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Investida de Trump contra Moraes pode converter julgamento de Bolsonaro em ato pela soberania nacional


Supremo deve reagir à ofensiva dos EUA com votos firmes contra ingerência externa e punições mais duras para os envolvidos na tentativa de golpe.
247 - A tentativa do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de influenciar o julgamento da trama golpista que envolve Jair Bolsonaro (PL) no Supremo Tribunal Federal (STF) deve ter efeito contrário ao pretendido e impulsionar uma resposta institucional enfática da corte brasileira. Segundo a Folha de S.Paulo, os ministros da Primeira Turma do STF, responsável por julgar o caso, planejam registrar em seus votos uma firme defesa da soberania nacional e da independência do Judiciário frente à investida estadunidense.
Fontes do Supremo ouvidas pela reportagem descartam qualquer possibilidade de atenuação no julgamento ou nas punições dos réus, mesmo diante da escalada do governo Trump contra o Brasil e contra os magistrados da corte. A avaliação interna é de que a interferência internacional apenas fortalece o entendimento de que é preciso reafirmar o compromisso do país com seu sistema democrático e legal.
Um dos pontos mais sensíveis diz respeito à atuação do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que tem buscado apoio formal da administração Trump para impor sanções ao ministro Alexandre de Moraes e a outros integrantes do STF. Essa articulação está sendo investigada em um inquérito da Polícia Federal, no qual Eduardo é suspeito de obstrução de Justiça e coação. Agentes mantêm sob análise publicações do parlamentar nas redes sociais, consideradas como possíveis autoincriminações.
A expectativa é que a investigação contra o deputado não se estenda por muito tempo. No Supremo, já se discute o recebimento de uma eventual denúncia contra Eduardo Bolsonaro após a conclusão do julgamento do núcleo central da tentativa de golpe, previsto para ocorrer em setembro. O processo está atualmente na fase de alegações finais, com prazo até 13 de agosto para as manifestações das defesas.
Advogados de quatro réus consultados pela Folha afirmaram que a movimentação de Trump não deverá surtir qualquer efeito prático. Pelo contrário, uma das defesas avalia que as penas de Bolsonaro podem ser ainda mais severas, considerando-se a nova conjuntura e a continuidade da atuação firme de Alexandre de Moraes no caso. Um dos defensores disse acreditar que “a ofensiva crescente de Trump reduz a chance de qualquer ponderação nas penas ou mesmo de um eventual indulto”.
A ofensiva de Washington provocou, inclusive, um efeito de coesão interna no Supremo. Integrantes da Primeira Turma —composta por Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin (presidente do colegiado), Flávio Dino e Luiz Fux— demonstraram unidade frente à tentativa de ingerência. Mesmo Fux, que divergiu de medidas cautelares impostas a Bolsonaro, elogiou a independência do STF. As críticas de Zanin foram mais discretas, mas igualmente contrárias à interferência externa.
O tribunal já havia reagido anteriormente quando Eduardo Bolsonaro declarou, dos EUA, que buscaria sanções da Casa Branca contra membros do STF. A corte autorizou então a abertura de inquérito contra o parlamentar. Inicialmente, os ministros preferiram ignorar as manifestações de Trump nas redes sociais, tratando-as como parte de uma estratégia retórica sem impacto jurídico. A postura mudou após o governo dos EUA aplicar uma tarifa de 50% sobre produtos brasileiros e acionar a Lei Magnitsky contra Moraes.
A legislação, originalmente criada para punir ditadores e violadores de direitos humanos, visa o congelamento de bens e o isolamento financeiro de seus alvos. No Brasil, a reação veio de forma institucional. Alexandre de Moraes, ao votar medidas cautelares contra Bolsonaro, como o uso de tornozeleira eletrônica e proibição de deixar Brasília, classificou como “grave” a tentativa de desrespeito à legislação brasileira por parte de um governo estrangeiro.
Em seu voto, Moraes escreveu que: "a legislação brasileira é suscetível de modificação, mas não de desataviado desprezo, tampouco de negociação de descumprimento com governo estrangeiro, pois nenhuma autoridade, por mais conhecida e acreditada que seja, está acima da lei". "O comportamento de ruptura com regras elementares de atuação em sociedade se torna ainda mais grave quando se leva em conta o anúncio de novas medidas empreendidas contra a soberania do país, o Estado democrático de Direito e autoridades brasileiras", ressaltou o magistrado em outro ponto do texto.
O ministro Flávio Dino foi além ao classificar a ação de Trump como uma forma de “sequestro da economia brasileira”, sugerindo que o objetivo da medida seria pressionar pelo arquivamento do processo contra Bolsonaro. "Esse ‘sequestro’ certamente merecerá muitos estudos acadêmicos, inclusive nas universidades dos Estados Unidos, por seu caráter absolutamente esdrúxulo", afirmou.
O presidente do STF, Luís Roberto Barroso, também se posicionou. Em carta oficial, ainda que sem mencionar Trump diretamente, declarou que as sanções anunciadas pelos EUA têm como base uma “compreensão imprecisa dos fatos” relacionados ao processo contra Bolsonaro. Ao mesmo tempo, Barroso tem defendido que a resposta da corte seja técnica e independente, de forma a evitar uma escalada ainda maior da crise diplomática com os Estados Unidos.
No julgamento virtual das cautelares, os votos dos ministros reforçaram a percepção de que o processo pode ganhar contornos simbólicos de defesa da soberania nacional. Até mesmo Luiz Fux, que divergiu das medidas impostas, fez questão de destacar a autonomia do Judiciário frente a pressões externas.

