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Chuva

Chove em Fortaleza.

República de bananas?

Bolsonaro se queixa da imprensa e faz gesto de banana para jornalistas

Presidente criticou a Folha por ter publicado artigo de advogado do filho de Lula


Brasília
O presidente Jair Bolsonaro voltou a criticar a imprensa, incluindo a Folha, neste sábado (8) e, na porta do Palácio da Alvorada, cruzou os braços com as mãos fechadas, dando uma banana para os jornalistas.
Bolsonaro deixou a residência oficial no fim da tarde com destino a um evento evangélico no estádio Mané Garrincha, área central de Brasília. Na saída de casa, parou para falar com apoiadores que enfrentaram a chuva para esperá-lo. Ao se aproximar dos jornalistas, afirmou que não responderia a perguntas e começou a criticar a imprensa.
O presidente reclamou das reportagens publicadas na quarta-feira (5), quando ele, ao defender o programa de prevenção à gravidez na adolescência da ministra Damares Alves (Mulher, Família e Direitos Humanos), afirmou que uma pessoa com HIV —vírus da Aids— representa "uma despesa para todos no Brasil".
Bolsonaro critica a imprensa e dá uma banana para os jornalistas, no Palácio do Planalto (Brasília), neste sábado (8)
Bolsonaro critica a imprensa e dá uma banana para os jornalistas, no Palácio do Planalto (Brasília), neste sábado (8) - Daniel Carvalho / Folhapress
Ele se referiu às pessoas com o vírus como aidéticas e disse ter pena delas. "Eu falei: o que que faltou? Faltou uma mãe, uma avó que pudesse dar orientação para não começar a fazer sexo tão cedo. Qualquer pessoa com HIV é uma pessoa que, além do problema de saúde gravíssimo, que temos pena, é custoso para todo mundo. Vocês focaram que o aidético é oneroso no Brasil. Estou levando porrada de tudo quanto é grupo de pessoas que têm este problema lamentavelmente", disse.
Segundo Bolsonaro, "este não é o papel da imprensa". "Vocês não podem continuar agindo assim, destruindo reputações. Vê se vai ter alguma retificação de vocês no jornal amanhã? Não vai deixar porque o editor não vai deixar ir para frente. Eu quero conversar, quero ser amigo de  vocês, mas não dá", protestou.
O presidente da República perguntou se a imprensa queria a volta "daqueles que nos governavam no passado que faziam aquela governabilidade que vocês sabem como, mergulhando o país em corrupção, em desesperança para o povo". 
Depois de desafiar governadores a reduzir o ICMS (imposto estadual) para baixar os valores dos combustíveis, Bolsonaro também reclamou desta cobertura, dizendo que não ouviu "uma matéria legal, decente".
"É só fofoca, é só intriga. Fica ruim conversar com vocês. Sei que muitos de vocês não têm culpa porque passa pela mão do editor, que está rindo", afirmou.
Na parte final de seu pronunciamento, direcionou suas reclamações à Folha. Ele criticou a publicação, no sábado (8), do artigo "Fábio Lula da Silva e o peso de um sobrenome", de Marco Aurélio de Carvalho, advogado que atua na defesa do filho do ex-presidente Lula.
"Para encerrar, Folha de S.Paulo de hoje. Inacreditável. Defendendo o filho do Lula. Está sendo perseguido porque é filho do Lula. Agora, esculhambaram com a avó da minha esposa, com a mãe da minha esposa, esculhambam meus filhos", afirmou.
Nos últimos dias, uma série de reportagens da Folha revelou detalhes do material apreendido pela Polícia Federal durante a fase Mapa da Mina da Lava Jato, deflagrada em dezembro e que apura se dinheiro repassado pela Oi a sócios do filho de Lula foi usado para a compra do sítio de Atibaia (SP).
Antes de entrar no carro, Bolsonaro fez o gesto de banana para os jornalistas. "Vou dar uma banana para vocês, tá ok?", disse Bolsonaro, seguindo para o estádio sob a escolta de batedores.
No evento evangélico no estádio Mané Garrincha, o presidente subiu ao palco sob o Hino Nacional cantado pelo público, que o aplaudiu. Aos fiéis, Bolsonaro disse estar entre amigos e que, sob seu governo, o Brasil havia mudado.
"Palavras antes proibidas começaram a se tornar comuns: Deus, família, pátria", afirmou, acrescentando à plateia que ela havia sido o "ponto de inflexão" nas eleições.
O presidente disse ainda que "o Estado pode ser laico, mas Jair Bolsonaro é cristão".
"Ninguém esperava uma pessoa da minha origem, da minha atividade política conseguir vencer o verdadeiro mecanismo, mais conhecido como establishment. Chegamos lá, mas não basta. Peço mais que sabedoria a Deus todos os dias. Peço coragem para bem decidir o futuro do nosso Brasil", afirmou no discurso.

