Será que tira um inverno?
Mudança em concessões estudada pela ANTT pode ampliar uso de pavimentos mais duráveis nas rodovias brasileiras. A inclusão de requisitos de restauração estrutural ao longo do contrato, reforça a necessidade por soluções de alta durabilidade e menor custo de ciclo de vida. A possível inclusão da reconstrução obrigatória de pavimentos nos contratos de concessão de rodovias federais deve acelerar a adoção de soluções mais duráveis e sustentáveis no país. A proposta foi debatida pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), que realizou em 2025 uma reunião participativa para analisar o assunto entre concessionárias, órgãos públicos e especialistas do setor. Ao priorizar o desempenho ao longo de todo o ciclo de vida das rodovias, a medida tende a favorecer materiais com maior resistência, menor necessidade de intervenções e menor impacto ambiental, alterando o padrão de escolha dos pavimentos nas concessões federais. De acordo com a ANTT, a proposta tem como objetivo garantir o desempenho e a durabilidade dos pavimentos ao longo de toda a vigência contratual, corrigindo distorções que levaram à execução de manutenções paliativas em trechos muito deteriorados. A agência afirma que a medida busca melhorar o padrão de qualidade e aumentar a previsibilidade técnica e financeira das concessões rodoviárias. Com a previsão de reconstrução em etapas planejadas, o critério de decisão nos contratos passa a considerar não apenas o investimento inicial, mas também o custo total de ciclo de vida, a frequência de intervenções e o risco de desempenho. Esse novo olhar tende a favorecer materiais de alta durabilidade e técnicas que reduzam retrabalhos e sinistros, com impacto direto no equilíbrio entre CAPEX e OPEX das concessões. “Quando a obrigação de reconstrução entra nos contratos, cresce o peso da performance técnica no tempo, não apenas do preço de entrada. Soluções de maior durabilidade reduzem manutenções corretivas, melhoram previsibilidade de caixa e diminuem o impacto ao usuário”, afirma Alexandre Castanho, diretor de Desenvolvimento de Negócios da GRECA Asfaltos.
A frase: “A tendência é que as concessionárias adotem cada vez mais materiais modificados e reciclados para ampliar a vida útil das vias e otimizar o uso dos recursos disponíveis. É um ganho técnico e econômico que vai ao encontro da agenda de sustentabilidade do setor”. Roberto Perez, Diretor da GRECA Asfaltos consultado pela coluna.
Reciclagem e asfalto com borracha como alavancas de eficiência(Nota da foto)
Nas malhas concedidas, reciclagem asfáltica e uso de materiais modificados com borracha de pneu compõem soluções capazes de reduzir o consumo de agregados, o volume de transporte de materiais e as emissões de CO₂ associadas à obra. Além de ganhos ambientais, as técnicas garantem maior resistência à fadiga, melhor desempenho acústico e menor custo por quilômetro reconstruído.
Observador da cena
"A chegada de Romeu Aldigueri à presidência da Assembleia do Ceará não foi fruto de uma trajetória linear nem protagonismo midiático prévio .Sua ascensão resulta, sobretudo, da leitura precisa do momento politico e da capacidade de se ajustar a ele. Em um cenário de alianças complexas, Aldigueri emergiu como solução institucional; menos ruído, mais funcionalidade."
Efeito Marcelo Paz
O CEO do Fortaleza negociou com um grande time português o atleta Amorim. . R$20 milhões de reais pela metade do passe dele, pertencente ao Leão do Pici. Agora o português vendeu a banda dele do Amorim para um time italiano. R$45 milhões de reais. R$25 milhões caem hoje no PIX pix do tricolor.

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