O povo tambeé não presta

 


A gente sabe que a Prefeitura de Fortaleza não tem aptidões para limpar a cidade, mas o povo também não vale o que a gata enterra.

Capa do jornal OEstadoCe

 


O Poder da Mensagem

 


AtlasIntel: aprovação de Lula chega a 50,2% em meio aos ataques de Trump contra o Brasil


Aprovação do presidente supera a desaprovação e é a melhor desde outubro de 2024
247 – A aprovação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva subiu no final de julho, segundo levantamento da AtlasIntel divulgado pela Bloomberg News. O movimento coincide com o aumento das tensões entre Brasil e Estados Unidos após o presidente Donald Trump anunciar sanções ao país.
De acordo com a pesquisa LatAm Pulse, realizada entre os dias 25 e 28 de julho com 7.334 entrevistados, a aprovação de Lula passou de 49,7% para 50,2%. A desaprovação, por outro lado, caiu de 50,3% para 49,7%. A margem de erro é de um ponto percentual.
O presidente brasileiro vem ganhando apoio ao adotar uma postura firme diante das exigências de Trump, que pediu o fim do que chamou de “caça às bruxas” contra o ex-mandatário Jair Bolsonaro, réu sob a acusação de liderar uma tentativa de golpe de Estado.
A intervenção de Donald Trump na política brasileira, com críticas às investigações contra Bolsonaro, também acabou enfraquecendo o campo conservador no país, aponta o levantamento.
A pesquisa revela que, em um cenário com os mesmos candidatos da eleição de 2022, Lula aparece agora com 47,8% das intenções de voto, contra 44,2% de Bolsonaro — uma virada em relação ao mês anterior, quando o ex-presidente aparecia com 46% a 44,4% entre os entrevistados.
O levantamento também simulou um segundo turno entre Lula e o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos). Nesse cenário, o petista venceria com 50,4%, contra 46,6% do paulista. Antes, os dois apareciam tecnicamente empatados, com 47,6% e 46,9%, respectivamente.

Zambelli não está sozinha


Presídio que abriga Zambelli na Itália tem superlotação e um terço de estrangeiras
Cadeia em Roma é uma das maiores da Europa destinadas a mulheres, com 369 presas.