Bom dia


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Brasileiros retirados da China chegam a Fortaleza; aviões vão para Anápolis Avião que resgatou brasileiros na China faz escala técnica na viagem de volta ao país - Divulgação FAB Avião que resgatou brasileiros na China faz escala técnica na viagem de volta ao país Imagem: Divulgação FAB Do UOL, em São Paulo 09/02/2020 02h01 Os 34 brasileiros que estavam em Wuhan, epicentro do coronavírus, na China, já estão em solo brasileiro. Os dois aviões que fizeram o resgate pousaram em Fortaleza (CE) entre 1h48 e 1h52 deste domingo (9). A parada para abastecimento será breve. Depois, as aeronaves seguirão para o destino final, a base aérea de Anápolis (GO). A previsão é de chegada ... - Veja mais em https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2020/02/09/coronavirus-avioes-de-resgate-de-brasileiros-na-china-pousa-em-fortaleza.htm?cmpid=copiaecola

RC visita IJF2




Prefeito Roberto Claudio visita obras e anuncia nova entrega no IJF2

O gestor acompanhou neste sábado obras na área da saúde e na educação

O prefeito Roberto Claudio visitou, manhã deste sábado (‪08/0‬2), obras que a Prefeitura de Fortaleza tem em andamento e que serão entregues em breve à população.
As visitas foram iniciadas pelo Instituto Doutor José Frota, onde está sendo construído o IJF2.
O IJF é o principal Centro Médico da Rede Municipal de Saúde, referencia no atendimento de trauma e que terá praticamente duplicada a sua capacidade de realizar cirurgias, passando de 900 cirurgias/mês atualmente para 1.700 cirurgias por mês, a partir da inauguração do novo centro cirúrgico que acontecerá nesta próxima semana.
Com a expansão, o Centro Médico do IJF ganhará mais 09 novas salas de cirurgia, totalizando 20, um Novo Serviço de Hemodinâmica, 24 novos Leitos de Recuperação pós-anestésica, totalizando 32 Leitos.
Além de áreas de serviço, administração e alojamento para funcionários. O IJF conta hoje com equipes formadas por profissionais em mais de 20 especialidades médicas e clínicas que trabalham em plantão 24 horas.
Somente no ano de 2019, o IJF atendeu 78.036 pacientes na Emergência.

O prefeito Roberto Claudio afirmou que, “com a entrega dessa nova estrutura hospitalar à população de Fortaleza nesta próxima semana, nós implantamos o que há de melhor e mais moderno no atendimento aos casos fe trauma. São salas novas, bem planejadas, com equipamentos de primeira. Tudo montado com muito cuidado e toda a tecnologia de ponta, sendo instalada no IJF 2 para atender nossa população”, ressaltou o prefeito.

O projeto de expansão com o IJF2 foi iniciado em 2015 e, atualmente, a nova torre já conta com 130 novos leitos em pleno funcionamento, sendo 24 deles na Nova Unidade de Internação Pediátrica, inaugurada em dezembro de 2018.
Durante o ano de 2019, mais de mil usuários (pacientes e familiares) se beneficiaram com as instalações, novas, modernas e humanizadas.

Opinião


Quem transa e quem goza no Brasil de Damares e Bolsonaro?


