todos vão pagar por uns! Essa ordem começa no dia 9/2/2026 e não tem data para acabar! A todos os líderes, comuniquem seus componentes e andem em cima da linha, pois quem desacreditar será severamente cobrado. Assinado: Comando Vermelho do Ceará.
Mensagem que circula nas redes sociais

O MPCE investiga o caso e tenta entender a relação entre a mensagem e as brigas entre organizadas. Ao mesmo tempo, o órgão decidiu pela suspensão de quatro torcidas uniformizadas por cinco jogos de Ceará e Fortaleza. São elas: Torcida Organizada do Ceará (TOC); Movimento Organizado Força Independente (MOFI), Bonde da Aliança e Força da Galera. Ao todo, 357 prisões foram registradas após as brigas do último final de semana. Delas , 236 detenções foram mantidas após as audiências de custódia. Houve ainda 15 medidas cautelares aplicadas. A polícia apreendeu com torcedores antes do clássico diversos objetos usados em brigas, como soco-inglês, rojão e artefatos explosivos artesanais, entre outros. Houve inclusive focos de briga entre torcedores do mesmo time. Presidentes da Cearamor e da TUF (Torcida Uniformizada do Fortaleza) renunciaram aos cargos. Não há a confirmação da relação entre a saída deles e as mensagens publicadas e ligadas ao Comando Vermelho. Ambos se manifestaram nas redes sociais.
Passando para informar, é o Dudu aqui, presidente da Cearamor. Estou entregando o cargo, renunciando e saindo da torcida. Vida que segue. Beleza?
Weslley Paulo, ex-presidente da Cearamor
Estou comunicando que estou renunciando do cargo e vida que segue. Não faço mais parte da torcida, não.
Anderson Xiboi, ex-presidente da TUF.

Cadastro começa hoje

 

Inicia nesta terça-feira (17), o cadastro para participar do programa Pé-de-Meia Licenciatura
O Ministério da Educação (MEC) inicia nesta terça-feira (17) o período de cadastramento de currículo e pré-inscrição de interessados em participar do Pé-de-Meia Licenciaturas 2026.
Em nota, a pasta informou que estudantes elegíveis devem se cadastrar exclusivamente pela Plataforma Freire, da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).
Nesta edição, serão concedidas até 12 mil bolsas, conforme critérios adicionais de ocupação de vagas estabelecidos em edital. O MEC disponibiliza um tutorial que orienta sobre a etapa necessária para fazer parte do programa.
Quem pode participar
São elegíveis candidatos que obtiveram nota igual ou superior a 650 no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e que foram aprovados em cursos de licenciatura, na modalidade presencial, por meio de um dos seguintes programas:
Sistema de Seleção Unificada (Sisu);
Programa Universidade para Todos (Prouni);
Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).
A iniciativa concede bolsa mensal no valor de R$ 1.050, dos quais R$ 700 podem ser sacados imediatamente.

Os outros R$ 350 serão destinados a uma poupança, cujo saque está condicionado ao ingresso do bolsista como professor em uma rede pública de ensino, em até cinco anos após o término da licenciatura.