Eduardo Bolsonaro é inimigo do Brasil, diz editorial da Folha



Foco do filho de Bolsonaro é livrar seu pai da prisão, ignorando os prejuízos ao Brasil com tarifaço imposto pelos EUA
247 - O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) se consolidou como o principal rosto político da crise diplomática e comercial entre Brasil e Estados Unidos. Em uma atuação marcada por ataques a autoridades brasileiras e defesa intransigente do presidente dos EUA, Donald Trump, o parlamentar passou a ser apontado como um dos responsáveis pelo agravamento do conflito que pode afetar gravemente a economia nacional. A opinião é da Folha de S.Paulo, em editorial desta quinta-feira (31).
A Folha destaca que a origem da crise está na retaliação norte-americana ao avanço do processo no Supremo Tribunal Federal (STF) contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), acusado de tentativa de golpe de Estado. Descontente com o andamento do caso e instigado por Eduardo Bolsonaro, Trump impôs um tarifaço de 50% sobre uma parcela significativa das exportações brasileiras, numa clara afronta ao princípio da separação dos Poderes e às regras do comércio internacional.
Eduardo Bolsonaro, além de revelar uma postura hostil com autoridades brasileiras, sabota qualquer esforço institucional de defesa do interesse nacional, numa tentativa desesperada de salvar o pai das consequências jurídicas de seus atos, pontua o editorial.
A taxação já preocupa diversos setores da economia. Segundo dados da própria Folha, cerca de 9.500 empresas brasileiras exportam para os EUA, e ao menos 30 setores dependem daquele mercado para um quarto de seu faturamento externo. Em 2024, as exportações para os EUA somaram US$ 20,3 bilhões. O estado de São Paulo, base eleitoral de Eduardo, será duramente atingido. O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), aliado do bolsonarismo, estimou que o impacto no PIB paulista pode variar entre 0,3% e 2,7%, com risco de perda de até 120 mil empregos.
Apesar disso, Eduardo Bolsonaro, em sua visão distorcida, diz que a tentativa de governadores de direita, como os de São Paulo e Paraná, para proteger a economia e os empregos brasileiros seria um "erro"; o certo seria ceder a chantagens estrangeiras porque isto representaria um ato de "fidelidade" política ao ex-presidente
A Folha diz que mais grave ainda foram suas declarações sobre os presidentes da Câmara e do Senado. Referindo-se a Hugo Motta (Republicanos-PB) e Davi Alcolumbre (União-AP), Eduardo afirmou que eles "podem sofrer sanções americanas" caso não atuem em favor de Jair Bolsonaro. A fala gerou forte reação no Congresso, sendo vista como uma tentativa de intimidação e um atentado contra a soberania do Parlamento brasileiro.
Não é a primeira vez que o deputado recorre à retórica extremista para defender a família. Mas o episódio atual, com repercussões econômicas diretas, escancara o abismo entre suas ações e o mandato que deveria exercer em nome do povo paulista. Ao colocar os interesses familiares acima dos nacionais, Eduardo Bolsonaro se torna, para muitos, um adversário da própria República que jurou defender, enfatiza o editorial.
O episódio evidencia um descompasso perigoso entre a atuação de Eduardo Bolsonaro e os preceitos da diplomacia e da defesa dos interesses estratégicos brasileiros. A crise gerada por sua campanha internacional em favor do pai e de Trump ainda deve se prolongar, com possíveis repercussões judiciais e políticas.

O Zé Doidim não conhece escritores da terra dele...