Há que se levar a vida com alguma dose de humor para não sucumbir ao ódio destes tempos, mas esse texto será dedicado a um assunto sério. Sexo. Sim, vuco-vuco. Um amorzinho de leve. Uma fugidinha no meio da tarde pra namorar no banco de trás do carro no escurinho do estacionamento. Uma rapidinha no banheiro com o seu arroba. Ai que delícia! Tem assunto mais sério que esse?
Subiu um fogo aqui!
Segurem vossas ondas de calor e desejo, caras leitoras e leitores e leiam este texto cheio de pecado e desejo até o fim.
Já parou pra pensar em quantas vezes discutimos temáticas relacionadas ao nosso assanhamento, nossa libido, nossa sexualidade de forma pública e inspirados por ações deste governo? É sobre isso que a gente precisa conversar. Damares, Bolsonaro e outros deles estão usando o poder político para controlar corpos, desejos e subjetividades. Parece engraçado, mas só parece. Esta é uma receita velha de governos autoritários, e a intenção não é só causar polêmica ou fazer cortina de fumaça. É decidir quem vive e quem morre.
Esta semana, Jair disse que pessoas com HIV são dispendiosas para todos. Suas falas sobre os pacientes que recebem tratamento para HIV e AIDS na rede pública são sempre controversas. Parece que ele pensa que não se pode punir os "brasileiros de bem", que, neste caso, são aqueles que não se infectaram com HIV, fazendo com que eles paguem com seus impostos o tratamento de pessoas que se infectaram por serem promíscuas ou principalmente por serem homossexuais.
Observe. Seu Jair nunca falou que deveríamos deixar de prestar assistência aos diabéticos que não seguem a dieta, que decidiram que vão seguir comendo doces, hambúrgueres, pizzas, macarrão ou que decidiram não usar os remédios corretamente. Seu Jair nunca disse para que deixássemos de atender os pacientes hipertensos que comem churrasco salgado no final de semana, regado a muita cerveja. Seu Jair não está preocupado com o custo do tratamento das pessoas com HIV e AIDS para o bolso do """cidadão de bem""". Se assim fosse, ele também diria que os pacientes que não se implicam em seus tratamentos deveriam bancá-los. Jair quer mais. Quer controlar o sexo. Quer controlar o corpo. Jair quer exercer BIOPODER. Michel Foucault mandou um abraço!
Enfraquecendo políticas públicas que garantem cuidado a saúde de um grupo de pessoas, o governante quer matar. E ele quer matar o hipertenso? O diabético? O obeso? Não. Aqui, quem merece morrer são os gays, os ditos "promíscuos", as mulheres "de vida fácil" ou as mulheres "livres".
Quem mandou transar? Quem mandou não ser casada, monogâmica, submissa ao marido? (Como se esta condição protegesse alguém de se infectar). Quem mandou ser gay? Quem mandou pular Carnaval? Quem mandou transar na adolescência? Quem mandou exercer autonomia sobre o próprio corpo? Pegou doença por que quis. Agora banque seu tratamento.
Agora, volte algumas casas no jogo de tabuleiro dos poderosos e lembre-se:
1- Proibição da inserção de DIU por enfermeiros dificultando o acesso das mulheres a anticoncepcionais eficientes
2- Congelamento dos investimentos em saúde e educação
3- Sucateamento das políticas que levavam educação sexual para as escolas. Mais gestações em adolescentes (pobres) e infecções sexualmente transmissíveis.
Resultado: perpetuação de ciclos de pobreza, meninas jovens grávidas, abandonando escola, cuidando sozinhas de seus filhos, sujeitando-se a qualquer subemprego para sobreviver. Some-se à isso as incontáveis perdas de direitos trabalhistas, a desigualdade… É tudo amarradinho, meus amores. Não se trata somente de falso-moralismo. Damares e Bolsonaro, na verdade, não querem só que a gente pare de GOZAR! Eles querem que a gente morra.
Necropolítica que chama… mas isso é assunto pra outra coluna.

Só de direita

Brasil se nega a retirar sul-americanos de epicentro do coronavírus e dá carona a poloneses

Itamaraty afirma que espaço em aviões da FAB e escala em Varsóvia levaram à decisão de transportar europeus


Bom dia

Opinião

Guedes não pisou num tomate, mas num tomateiro

Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Br
Imagem: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Br
Josias de Souza
Ao comparar, em termos genéricos, os servidores públicos a parasitas, Paulo Guedes selecionou as palavras com o mesmo desmazelo de Fernando Henrique Cardoso quando chamou aposentados de "vagabundos". A declaração do ministro da Economia custará caro.
A alma de Paulo Guedes tem mistérios indecifráveis. No início do governo, sonhando em voz alta, o Posto Ipiranga disse que era preciso dar uma "prensa no Congresso".
Numa palestra para investidores nos Estados Unidos, o ministro declarou, num timbre orgulhoso, que o Brasil agora tem "um presidente que adora coca-cola e Disneylândia."
Guedes também já produziu comentários que foram interpretados com uma defesa do AI-5. O mais surpreendente é que o ministro faz esse tipo de declaração como se pisasse nos astros, distraído.
Agora, sem medir as consequências, Paulo Guedes saiu-se com outra: chamou todos os servidores públicos, indistintamente, de parasitas. Fez isso ao se queixar dos reajustes salariais do funcionalismo, acima da inflação.
Além dos aumentos, disse o ministro, o funcionalismo "tem estabilidade na carreira e aposentadoria generosa." Guedes caprichou na analogia: "O hospedeiro [o Estado] está morrendo, o cara [o servidor] virou um parasita. O dinheiro não chega no povo e ele quer reajuste automático."
A imagem dos servidores junto à clientela, de fato, não é boa. A má fama encontra respaldo na precariedade dos serviços públicos e no excesso de privilégios de uma casta que alcançou o topo da carreira.
Entretanto, nem todo servidor é parasita. Se olhasse ao redor, Paulo Guedes encontraria na sua própria equipe pessoas que não merecem a generalização. Por exemplo: Mansueto de Almeida, secretário do Tesouro Nacional, é um servidor público de mostruário. Há muitos outros.
Paulo Guedes está subordinado a um presidente encrenqueiro. Em um ano, Jair Bolsonaro brigou em toda parte. No Planalto, enviou para o olho da rua até amigos generais. No Congresso, brigou inclusive com seu partido. Na rua, defronte do Alvorada, ofendeu jornalistas, caluniou ONGs, desafiou governadores, fez o diabo.
Nesse ambiente, as reformas pós-Previdência foram sendo enviadas para um pantanoso segundo plano. Caberia a Paulo Guedes carregar baldes de água fria. Mas o ministro achou que seria uma boa ideia borrifar gasolina na conjuntura.
Paulo Guedes ofereceu ao pedaço parasita da máquina pública a possibilidade de riscar o fósforo. A frase, por desnecessária, pode custar caro. O ministro não pisou num tomate, ele esmagou um tomateiro
Com sorte, seus comentários servirão apenas para elevar o grau de resistência à reforma administrativa no Planalto e no Congresso. Com azar, as palavras do ministro serão usadas como pretexto para enviar as propostas de mudança para o beleléu.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL

Quem vai pagar o prejuizo? Num país civilizado a indenização nesse caso seria relevante.


Agora vai!

Ônibus: vereadora Larissa Gaspar questiona serviço de autoatendimento na Capital

A vereadora Larissa Gaspar (PT) utilizou a tribuna da Câmara Municipal de Fortaleza (CMFor), ontem (6), para se manifestar contra a implantação do uso exclusivo do serviço de autoatendimento no transporte público em Fortaleza. O assunto já vinha sendo tratado pela parlamentar desde o ano anterior.

A vereadora lembra que a população foi pega de surpresa ao tentar pegar o coletivo e não ter como pagar em dinheiro. “É uma inconstitucionalidade flagrante, um absurdo retirar o direito social de ir e vir e de se locomover por uma decisão do Sindiônibus. E a Prefeitura de Fortaleza não faz nada para garantir o direito do povo”, criticou.


Larissa lembrou que é de sua autoria uma emenda à Lei Orgânica do Município para garantir que o sistema de transporte coletivo tenha pelo menos mais um funcionário, além do motorista. A parlamentar questionou que as demissões dos cobradores de ônibus, que chegam hoje a quase 2 mil, deveriam ter passado por discussão na Câmara Municipal.


Ela ainda destacou que entrou em outubro do ano passado com uma ação popular no Tribunal de Justiça para exigir o fim do autoatendimento, das demissões dos cobradores e da dupla função exercida pelos motoristas. A vereadora se refere, com isso, à alternativa implementada pelo poder público, que passou a disponibilizar, junto aos motoristas desses veículos, cartões de uso único que podem ser comprados pelos passageiros com dinheiro, caso não disponham de cartão de autoatendimento.
Ela ressaltou que não aceitará a forma de cobrança exercida hoje nos ônibus e que continuará “lutando para restabelecer a legalidade em Fortaleza”.

Opinião

Política econômica

O pensamento econômico, ao longo do tempo, apresentou modificações significativas. Escolas como a Mercantilista, a Clássica, a Marxista, a Neoclássica, a Keynesiana, a Liberal, dentre outras, mostraram a importância da Filosofia e da Matemática. Sem dúvida, em todas as Escolas, destacaram-se as bases filosóficas objetivando o entendimento da realidade. Já a Matemática foi utilizada com vistas a investigar relações abstratas e lógicas. Com certeza, o progresso econômico e a conscientização das pessoas motivaram o surgimento de teses na área econômica, abrangendo, também, conceitos de ordem política e social. Cientistas e estudiosos como Adam Smith, Stuart Mill, Hegel, Max Weber  e mais recentemente Keynes e Friedman desenvolveram teorias fundamentadas em diretrizes filosóficas. Por outro lado, Petty, Quesnay e Leontief, por exemplo, deram ênfase a conceitos matemáticos nas suas teses do equilíbrio econômico geral. A rigor, a Filosofia é dialética,  chegando até mesmo a rupturas. A Matemática, no entanto, por ser exata, é lógica, possuindo normas de raciocínio. Filosofia e Matemática são importantes na formulação de politicas econômicas. Vale lembrar Amatya Sen, em seu livro Desenvolvimento como Liberdade, quando ressalta privações econômicas, sociais e políticas. Por sua vez, disse Celso Furtado: "O debate é saber se o Estado vai sobreviver no Pais, como suprir seu esvaziamento e que consequências esse processo terá para a sociedade". Ademais, aqueles que trabalham na vida pública não devem se preocupar apenas com o poder, mas com o povo. É importante o exercício da democracia. Por outro lado, a coerência programática e de objetivos, abrangendo indicadores políticos, administrativos, econômicos e sociais leva um país ao caminho da justiça e da liberdade, sem opressão física ou moral, mas com capacidade de entendimento ético- jurídico.

Gonzaga Mota
Prof. aposentado da UFC
Ex Governador do Ceará e meu amigo.