Carnaval com dinheiro no bolso: Abono salarial começa a ser pago nesta segunda


Foto: Reprodução/ Tiago Stille/ Casa Civil
Os trabalhadores nascidos em janeiro que ganharam até R$ 2.766 com carteira assinada em 2024 recebem nesta segunda-feira (16) o abono salarial . Neste primeiro lote, serão liberados R$ 2,5 bilhões para cerca de 2 milhões de beneficiários.
O valor do benefício varia de R$ 136 a R$ 1.621, conforme a quantidade de meses trabalhados em 2024. O calendário segue de forma escalonada ao longo de 2026, de acordo com o mês de nascimento.
Quem recebe neste lote
Do total de contemplados em fevereiro:
• 1,8 milhão são trabalhadores da iniciativa privada, inscritos no Programa de Integração Social (PIS), com pagamento feito pela Caixa Econômica Federal, somando R$ 2,29 bilhões;
• 217,2 mil são servidores públicos, inscritos no Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep), pagos pelo Banco do Brasil, no total de R$ 301,9 milhões.
Quem tem direito ao Abono Salarial
Tem direito ao benefício o trabalhador que:
• está inscrito no Pis/Pasep há pelo menos cinco anos;
• trabalhou com carteira assinada por no mínimo 30 dias em 2024;
• recebeu remuneração média mensal de até R$ 2.766 no ano-base;
• teve os dados corretamente informados pelo empregador no e-Social.
Instituído pela Lei nº 7.998/90, o abono salarial pode chegar até a um salário mínimo, proporcional ao período trabalhado. Os recursos vêm do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), com a habilitação feita pelo Ministério do Trabalho e Emprego.
Como o pagamento é feito
Para trabalhadores da iniciativa privada (PIS)
• a Caixa Econômica Federal realiza o pagamento prioritariamente por:
• crédito em conta corrente ou poupança da Caixa;
• depósito em Poupança Social Digital, movimentada pelo aplicativo Caixa Tem.
Informações – Agência Brasil

A classe trabalhadora sob o domínio dos algoritmos


Pesquisadores desmontam discurso otimista da revolução digital e revelam como tecnologia, plataformas e IA aprofundam a exploração

A promessa de inovação, eficiência e progresso que envolve a Indústria 4.0 pode esconder um custo social alto e cada vez mais sentido por quem está na base do sistema produtivo. Em meio à aceleração das tecnologias digitais, à expansão da inteligência artificial e à consolidação das plataformas de trabalho, Capitalismo e Indústria 4.0: consequências para a classe trabalhadora surge como uma obra urgente para compreender esse cenário e questionar o mito do progresso tecnológico neutro.  

Organizado pela doutora em Serviço Social Paula Vidal, e pelas assistentes sociais Edvânia Ângela de Souza e Maria Liduína de Oliveira e Silva, o livro reúne pesquisadoras e pesquisadores do Brasil, do Chile e de outros países, ancorados na tradição crítica marxista e no pensamento social latino-americano. A partir de pesquisas acadêmicas e análises empíricas, os autores demonstram que as inovações digitais não são neutras: elas estão profundamente subordinadas às estratégias de acumulação, controle e exploração do capitalismo contemporâneo. 

Os especialistas examinam como a digitalização da economia intensifica a precarização do trabalho, amplia jornadas, aprofunda desigualdades de classe, raça e gênero e redefine formas de dominação no século XXI. Ao discutir temas como uberização, colonialismo digital, racismo algorítmico e financeirização, explicam como a Indústria 4.0 amplia a captura do tempo, dos corpos e dos dados, convertendo tecnologia em instrumento de superexploração, especialmente nos países da periferia do capital. 

Com contribuições de nomes de referência internacional, como Ursula Huws, Ricardo Antunes, Adrián Sotelo Valencia e Dasten Julián-Vejar, o livro reúne teoria e análise concreta para mostrar como plataformas digitais, algoritmos e big techs remodelam o mundo do trabalho e a própria vida em sociedade. Ao abordar também o papel do Estado, das contrarreformas trabalhistas e das políticas públicas, os autores deixam claro que a tecnologia não apenas transforma a produção, mas também redefine direitos e formas de proteção social. 

Além do diagnóstico crítico, o livro dialoga diretamente com o campo do Serviço Social e com as políticas públicas, ao situar a profissão no centro das transformações coletivas no presente. Nesse sentido, a obra não se limita a descrever o agora: ela convoca à reflexão, à resistência e à ação coletiva, recolocando o trabalho no centro do debate sobre tecnologia, desenvolvimento e democracia. 

Essencial para pesquisadores, estudantes, profissionais das ciências sociais e também para trabalhadores e militantes interessados em compreender os impactos reais da Indústria 4.0, Capitalismo e Indústria 4.0: consequências para a classe trabalhadora oferece uma leitura rigorosa sobre as contradições do capitalismo digital e seus custos sociais. 