Em artigo infame, Zema defende que Brasil saia do BRICS
Governador de Minas é o primeiro presidenciável a assumir posição contrária ao bloco.
247 – Em artigo publicado nesta quinta-feira (31) na Folha de S.Paulo, o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), atacou de forma virulenta o BRICS e defendeu que o Brasil abandone o bloco, composto por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, ao qual recentemente se somaram novos países. A posição do governador, que se coloca como presidenciável da extrema-direita em 2026, é lamentável, anacrônica e demonstra profundo desconhecimento da realidade geopolítica contemporânea.
Para justificar sua tese, Zema recorre a clichês do discurso colonialista, afirmando que o Brasil é "um país ocidental" e que não deveria "dar as costas aos seus princípios" ao se associar a nações que não compartilham a mesma história. “Por que damos as costas aos nossos princípios para participar de um bloco com países tão diferentes do nosso?”, questiona o governador, ignorando que a diplomacia moderna se constrói justamente sobre a pluralidade, o respeito às diferenças e a cooperação entre culturas e sistemas distintos.
Zema afirma ainda que o BRICS é “política interna disfarçada de política externa” e o acusa de ser uma “ferramenta útil apenas para um grupo de líderes autoritários que gostam de sinalizar sua oposição ao mundo ocidental, particularmente contra os Estados Unidos”. O argumento revela alinhamento acrítico com a lógica unilateral promovida por Washington, hoje governado pelo presidente Donald Trump em seu segundo mandato — uma postura que ignora os avanços significativos promovidos pelo BRICS em termos de financiamento alternativo ao sistema do dólar, de promoção do comércio Sul-Sul e de contestação da ordem mundial injusta que marginaliza os países em desenvolvimento.
Ao defender a substituição do BRICS pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), Zema revela sua adesão a um modelo excludente, no qual apenas os países ricos têm poder de decisão. A OCDE representa menos de 20% da população mundial, mas impõe regras a todo o planeta. Já o BRICS e seus aliados apontam para uma nova governança global, multipolar e mais democrática — um caminho inevitável no século XXI.
“Estar na OCDE é conquistar um selo de confiança institucional”, escreveu o governador, esquecendo que o Brasil já tem assento como parceiro ativo no organismo e que sua entrada plena é compatível com a participação no BRICS. Sua crítica, portanto, não é técnica, mas ideológica. Para Zema, aproximar-se da China ou da Rússia é um erro, mas ajoelhar-se diante dos Estados Unidos é um sinal de civilização. Trata-se de uma visão subalterna e colonizada que reduz o Brasil a uma peça auxiliar do tabuleiro geopolítico ocidental.
Desde sua fundação, o BRICS tem defendido a reforma das instituições multilaterais, o respeito à soberania dos povos e a construção de um mundo multipolar — princípios fundamentais para que países como o Brasil possam exercer protagonismo global sem submissão a potências hegemônicas. A posição de Zema, ao contrário disso, representa uma tentativa de recolonização simbólica do país, sob o disfarce de "modernização institucional".
O artigo do governador mineiro é, em suma, infame, pela forma como distorce os fatos, e ridículo, por seu desprezo pela realidade internacional. Ao atacar o BRICS, Zema não apenas insulta a diplomacia brasileira — historicamente reconhecida por sua autonomia e equilíbrio — como também se posiciona contra os interesses estratégicos do Brasil, que se beneficiam de alianças amplas e da diversidade de parcerias no cenário global.
RESUMINDO: ZEMA É UM PORRA LOUCA, SEMI ANALFABETO

Expocrato movimenta R$ 291,8 milhões e reforça turismo no Cariri cearense

 

A Expocrato 2025 consolidou-se mais uma vez como um dos maiores eventos econômicos e turísticos do interior do Ceará. De acordo com dados divulgados pela Secretaria do Turismo do Ceará (Setur), a feira agropecuária e cultural gerou uma receita direta de R$ 291,8 milhões e atraiu cerca de 140 mil turistas ao município do Crato, no Cariri cearense.
O levantamento aponta que cada visitante gastou, em média, R$ 2.084,32 com hospedagem, alimentação, transporte, lazer e compras. A movimentação econômica impulsionou a geração de 20 mil empregos diretos e indiretos durante o período do evento, que contou com a participação de 400 expositores de diversos setores. “A Expocrato é muito mais do que um evento cultural: ela movimenta a economia, atrai turistas de todo o país e fortalece o Cariri como polo turístico”, destacou o secretário do Turismo, Eduardo Bismarck.
A pesquisa também traçou o perfil dos visitantes: a maioria era do sexo masculino (56,6%) e tinha entre 18 e 50 anos (80,8%), com destaque para as faixas de 36 a 50 anos (29%) e de 18 a 25 anos (28,2%). Os solteiros representaram 50,4% do público. A chegada ao evento ocorreu principalmente por automóvel particular (48,8%) e ônibus regular (36,4%), enquanto 10,6% dos turistas utilizaram transporte aéreo. Quanto à hospedagem, 35,8% ficaram em hotéis, 21% em pousadas, 29,4% em casas de parentes ou amigos e 11,2% optaram por plataformas como o Airbnb.
Além de acompanhar a programação da feira, que foi o principal motivo da viagem para 52% dos visitantes, muitos aproveitaram para passear (33%) ou visitar amigos e familiares (17,4%). Entre os atrativos mais procurados estiveram o Horto do Padre Cícero (32,36%) e as igrejas de Juazeiro do Norte (23,62%), além do Geopark Araripe (26,84%) e do Centro Cultural do Cariri (27,49%), ambos no Crato.
Os índices de satisfação reforçam o sucesso do evento: 93,4% dos participantes afirmaram que a Expocrato atendeu ou superou as expectativas, 90% recomendariam a cidade como destino turístico e 85% pretendem voltar. “Sob a liderança do governador Elmano de Freitas, seguimos trabalhando para interiorizar o desenvolvimento e consolidar o Ceará como um destino turístico completo e competitivo”, concluiu Bismarck.

