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Coluna do Macário Batista para 30 de janeiro de 2026

Será que tira um inverno?
Mudança em concessões estudada pela ANTT pode ampliar uso de pavimentos mais duráveis nas rodovias brasileiras. A inclusão de requisitos de restauração estrutural ao longo do contrato, reforça a necessidade por soluções de alta durabilidade e menor custo de ciclo de vida. A possível inclusão da reconstrução obrigatória de pavimentos nos contratos de concessão de rodovias federais deve acelerar a adoção de soluções mais duráveis e sustentáveis no país. A proposta foi debatida pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), que realizou em 2025 uma reunião participativa para analisar o assunto entre concessionárias, órgãos públicos e especialistas do setor. Ao priorizar o desempenho ao longo de todo o ciclo de vida das rodovias, a medida tende a favorecer materiais com maior resistência, menor necessidade de intervenções e menor impacto ambiental, alterando o padrão de escolha dos pavimentos nas concessões federais. De acordo com a ANTT, a proposta tem como objetivo garantir o desempenho e a durabilidade dos pavimentos ao longo de toda a vigência contratual, corrigindo distorções que levaram à execução de manutenções paliativas em trechos muito deteriorados. A agência afirma que a medida busca melhorar o padrão de qualidade e aumentar a previsibilidade técnica e financeira das concessões rodoviárias. Com a previsão de reconstrução em etapas planejadas, o critério de decisão nos contratos passa a considerar não apenas o investimento inicial, mas também o custo total de ciclo de vida, a frequência de intervenções e o risco de desempenho. Esse novo olhar tende a favorecer materiais de alta durabilidade e técnicas que reduzam retrabalhos e sinistros, com impacto direto no equilíbrio entre CAPEX e OPEX das concessões. “Quando a obrigação de reconstrução entra nos contratos, cresce o peso da performance técnica no tempo, não apenas do preço de entrada. Soluções de maior durabilidade reduzem manutenções corretivas, melhoram previsibilidade de caixa e diminuem o impacto ao usuário”, afirma Alexandre Castanho, diretor de Desenvolvimento de Negócios da GRECA Asfaltos.

A frase: “A tendência é que as concessionárias adotem cada vez mais materiais modificados e reciclados para ampliar a vida útil das vias e otimizar o uso dos recursos disponíveis. É um ganho técnico e econômico que vai ao encontro da agenda de sustentabilidade do setor”. Roberto Perez, Diretor da GRECA Asfaltos consultado pela coluna.

Reciclagem e asfalto com borracha como alavancas de eficiência(Nota da foto)
Nas malhas concedidas, reciclagem asfáltica e uso de materiais modificados com borracha de pneu compõem soluções capazes de reduzir o consumo de agregados, o volume de transporte de materiais e as emissões de CO₂ associadas à obra. Além de ganhos ambientais, as técnicas garantem maior resistência à fadiga, melhor desempenho acústico e menor custo por quilômetro reconstruído.

Observador da cena
"A chegada de Romeu Aldigueri à presidência da Assembleia do Ceará não foi fruto de uma trajetória linear nem protagonismo midiático prévio .Sua ascensão resulta, sobretudo, da leitura precisa do momento politico e da capacidade de se ajustar a ele. Em um cenário de alianças complexas, Aldigueri emergiu como solução institucional; menos ruído, mais funcionalidade."

Efeito Marcelo Paz
O CEO do Fortaleza negociou com um grande time português o atleta Amorim. . R$20 milhões de reais pela metade do passe dele, pertencente ao Leão do Pici. Agora o português vendeu a banda dele do Amorim para um time italiano. R$45 milhões de reais. R$25 milhões caem hoje no PIX pix do tricolor.

 

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