 

Ficha técnica  

Título: Capitalismo e Indústria 4.0: Consequências para a classe trabalhadora 
Organizadoras: Paula Vidal, Edvânia Ângela de Souza e Maria Liduína de Oliveira e Silva 
ISBN: 978-65-5555-642-1  
Formato: 16 x 23 cm 
Páginas: 160  
Preço: R$ 91,00 
Onde encontrar: Amazon 

 

Sobre as organizadoras 

Edvânia Ângela de Souza é assistente social e professora associada ao Departamento de Serviço Social da Faculdade de Ciências Humanas e Sociais (FCHS), Unesp-Franca. Professora colaboradora do Programa de Pós-graduação em Serviço Social e Políticas Sociais (PPGSSPS), Mestrado Acadêmico da Unifesp-Baixada Santista; colaboradora do Programa de Pós-graduação em Serviço Social da Unesp-Franca; e coordenadora do Grupo de Estudos e Pesquisas: Mundo do Trabalho, Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora e Serviço Social (GEMTSSS).  

 

Maria Liduína de Oliveira e Silva é assistente social e docente do Curso de Serviço Social e do Programa de Pós-graduação em Serviço Social e Políticas Sociais da Unifesp-Baixada Santista. Pró-Reitora adjunta de Graduação da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e integrante do Grupo de Estudos, Pesquisa e Extensão sobre Crianças, Adolescentes e Família (GCAF). Bolsa produtividade do CNPq. 

 

Paula Vidal Molina é doutora em Serviço Social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), pós-doutorada em Estudos Latino-Americanos TrAndes-Freie Universitat Berlin, Alemanha, doutora em História pela Universidade de La Plata, Argentina, professora associada do Departamento de Serviço Social da Universidade do Chile e pesquisadora Fondecyt-Anid. Linhas de pesquisa: Trabalho, Políticas Sociais; História do Marxismo no Chile. Atualmente é presidenta do Sindicato dos Acadêmicos da Universidade do Chile (ACAUCH). 

Bom dia




Startups do Nordeste ganham escala e atraem aquisições internacionais

A LightHouse, que lançou seu primeiro fundo em 2023 com capital autorizado de R$ 100 milhões, já realizou sete investimentos, e projeta alcançar 16, na região nordeste. Resultados iniciais promissores confirmam a tese e a Trackfy é um exemplo disso: a startup firmou acordo internacional de fusão com grupo do Oriente Médio
De cada quatro startups do Brasil, uma está no Nordeste. A região abriga também 15% dos parques tecnológicos do país, entre aqueles em operação ou em implantação. Os dados são, respectivamente, do Sebrae Startups Report e do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. O protagonismo é recente, fruto de movimentos intensificados da década passada para cá.
Um dos atores que têm apostado e contribuído para o impulsionamento do setor de inovação do Nordeste é a LightHouse, casa de investimentos com foco em negócios na região e também no Norte. Para se ter uma ideia, desde 2023 a Lighthouse já colocou em operação dois fundos de investimento em participações (FIP), que somam R$ 150 milhões de capital autorizado e segue estruturando novos veículos.
O primeiro deles, o FIP LH Tech Ventures, com R$ 100 milhões de capital autorizado, deve chegar a 16 startups contempladas, segundo um dos sócios da casa de investimentos, Alexandre Darzé. Sete já foram impulsionadas pela LightHouse, entre elas, uma startup baiana que está alcançando o mundo.
Trata-se da Trackfy, pioneira no uso de Internet das Coisas (IoT) e análise de dados para a gestão de equipes em canteiros de obras e plantas industriais. Recentemente, em acordo de troca de ações, a startup nordestina foi incorporada pela WakeCap, da Arábia Saudita, e passa a compor um grupo com operação internacional relevante.
“Juntas, as empresas consolidam a maior plataforma global de inteligência para gestão de equipes em campo, atuando em projetos ativos ao redor do mundo com valor superior a US$ 120 bilhões”, celebra o fundador da Trackfy, o baiano Túlio Cerviño. Agora, ele se torna CEO Latam (mercado latino-americano) e vice-presidente global de operações industriais da WakeCap.
De acordo com Flavio Marinho, sócio e diretor da LightHouse, o case da Trackfy demonstra como a combinação potencial de inovação e liquidez — ou seja, o aporte de recursos para fomentar o empreendedorismo — é fundamental. Foi para completar essa equação que a Lighthouse foi constituída em 2017. Atualmente, tem sede em Salvador e escritórios em Recife, em São Paulo e também está se instalando em Manaus.
Flavio Marinho, sócio e diretor da LightHouse
“A casa de investimentos nasceu com o propósito de ampliar o volume de capital de risco qualificado em regiões onde a oferta é estruturalmente limitada e onde bons negócios frequentemente esbarram na falta de financiamento adequado. A percepção era de que não faltava criatividade nem disposição para empreender entre os empresários locais. O que acontecia é que faltava dinheiro para a operação, já que as startups do Nordeste não acessavam fundos de investimento do Sudeste”, pontua Marinho.