Crateús recebe Sinduscon

 


SINDUSCON EM TODO CANTO CHEGA A CRATEÚS COM PALESTRAS QUE INSPIRAM TRANSFORMAÇÃO E LIDERANÇA NO SETOR DA CONSTRUÇÃO

Evento busca sensibilizar gestores e sociedade sobre a importância da atualização do Plano Diretor da cidade

O Sindicato da Indústria da Construção Civil do Ceará (Sinduscon-CE) realizará, no dia 5 de agosto (terça-feira), mais uma edição do projeto Sinduscon em Todo Canto, desta vez no município de Crateús. O evento será realizado a partir das 18h30, no Auditório do IFCE - Crateús (Av. Dr. Geraldo Barbosa Marques, 567 - Venâncio).

Com o tema “Transformando cidades, inspirando caminhos”, a iniciativa busca descentralizar o acesso ao conhecimento, fomentar o networking regional e estimular o debate sobre temas estratégicos para o crescimento urbano e econômico dos municípios cearenses. Em Crateús, o foco será a atualização do Plano Diretor da cidade e seu impacto no desenvolvimento sustentável do território.

A abertura do evento, que conta com o patrocínio da FIEC, Sebrae, Atacado CAIXA, Caixa Econômica Federal e Governo Federal, será conduzida pelo presidente do Sinduscon Ceará, Patriolino Dias de Sousa. A presença do presidente reforça o compromisso da entidade com a valorização dos profissionais e empresários da construção civil no interior do estado.

A programação contará com duas palestras. A primeira será conduzida pelo empresário e engenheiro civil Custódio Azevedo, fundador da Ibyte e da Mãe Rainha Urbanismo, que compartilhará sua trajetória empreendedora com a palestra "A jornada de um jovem visionário que fundou a Mãe Rainha Urbanismo".

Em seguida, a arquiteta e auditora fiscal de Fortaleza, Daniela Valente, ex-secretária da SEUMA e consultora do Plano Diretor pelo Sinduscon-CE, abordará o tema "Atualização do Plano Diretor e seu impacto econômico, social e ambiental ao município de Crateús/CE". A proposta é sensibilizar lideranças públicas, setor produtivo e sociedade civil sobre a relevância da revisão do instrumento urbanístico para o futuro da cidade.

O evento contará também com a participação de José Benevides, Gerente de PJ da Caixa em Crateús, especialista em crédito, soluções financeiras e expansão empresarial, com MBAs e certificações ANBIMA.

Com vagas limitadas, o evento representa uma oportunidade valiosa para empresários, profissionais e estudantes do setor da construção ampliarem seus conhecimentos, se atualizarem e contribuírem com os rumos do desenvolvimento local.

SERVIÇO:
📍 Sinduscon em Todo Canto: Crateús
📅 Data: 5 de agosto de 2025 (terça-feira)
🕡 Horário: A partir das 18h30
📌 Local: Auditório do IFCE - Crateús (Av. Dr. Geraldo Barbosa Marques, 567 - Venâncio. Crateús-CE.
📲 Informações: (85) 98956-6830