O Poder da Mensagem

 




Seis suspeitos de integrar grupo criminoso são capturados durante ação conjunta em Maranguape

 


Uma ação conjunta da Polícia Civil do Estado do Ceará (PCCE), por meio da Delegacia de Maranguape, e da Polícia Militar do Ceará (PMCE), resultou, no fim de semana, na prisão em flagrante de seis homens suspeitos de integrar organização criminosa. A ofensiva ocorreu em Maranguape, município pertencente à Área Integrada de Segurança Pública 24 (AIS 24) do estado.
Conforme as investigações, os capturados são integrantes de um grupo criminoso de origem carioca com atuação em Maranguape. As diligências foram iniciadas após denúncias de que um homem, de 41 anos, havia sido torturado pelos suspeitos. A motivação seria uma desavença entre vítima e suspeitos.
O primeiro a ser preso foi um homem de 30 anos. Com uma extensa ficha criminal, o indivíduo já responde por crimes de trânsito, tráfico de drogas, associação para o tráfico, ameaça, receptação, posse irregular de arma de fogo, roubo e furto. Além dele, outros cinco suspeitos, com idades de 25, 24, 33, 25 e 23, e que também apresentam um longo histórico criminal, foram capturados. Os cinco indivíduos respondem por diversos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico, roubos, furtos, corrupção de menor, integrar organização criminosa, associação criminosa, receptação, lesão corporal e ameaça no âmbito de violência doméstica.
Todos os presos foram autuados por integrar organização criminosa. Desta totalidade, três foram autuados, ainda, pelo crime de tortura. Após as prisões, eles foram conduzidos à Delegacia de Maranguape e, em seguida, colocados à disposição da Justiça.

Pra quem não sabia...

 

- Foto: Dário Gabriel
Funcionamento da Alece no Carnaval é regulamentado em portaria
A Assembleia Legislativa do Estado do Ceará (Alece) disciplinou, por meio da Portaria n.º 8/2026, o funcionamento do Poder Legislativo estadual no período do Carnaval.
A portaria estabelece ponto facultativo para os servidores e colaboradores em todos os expedientes dos dias 16, 17 e 18 de fevereiro de 2026, período de Carnaval. Dessa forma, o expediente da Casa retorna na quinta-feira (19/02).

A resolução, expedida pela Primeira-Secretaria da Casa, por meio do primeiro-secretário, deputado De Assis Diniz, considera a tradição cultural e o calendário oficial ao estabelecer o período de Carnaval como ponto facultativo no âmbito da Assembleia Legislativa, bem como a necessidade de disciplinar o funcionamento administrativo e o regime de expediente, visando à previsibilidade das atividades parlamentares e administrativas.